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mh_lmn300
Ⓜ️Ɐligo🇫🇷 :
C’est incompréhensible
2026-07-12 15:19:01
150
3abdellah.azer2
. :
L’argent qui va finalement partir dans les réparations
2026-07-12 22:06:44
14
juliencsh
Julien Csh :
Il devait remplir le frigo le frérot
2026-07-12 16:41:28
48
jjjaaayyyzzzz
jayzz :
il a niker l’ambiance ptdrr
2026-07-12 14:59:34
36
monfils376
monfils376 :
mdrrrr le vitre qui se brise c’est les 40% l’URSSAF
2026-07-12 22:17:02
4
floowkusakabe
FloowG :
L’archive de bz 🤣🤣
2026-07-12 22:21:14
2
linsolent042
linsolent042 :
😂😂😂😂
2026-07-13 00:21:33
2
oklasmala
oklasmala :
😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
2026-07-12 19:08:37
2
mickk.95
Mick.clh 🥶 :
😂😂😂😂😂😂😂😂
2026-07-12 23:03:03
1
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O álcool pode dar a impressão de que você tá socializando “como uma pessoa neurotípica”, mas isso não acontece porque ele reduz características do TEA. Na realidade, o álcool diminui temporariamente a atividade de áreas do cérebro responsáveis pelo autocontrole, pelo monitoramento constante do comportamento e pela ansiedade social, além de aumentar o relaxamento. Com isso, muitas pessoas autistas quando bebem se sentem mais espontâneas, menos preocupadas com julgamentos, conseguem conversar com mais facilidade e reduzem o enorme esforço mental envolvido no masking, ou seja, na tentativa de esconder características autistas para parecer “normal”. O problema é que o cérebro aprende muito rápido essa associação: “quando eu bebo, socializar fica mais fácil”. Para quem já enfrentou anos de rejeição, ansiedade social ou exaustão causada pelo mascaramento, esse alívio pode ser extremamente reforçador. Aos poucos, o álcool deixa de ser apenas uma bebida e passa a funcionar como uma “muleta social”, criando a sensação de que só é possível relaxar, fazer amigos ou se relacionar quando tem bebida envolvida. Esse mecanismo aumenta significativamente o risco de dependência, além de alimentar um ciclo em que a ansiedade piora no dia seguinte. A saída é compreender melhor o próprio cérebro. Quando você entende como o autismo influencia sua ansiedade, seu processamento social e sua sensibilidade sensorial, você deixa de enxergar o álcool como solução e passa a desenvolver estratégias mais saudáveis para alcançar o mesmo objetivo. Reduzir o masking quando possível, desenvolver habilidades sociais, respeitar os próprios limites, tratar as comorbidades e construir relações onde você pode ser você mesmo permite que o cérebro crie novas associações. Com o tempo, você descobre que é possível socializar, criar vínculos e se sentir pertencente sem depender de uma substância para isso. #autismoadulto #autismo #espectroautista #autistas #neurodivergente
O álcool pode dar a impressão de que você tá socializando “como uma pessoa neurotípica”, mas isso não acontece porque ele reduz características do TEA. Na realidade, o álcool diminui temporariamente a atividade de áreas do cérebro responsáveis pelo autocontrole, pelo monitoramento constante do comportamento e pela ansiedade social, além de aumentar o relaxamento. Com isso, muitas pessoas autistas quando bebem se sentem mais espontâneas, menos preocupadas com julgamentos, conseguem conversar com mais facilidade e reduzem o enorme esforço mental envolvido no masking, ou seja, na tentativa de esconder características autistas para parecer “normal”. O problema é que o cérebro aprende muito rápido essa associação: “quando eu bebo, socializar fica mais fácil”. Para quem já enfrentou anos de rejeição, ansiedade social ou exaustão causada pelo mascaramento, esse alívio pode ser extremamente reforçador. Aos poucos, o álcool deixa de ser apenas uma bebida e passa a funcionar como uma “muleta social”, criando a sensação de que só é possível relaxar, fazer amigos ou se relacionar quando tem bebida envolvida. Esse mecanismo aumenta significativamente o risco de dependência, além de alimentar um ciclo em que a ansiedade piora no dia seguinte. A saída é compreender melhor o próprio cérebro. Quando você entende como o autismo influencia sua ansiedade, seu processamento social e sua sensibilidade sensorial, você deixa de enxergar o álcool como solução e passa a desenvolver estratégias mais saudáveis para alcançar o mesmo objetivo. Reduzir o masking quando possível, desenvolver habilidades sociais, respeitar os próprios limites, tratar as comorbidades e construir relações onde você pode ser você mesmo permite que o cérebro crie novas associações. Com o tempo, você descobre que é possível socializar, criar vínculos e se sentir pertencente sem depender de uma substância para isso. #autismoadulto #autismo #espectroautista #autistas #neurodivergente

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