@cold_shang: Thank for your journalism @Thabo Baloyi 🙏🏽

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Wednesday 15 July 2026 11:27:33 GMT
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oc.meexx
Musa :
Also fear and humiliation is no step closer to successfully rehabilitating anyone
2026-07-15 15:15:55
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grace_matlhaku
𝓖𝓻𝓪𝓬𝓲𝓮💜 :
EXACTLY!!!!!!!
2026-07-15 11:34:39
0
cold_shang
cold_shang :
I meant child are people too *
2026-07-15 11:31:36
3
finger847
Fin Blue :
Very true!
2026-07-15 15:03:24
0
cold_shang
cold_shang :
.
2026-07-15 11:29:47
0
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Gravei este vídeo para rebater o discurso de um pastor evangélico que faz missões na África e que, na minha opinião, reproduziu falas extremamente preconceituosas e desprezíveis sobre o continente. Ele não apenas falou da África como se fosse um país, como também fez comentários absurdos sobre a nossa comida, sobre a existência de “espíritos ruins” e até sobre pessoas que supostamente comeriam mãos. Além disso, tratou com desprezo as próprias ações que realiza com crianças africanas. E é justamente isso que me incomoda. Porque, muitas vezes, por trás de certos discursos de missão e de ajuda humanitária, existe uma visão muito problemática de superioridade. Como se o africano fosse sempre alguém que precisa ser salvo, educado ou civilizado pelo Ocidente. Eu não estou generalizando. Existem pessoas e organizações que fazem um trabalho sério, respeitoso e verdadeiramente humanitário. Mas também não podemos fechar os olhos para o preconceito velado que ainda aparece em muitas dessas narrativas. Qualquer forma de preconceito deveria ser inaceitável no século XXI. E, sendo muito sincero, é por isso que eu sempre olho com muita desconfiança para determinadas missões evangélicas e ações humanitárias que chegam à África. Não porque ajudar seja errado, mas porque ajudar alguém não deveria significar olhar para essa pessoa como inferior. A África não é um país. Os africanos não são um povo único. E o continente africano não precisa ser descrito através de estereótipos racistas para que alguém se sinta um herói.
Gravei este vídeo para rebater o discurso de um pastor evangélico que faz missões na África e que, na minha opinião, reproduziu falas extremamente preconceituosas e desprezíveis sobre o continente. Ele não apenas falou da África como se fosse um país, como também fez comentários absurdos sobre a nossa comida, sobre a existência de “espíritos ruins” e até sobre pessoas que supostamente comeriam mãos. Além disso, tratou com desprezo as próprias ações que realiza com crianças africanas. E é justamente isso que me incomoda. Porque, muitas vezes, por trás de certos discursos de missão e de ajuda humanitária, existe uma visão muito problemática de superioridade. Como se o africano fosse sempre alguém que precisa ser salvo, educado ou civilizado pelo Ocidente. Eu não estou generalizando. Existem pessoas e organizações que fazem um trabalho sério, respeitoso e verdadeiramente humanitário. Mas também não podemos fechar os olhos para o preconceito velado que ainda aparece em muitas dessas narrativas. Qualquer forma de preconceito deveria ser inaceitável no século XXI. E, sendo muito sincero, é por isso que eu sempre olho com muita desconfiança para determinadas missões evangélicas e ações humanitárias que chegam à África. Não porque ajudar seja errado, mas porque ajudar alguém não deveria significar olhar para essa pessoa como inferior. A África não é um país. Os africanos não são um povo único. E o continente africano não precisa ser descrito através de estereótipos racistas para que alguém se sinta um herói.

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