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sabbirahammed031
SABBIR 💥🚩 :
vai ei jaga tar name ta bolen na?
2026-07-29 01:18:05
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junayed1373
꧁༒☬ J̶u̶n̶a̶y̶e̶d̶ ☬༒꧂ :
🥰🥰🥰
2026-07-15 11:26:03
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ehforhad96
Blueberry🦋 :
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2026-07-15 09:21:40
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king.suria
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2026-07-15 19:15:46
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​Assim, para o economista, a fórmula da repartição é: ao capital, ao trabalho, ao talento, cada um a sua parte. Para o socialista, essa fórmula aristocrática deve ser substituída por uma que restitua a igualdade na ordem econômica. ​O dogma fundamental do socialista consiste então em transformar a fórmula aristocrática: capital-trabalho-talento nesta simples: trabalho! — em fazer, por conseguinte, que todo cidadão seja ao mesmo tempo, com idêntico valor e num mesmo grau, capitalista, trabalhador e sábio ou artista. ​Pois se o valor das coisas é determinado pelo tempo e pelo esforço despendido em sua produção, a soma das faculdades humanas e do capital nada mais é do que o resultado acumulado do próprio trabalho passado. O capital não é uma força autônoma que cria valor por si mesma, nem o talento uma propriedade privilégio que dê direito a uma espoliação do trabalho alheio. ​O trabalho é a força criadora, o único elemento do valor, o único penhor de igualdade, a única substância da riqueza. Ao reduzir todas as pretensões do capital e do talento à unidade do trabalho, o socialismo não faz mais do que realizar a lei do valor proporcional, tornando a posse equivalente à função e elevando o trabalhador à condição de pleno senhor de seu produto. ​— Pierre-Joseph Proudhon, Système des contradictions économiques, ou Philosophie de la misère (1846), Cap. II. A economia política burguesa inventou a ficção das 'três fontes da riqueza' — o capital, a terra e o trabalho — para dar uma aparência de legitimidade e de equilíbrio moral à partilha dos frutos da produção. Essa tripartição não passa de uma construção ideológica destinada a mascarar o fato elementar: apenas o trabalho produz riqueza e gera valor. ​O capital nada mais é do que a matéria inerte, o instrumento ou a força acumulada criada pelo trabalho de ontem. Ele é impotente e estéril sem a força viva do trabalhador no presente. Atribuir ao capital um 'direito' autônomo sobre o produto ou conferir ao talento individual o privilégio de espoliar a coletividade dos produtores é perpetuar um dogma aristocrático no coração da indústria. ​Para o socialismo dos produtores, a equação social é reduzida à sua verdade fundamental: tudo deriva do trabalho, tudo deve voltar ao trabalhador e tudo deve ser medido pelo esforço produtivo. O workshop produtivo, ao reabsorver em si as funções do capital e do saber, torna o trabalhador o único e verdadeiro senhor da civilização. ​— Georges Sorel, Matériaux d'une théorie du prolétariat (1919), Cap. II /
​Assim, para o economista, a fórmula da repartição é: ao capital, ao trabalho, ao talento, cada um a sua parte. Para o socialista, essa fórmula aristocrática deve ser substituída por uma que restitua a igualdade na ordem econômica. ​O dogma fundamental do socialista consiste então em transformar a fórmula aristocrática: capital-trabalho-talento nesta simples: trabalho! — em fazer, por conseguinte, que todo cidadão seja ao mesmo tempo, com idêntico valor e num mesmo grau, capitalista, trabalhador e sábio ou artista. ​Pois se o valor das coisas é determinado pelo tempo e pelo esforço despendido em sua produção, a soma das faculdades humanas e do capital nada mais é do que o resultado acumulado do próprio trabalho passado. O capital não é uma força autônoma que cria valor por si mesma, nem o talento uma propriedade privilégio que dê direito a uma espoliação do trabalho alheio. ​O trabalho é a força criadora, o único elemento do valor, o único penhor de igualdade, a única substância da riqueza. Ao reduzir todas as pretensões do capital e do talento à unidade do trabalho, o socialismo não faz mais do que realizar a lei do valor proporcional, tornando a posse equivalente à função e elevando o trabalhador à condição de pleno senhor de seu produto. ​— Pierre-Joseph Proudhon, Système des contradictions économiques, ou Philosophie de la misère (1846), Cap. II. A economia política burguesa inventou a ficção das 'três fontes da riqueza' — o capital, a terra e o trabalho — para dar uma aparência de legitimidade e de equilíbrio moral à partilha dos frutos da produção. Essa tripartição não passa de uma construção ideológica destinada a mascarar o fato elementar: apenas o trabalho produz riqueza e gera valor. ​O capital nada mais é do que a matéria inerte, o instrumento ou a força acumulada criada pelo trabalho de ontem. Ele é impotente e estéril sem a força viva do trabalhador no presente. Atribuir ao capital um 'direito' autônomo sobre o produto ou conferir ao talento individual o privilégio de espoliar a coletividade dos produtores é perpetuar um dogma aristocrático no coração da indústria. ​Para o socialismo dos produtores, a equação social é reduzida à sua verdade fundamental: tudo deriva do trabalho, tudo deve voltar ao trabalhador e tudo deve ser medido pelo esforço produtivo. O workshop produtivo, ao reabsorver em si as funções do capital e do saber, torna o trabalhador o único e verdadeiro senhor da civilização. ​— Georges Sorel, Matériaux d'une théorie du prolétariat (1919), Cap. II / "La valeur du travail et l'atelier O capitalismo moderno não é mais a simples organização da produção pelas mãos do mestre de oficina, mas a hipertrofia do capital financeiro e dos acionistas parasitários, que nada entendem da técnica produtiva e vivem unicamente do dividendo cobrado sobre o trabalho alheio. ​O socialismo verdadeiro não consiste em fazer com que o Estado substitua essa burguesia parasitária para gerir as fábricas através de uma burocracia sem alma. Consiste, ao contrário, em desapropriar o capitalista ocioso, mantendo e elevando a capacidade técnica da produção sob a direção direta dos verdadeiros produtores. ​Na fábrica do futuro, liberta da especulação e do parasitismo financeiro, o elemento essencial é o atelier produtivo. O capitão de indústria, na medida em que é um organizador e um técnico da produção, deixa de ser um explorador a serviço dos acionistas para se tornar um trabalhador da produção, integrado na mesma disciplina e na mesma obra que a massa operária. O produto e o excedente do trabalho pertencem, assim, unicamente àqueles que criam e organizam a riqueza, e não aos rentistas que a especulam. ​— Georges Sorel, La décomposition du marxisme (1908), Cap. IV / Apêndice sobre o Sindicalismo Revolucionário #george #sorel #sindicalismo #syndicalism #socialismo

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