@dazn_it: L'arrivo dell'Argentina 🚐🇦🇷 Scaloni il primo a scendere, chiude Messi coi "bodyguards" ✨ #InghilterraArgentina è LIVE ORA con Times Square su #DAZN #FIFAWorldCup #DAZNBetClub #TikTokCalcio

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Comments

___andrew18
andrea.poguisch :
2-1 Argentina segnatevelo
2026-07-15 21:06:51
118
lemetideniss
Denis :
2026-07-15 20:02:02
11
vincenzo.sgarlata
🖤💙 Enzo Sgarlata 🖤💙 :
Pensavo a una partita di calcio NN DI CALCI SPINTE ECT 😳😳😳45 min VERGOGNOSA SEMIFINALE (Argentina nn gioca a calcio)😳😳😳
2026-07-15 19:46:38
13
le0.b1
leo.b :
2026-07-15 18:14:04
5
giozfn
Gioz :
Dazn risponde hai commenti?
2026-07-15 18:13:01
5
danteguarracino
Dante :
Donde esta Harry Kane, Harry Kane donde sta
2026-07-15 21:14:30
21
justmilyyuwu
justmilyyuwu :
VAMOS ARGENTINA
2026-07-15 18:56:36
5
jacopo_viola84
Yak_viola84 :
Ti amo Leo ti prego non smettere mai
2026-07-16 18:00:41
1
absolute._.nico
𝑁𝑖𝑐𝑜_S🇷🇴 :
2026-07-15 19:49:44
0
vinciiii222
vinciiii :
Raga io confido in loro
2026-07-15 18:40:34
8
tonyguaglione13
__1.7__prvet🇧🇷🪄 :
primooo
2026-07-15 18:08:15
0
manu_13057
Manu_13 :
Lele Adani appena vede Messi mettere i piedi a terra
2026-07-16 12:46:22
1
alessioschiavella0
. :
arbitro senza coraggio
2026-07-15 21:18:32
0
mattecapoo
🎰 :
IL GOOOOOAT
2026-07-15 21:22:42
6
peppe.irma0811
peppe.irma :
X tempi regolamentari vittoria argentina supplementari
2026-07-15 18:49:29
0
andrea0808_9
andrew08 :
accompagnato dalla FIFA
2026-07-16 20:17:43
0
user4158764389
Yohakim :
il Messia 🙏
2026-07-16 19:50:34
0
gianni.fiore4792
Gianni Fiore :
2026-07-16 16:20:04
0
peppe______8
8🧠👥 :
Primoo
2026-07-15 18:06:41
0
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Hoje, 09 de junho de 2026, nossa empresa foi submetida a uma situação extremamente lamentável durante uma revistoria técnica. Desde o momento de nossa chegada ao empreendimento, fomos recebidos por um profissional que adotou uma postura incompatível com os princípios de ética, respeito e urbanidade esperados entre colegas de profissão. Antes mesmo do início dos trabalhos, foi solicitado que apresentássemos nossa carteira profissional do CREA, sendo questionada, de forma reiterada, nossa condição de engenheiros devidamente habilitados, apesar de já existir laudo técnico emitido e respectiva ART registrada. Ao longo da vistoria, diversas tentativas foram realizadas para restringir a atuação da equipe técnica, inclusive buscando impedir a participação de um dos engenheiros presentes. Quando iniciamos a conferência dos itens anteriormente apontados e identificamos não conformidades ainda existentes, o profissional passou a adotar postura exaltada e intimidadora, afirmando possuir mais de 30 anos de experiência e alegando que nós não teríamos conhecimento técnico suficiente para avaliar os serviços executados. Chegou a questionar nossa formação profissional, afirmando que não éramos engenheiros e que não saberíamos o que significa entregar uma obra. Tal comportamento causa profunda indignação, especialmente porque a Engenharia possui um Código de Ética que exige respeito mútuo entre profissionais, independentemente do tempo de formação ou experiência de cada um. O cliente possui o pleno direito de contratar um engenheiro de sua confiança para acompanhá-lo e assessorá-lo tecnicamente, e era exatamente isso que estávamos fazendo: exercendo nossa atividade profissional de forma legítima e dentro das atribuições legais. Após a reapresentação dos apontamentos técnicos, o profissional passou a realizar ameaças, afirmando que levaria a situação ao departamento jurídico, que a cliente seria processada e que teria de arcar com os custos de eventuais substituições de revestimentos. Ressalta-se que o imóvel encontrava-se nas mesmas condições observadas durante a vistoria inicial, sem qualquer intervenção por parte da proprietária que pudesse justificar a transferência de responsabilidade. O que mais preocupa não é apenas a discordância técnica, algo natural em qualquer atividade profissional, mas a forma como a situação foi conduzida. É esse o tratamento que a construtora deseja oferecer aos seus clientes? É essa a postura que considera adequada para seus representantes diante de consumidores que apenas buscam exercer seus direitos e de profissionais regularmente habilitados que estão desempenhando suas funções? Esperamos que situações como esta sejam devidamente apuradas, pois respeito, ética e profissionalismo devem prevalecer acima de qualquer divergência técnica.
Hoje, 09 de junho de 2026, nossa empresa foi submetida a uma situação extremamente lamentável durante uma revistoria técnica. Desde o momento de nossa chegada ao empreendimento, fomos recebidos por um profissional que adotou uma postura incompatível com os princípios de ética, respeito e urbanidade esperados entre colegas de profissão. Antes mesmo do início dos trabalhos, foi solicitado que apresentássemos nossa carteira profissional do CREA, sendo questionada, de forma reiterada, nossa condição de engenheiros devidamente habilitados, apesar de já existir laudo técnico emitido e respectiva ART registrada. Ao longo da vistoria, diversas tentativas foram realizadas para restringir a atuação da equipe técnica, inclusive buscando impedir a participação de um dos engenheiros presentes. Quando iniciamos a conferência dos itens anteriormente apontados e identificamos não conformidades ainda existentes, o profissional passou a adotar postura exaltada e intimidadora, afirmando possuir mais de 30 anos de experiência e alegando que nós não teríamos conhecimento técnico suficiente para avaliar os serviços executados. Chegou a questionar nossa formação profissional, afirmando que não éramos engenheiros e que não saberíamos o que significa entregar uma obra. Tal comportamento causa profunda indignação, especialmente porque a Engenharia possui um Código de Ética que exige respeito mútuo entre profissionais, independentemente do tempo de formação ou experiência de cada um. O cliente possui o pleno direito de contratar um engenheiro de sua confiança para acompanhá-lo e assessorá-lo tecnicamente, e era exatamente isso que estávamos fazendo: exercendo nossa atividade profissional de forma legítima e dentro das atribuições legais. Após a reapresentação dos apontamentos técnicos, o profissional passou a realizar ameaças, afirmando que levaria a situação ao departamento jurídico, que a cliente seria processada e que teria de arcar com os custos de eventuais substituições de revestimentos. Ressalta-se que o imóvel encontrava-se nas mesmas condições observadas durante a vistoria inicial, sem qualquer intervenção por parte da proprietária que pudesse justificar a transferência de responsabilidade. O que mais preocupa não é apenas a discordância técnica, algo natural em qualquer atividade profissional, mas a forma como a situação foi conduzida. É esse o tratamento que a construtora deseja oferecer aos seus clientes? É essa a postura que considera adequada para seus representantes diante de consumidores que apenas buscam exercer seus direitos e de profissionais regularmente habilitados que estão desempenhando suas funções? Esperamos que situações como esta sejam devidamente apuradas, pois respeito, ética e profissionalismo devem prevalecer acima de qualquer divergência técnica.

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