@..alahd: ​#يوم_الثلاثاء #قوالب_قران #حالات_واتس #تقويم_هجري #ميلادي

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Monday 13 July 2026 15:49:37 GMT
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@Thiago Brava Muita gente pensa que o sertanejo sempre foi esse ritmo de festas, caminhonetes e grandes shows. Mas a verdade é que ele nasceu de um jeito completamente diferente. As primeiras modas de viola surgiram no interior de São Paulo e da região Centro-Oeste, quando a vida no campo ainda inspirava quase todas as letras. Eram músicas que falavam da roça, das dificuldades, da saudade e das histórias vividas por quem passava os dias entre plantações e estradas de terra. Em 1929, Cornélio Pires ajudou a transformar esse som em um gênero gravado, levando a música caipira das rodas de viola para os discos. Com o passar das décadas, o sertanejo também mudou. Entre os anos 1960 e 1980, ganhou uma sonoridade mais moderna e ficou muito mais romântico. Foi a época em que duplas como Tonico & Tinoco, Tião Carreiro & Pardinho, Milionário & José Rico, Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo conquistaram o país cantando histórias de amor, saudade e superação. Depois dos anos 2000 veio uma nova transformação. O chamado sertanejo universitário misturou elementos do pop, do arrocha e de outros estilos, aproximando o gênero do público jovem. Jorge & Mateus, Henrique & Juliano, Gusttavo Lima, Luan Santana, Zé Neto & Cristiano e Marília Mendonça ajudaram a transformar o sertanejo no ritmo mais popular do Brasil. É curioso perceber que, apesar de todas essas mudanças, uma coisa nunca deixou de existir. O sertanejo sempre contou histórias. Apenas mudou o cenário. Antes era a porteira, a viola e a vida no campo. Hoje são as cidades, os bares, os relacionamentos e as redes sociais. Mas, no fundo, continua sendo um retrato da vida de quem escuta. #sertanejo #curiosidades #thiagobrava #thiagobravaclipfy #clipfyleague
@Thiago Brava Muita gente pensa que o sertanejo sempre foi esse ritmo de festas, caminhonetes e grandes shows. Mas a verdade é que ele nasceu de um jeito completamente diferente. As primeiras modas de viola surgiram no interior de São Paulo e da região Centro-Oeste, quando a vida no campo ainda inspirava quase todas as letras. Eram músicas que falavam da roça, das dificuldades, da saudade e das histórias vividas por quem passava os dias entre plantações e estradas de terra. Em 1929, Cornélio Pires ajudou a transformar esse som em um gênero gravado, levando a música caipira das rodas de viola para os discos. Com o passar das décadas, o sertanejo também mudou. Entre os anos 1960 e 1980, ganhou uma sonoridade mais moderna e ficou muito mais romântico. Foi a época em que duplas como Tonico & Tinoco, Tião Carreiro & Pardinho, Milionário & José Rico, Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo conquistaram o país cantando histórias de amor, saudade e superação. Depois dos anos 2000 veio uma nova transformação. O chamado sertanejo universitário misturou elementos do pop, do arrocha e de outros estilos, aproximando o gênero do público jovem. Jorge & Mateus, Henrique & Juliano, Gusttavo Lima, Luan Santana, Zé Neto & Cristiano e Marília Mendonça ajudaram a transformar o sertanejo no ritmo mais popular do Brasil. É curioso perceber que, apesar de todas essas mudanças, uma coisa nunca deixou de existir. O sertanejo sempre contou histórias. Apenas mudou o cenário. Antes era a porteira, a viola e a vida no campo. Hoje são as cidades, os bares, os relacionamentos e as redes sociais. Mas, no fundo, continua sendo um retrato da vida de quem escuta. #sertanejo #curiosidades #thiagobrava #thiagobravaclipfy #clipfyleague

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