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Hoje, 09 de junho de 2026, nossa empresa foi submetida a uma situação extremamente lamentável durante uma revistoria técnica. Desde o momento de nossa chegada ao empreendimento, fomos recebidos por um profissional que adotou uma postura incompatível com os princípios de ética, respeito e urbanidade esperados entre colegas de profissão. Antes mesmo do início dos trabalhos, foi solicitado que apresentássemos nossa carteira profissional do CREA, sendo questionada, de forma reiterada, nossa condição de engenheiros devidamente habilitados, apesar de já existir laudo técnico emitido e respectiva ART registrada. Ao longo da vistoria, diversas tentativas foram realizadas para restringir a atuação da equipe técnica, inclusive buscando impedir a participação de um dos engenheiros presentes. Quando iniciamos a conferência dos itens anteriormente apontados e identificamos não conformidades ainda existentes, o profissional passou a adotar postura exaltada e intimidadora, afirmando possuir mais de 30 anos de experiência e alegando que nós não teríamos conhecimento técnico suficiente para avaliar os serviços executados. Chegou a questionar nossa formação profissional, afirmando que não éramos engenheiros e que não saberíamos o que significa entregar uma obra. Tal comportamento causa profunda indignação, especialmente porque a Engenharia possui um Código de Ética que exige respeito mútuo entre profissionais, independentemente do tempo de formação ou experiência de cada um. O cliente possui o pleno direito de contratar um engenheiro de sua confiança para acompanhá-lo e assessorá-lo tecnicamente, e era exatamente isso que estávamos fazendo: exercendo nossa atividade profissional de forma legítima e dentro das atribuições legais. Após a reapresentação dos apontamentos técnicos, o profissional passou a realizar ameaças, afirmando que levaria a situação ao departamento jurídico, que a cliente seria processada e que teria de arcar com os custos de eventuais substituições de revestimentos. Ressalta-se que o imóvel encontrava-se nas mesmas condições observadas durante a vistoria inicial, sem qualquer intervenção por parte da proprietária que pudesse justificar a transferência de responsabilidade. O que mais preocupa não é apenas a discordância técnica, algo natural em qualquer atividade profissional, mas a forma como a situação foi conduzida. É esse o tratamento que a construtora deseja oferecer aos seus clientes? É essa a postura que considera adequada para seus representantes diante de consumidores que apenas buscam exercer seus direitos e de profissionais regularmente habilitados que estão desempenhando suas funções? Esperamos que situações como esta sejam devidamente apuradas, pois respeito, ética e profissionalismo devem prevalecer acima de qualquer divergência técnica.
Hoje, 09 de junho de 2026, nossa empresa foi submetida a uma situação extremamente lamentável durante uma revistoria técnica. Desde o momento de nossa chegada ao empreendimento, fomos recebidos por um profissional que adotou uma postura incompatível com os princípios de ética, respeito e urbanidade esperados entre colegas de profissão. Antes mesmo do início dos trabalhos, foi solicitado que apresentássemos nossa carteira profissional do CREA, sendo questionada, de forma reiterada, nossa condição de engenheiros devidamente habilitados, apesar de já existir laudo técnico emitido e respectiva ART registrada. Ao longo da vistoria, diversas tentativas foram realizadas para restringir a atuação da equipe técnica, inclusive buscando impedir a participação de um dos engenheiros presentes. Quando iniciamos a conferência dos itens anteriormente apontados e identificamos não conformidades ainda existentes, o profissional passou a adotar postura exaltada e intimidadora, afirmando possuir mais de 30 anos de experiência e alegando que nós não teríamos conhecimento técnico suficiente para avaliar os serviços executados. Chegou a questionar nossa formação profissional, afirmando que não éramos engenheiros e que não saberíamos o que significa entregar uma obra. Tal comportamento causa profunda indignação, especialmente porque a Engenharia possui um Código de Ética que exige respeito mútuo entre profissionais, independentemente do tempo de formação ou experiência de cada um. O cliente possui o pleno direito de contratar um engenheiro de sua confiança para acompanhá-lo e assessorá-lo tecnicamente, e era exatamente isso que estávamos fazendo: exercendo nossa atividade profissional de forma legítima e dentro das atribuições legais. Após a reapresentação dos apontamentos técnicos, o profissional passou a realizar ameaças, afirmando que levaria a situação ao departamento jurídico, que a cliente seria processada e que teria de arcar com os custos de eventuais substituições de revestimentos. Ressalta-se que o imóvel encontrava-se nas mesmas condições observadas durante a vistoria inicial, sem qualquer intervenção por parte da proprietária que pudesse justificar a transferência de responsabilidade. O que mais preocupa não é apenas a discordância técnica, algo natural em qualquer atividade profissional, mas a forma como a situação foi conduzida. É esse o tratamento que a construtora deseja oferecer aos seus clientes? É essa a postura que considera adequada para seus representantes diante de consumidores que apenas buscam exercer seus direitos e de profissionais regularmente habilitados que estão desempenhando suas funções? Esperamos que situações como esta sejam devidamente apuradas, pois respeito, ética e profissionalismo devem prevalecer acima de qualquer divergência técnica.

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