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Даня Я
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Thursday 16 July 2026 07:44:36 GMT
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fut.darksize
Савелий (настоящий) :
а почему она стоит
2026-08-23 09:03:19
2
papiroska72
papiros :
@ариночка💋
2026-08-18 13:37:21
2
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Roger Waters, o ex-líder do Pink Floyd que outrora cantava contra o autoritarismo em “The Wall”, viajou até o Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn para exigir a libertação imediata de Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, presos nos EUA desde janeiro após operação militar.  Apontando para o prédio como se fosse uma injustiça cósmica, o músico britânico bradou “libertem Maduro!” e defendeu a “soberania” de um regime que transformou a Venezuela, rica em petróleo, em um desastre humanitário de hiperinflação, fome, êxodo em massa de milhões de refugiados e repressão brutal a opositores, tudo sob acusações graves de narcotráfico, corrupção e violações sistemáticas de direitos humanos. 
 Waters, que faz pose de ativista anti-imperialista seletivo, ignora convenientemente o legado de miséria e ditadura chavista que Maduro herdou e aprofundou, preferindo posar ao lado de organizações alinhadas ao regime enquanto o povo venezuelano celebra a remoção de um dos maiores algozes da América Latina.  É o triste declínio de um artista que trocou a crítica ao poder por bajulação a tiranos, provando que, para alguns “progressistas”, ditadores de esquerda merecem solidariedade eterna, mesmo que isso signifique cuspir na cara de milhões que sofreram na pele o fracasso do “socialismo do século XXI”.  Um show constrangedor, digno de ser esquecido junto com as piores fases de sua carreira solo. Texto: @jornalista.rodolfo.oliveira Vídeo: Reprodução
Roger Waters, o ex-líder do Pink Floyd que outrora cantava contra o autoritarismo em “The Wall”, viajou até o Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn para exigir a libertação imediata de Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, presos nos EUA desde janeiro após operação militar. Apontando para o prédio como se fosse uma injustiça cósmica, o músico britânico bradou “libertem Maduro!” e defendeu a “soberania” de um regime que transformou a Venezuela, rica em petróleo, em um desastre humanitário de hiperinflação, fome, êxodo em massa de milhões de refugiados e repressão brutal a opositores, tudo sob acusações graves de narcotráfico, corrupção e violações sistemáticas de direitos humanos. Waters, que faz pose de ativista anti-imperialista seletivo, ignora convenientemente o legado de miséria e ditadura chavista que Maduro herdou e aprofundou, preferindo posar ao lado de organizações alinhadas ao regime enquanto o povo venezuelano celebra a remoção de um dos maiores algozes da América Latina. É o triste declínio de um artista que trocou a crítica ao poder por bajulação a tiranos, provando que, para alguns “progressistas”, ditadores de esquerda merecem solidariedade eterna, mesmo que isso signifique cuspir na cara de milhões que sofreram na pele o fracasso do “socialismo do século XXI”. Um show constrangedor, digno de ser esquecido junto com as piores fases de sua carreira solo. Texto: @jornalista.rodolfo.oliveira Vídeo: Reprodução

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