@jilimivaib: НУ НАКОНЕЦ-ТО 5 ЧАСТЬ!! 🎉🎉 (братья, это не конец ✌️) #паракореши #парадеевич #лешакореши #рек #фф

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Wednesday 15 July 2026 03:36:57 GMT
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Comments

sakura_k58
миндаль :
как же вы круто нарисовали саню
2026-07-15 04:39:35
1118
cako1n_
ЛохЕбани :
2026-07-15 03:45:20
241
li_sha209
:3katakito’ :
Это точно Саша? Это слишком шикарно 💋
2026-07-15 08:30:59
73
rikatomeka
☆〜(ゝ。∂) :
НАКОНЕЦ-ТО, я ждала этот момент всю жизнь
2026-07-15 03:55:28
277
rexet01
pixa :
ОНИ В КОНЦЕ ДОЛЖНЫ БИЛИ ОБНЯТЬСЯ
2026-07-15 07:44:05
56
marlboroyes
(つ・・)つMarlboro :
это правда или это фанфик
2026-07-15 09:27:59
199
diawix1
diawixx :
я молюсь на ваши истории
2026-07-15 03:51:17
21
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Gravei este vídeo para rebater o discurso de um pastor evangélico que faz missões na África e que, na minha opinião, reproduziu falas extremamente preconceituosas e desprezíveis sobre o continente. Ele não apenas falou da África como se fosse um país, como também fez comentários absurdos sobre a nossa comida, sobre a existência de “espíritos ruins” e até sobre pessoas que supostamente comeriam mãos. Além disso, tratou com desprezo as próprias ações que realiza com crianças africanas. E é justamente isso que me incomoda. Porque, muitas vezes, por trás de certos discursos de missão e de ajuda humanitária, existe uma visão muito problemática de superioridade. Como se o africano fosse sempre alguém que precisa ser salvo, educado ou civilizado pelo Ocidente. Eu não estou generalizando. Existem pessoas e organizações que fazem um trabalho sério, respeitoso e verdadeiramente humanitário. Mas também não podemos fechar os olhos para o preconceito velado que ainda aparece em muitas dessas narrativas. Qualquer forma de preconceito deveria ser inaceitável no século XXI. E, sendo muito sincero, é por isso que eu sempre olho com muita desconfiança para determinadas missões evangélicas e ações humanitárias que chegam à África. Não porque ajudar seja errado, mas porque ajudar alguém não deveria significar olhar para essa pessoa como inferior. A África não é um país. Os africanos não são um povo único. E o continente africano não precisa ser descrito através de estereótipos racistas para que alguém se sinta um herói.
Gravei este vídeo para rebater o discurso de um pastor evangélico que faz missões na África e que, na minha opinião, reproduziu falas extremamente preconceituosas e desprezíveis sobre o continente. Ele não apenas falou da África como se fosse um país, como também fez comentários absurdos sobre a nossa comida, sobre a existência de “espíritos ruins” e até sobre pessoas que supostamente comeriam mãos. Além disso, tratou com desprezo as próprias ações que realiza com crianças africanas. E é justamente isso que me incomoda. Porque, muitas vezes, por trás de certos discursos de missão e de ajuda humanitária, existe uma visão muito problemática de superioridade. Como se o africano fosse sempre alguém que precisa ser salvo, educado ou civilizado pelo Ocidente. Eu não estou generalizando. Existem pessoas e organizações que fazem um trabalho sério, respeitoso e verdadeiramente humanitário. Mas também não podemos fechar os olhos para o preconceito velado que ainda aparece em muitas dessas narrativas. Qualquer forma de preconceito deveria ser inaceitável no século XXI. E, sendo muito sincero, é por isso que eu sempre olho com muita desconfiança para determinadas missões evangélicas e ações humanitárias que chegam à África. Não porque ajudar seja errado, mas porque ajudar alguém não deveria significar olhar para essa pessoa como inferior. A África não é um país. Os africanos não são um povo único. E o continente africano não precisa ser descrito através de estereótipos racistas para que alguém se sinta um herói.

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