@briannametzger1: 90% cotton and quality is amazing. Wearing a size XS, I’m 5’3” 120 lbs (35” bust, 26.5” waist, 36.5” hips). @SKIMS

Brianna Metzger
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Friday 24 July 2026 14:49:01 GMT
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Limpeza dos olhos ancestral com o mel de jataí. Desde os tempos mais antigos, quando o homem ainda caminhava em comunhão com a terra e com os ciclos naturais, o cuidado com o corpo não vinha de laboratórios, mas da própria natureza. E entre esses tesouros sagrados, o mel das abelhas nativas — especialmente o mel de jataí — era visto como um verdadeiro remédio vivo. Os povos indígenas do Brasil já utilizavam esse mel muito antes da medicina moderna existir. Os anciãos, com olhos atentos e sabedoria profunda, aplicavam o mel de jataí diretamente nos olhos como forma de cura. Era usado como um colírio natural para problemas como inflamações, irritações, catarata e até a chamada “carne crescida” nos olhos.  Isso não era por acaso. O mel de jataí carrega em sua essência propriedades antibacterianas, anti-inflamatórias e cicatrizantes, capazes de proteger e regenerar tecidos sensíveis do corpo humano.  Ele é mais leve, mais líquido e mais puro que o mel comum, o que facilitava sua aplicação direta, principalmente em regiões delicadas como os olhos.  Naquela época, não existiam cirurgias, colírios industrializados ou clínicas sofisticadas. Existia algo muito mais poderoso: a observação da natureza. O homem aprendia com as abelhas, com as plantas e com o próprio corpo. E assim, o mel de jataí se tornou um aliado precioso, respeitado não como alimento apenas, mas como medicina sagrada. Nas comunidades rurais e tradicionais, esse conhecimento atravessou gerações. O mel não era visto como algo simples — era considerado um “ouro líquido”, reservado muitas vezes mais para curar do que para adoçar.  Hoje, a ciência começa a enxergar o que os antigos já sabiam: esse mel possui substâncias com ação semelhante a antibióticos naturais, combatendo bactérias e ajudando na regeneração do organismo.  Mas é importante entender: a sabedoria ancestral não vinha da pressa, vinha do respeito. Tudo era feito com cuidado, com orientação, com conexão com a natureza. E assim, fica a reflexão… Enquanto o mundo moderno corre atrás de soluções rápidas, os antigos já conheciam caminhos simples — porque quem escuta a natureza, não precisa gritar por cura. 🌿 **“A natureza sempre ensinou… o homem é que, às vezes, esqueceu de ouvir.”**
Limpeza dos olhos ancestral com o mel de jataí. Desde os tempos mais antigos, quando o homem ainda caminhava em comunhão com a terra e com os ciclos naturais, o cuidado com o corpo não vinha de laboratórios, mas da própria natureza. E entre esses tesouros sagrados, o mel das abelhas nativas — especialmente o mel de jataí — era visto como um verdadeiro remédio vivo. Os povos indígenas do Brasil já utilizavam esse mel muito antes da medicina moderna existir. Os anciãos, com olhos atentos e sabedoria profunda, aplicavam o mel de jataí diretamente nos olhos como forma de cura. Era usado como um colírio natural para problemas como inflamações, irritações, catarata e até a chamada “carne crescida” nos olhos. Isso não era por acaso. O mel de jataí carrega em sua essência propriedades antibacterianas, anti-inflamatórias e cicatrizantes, capazes de proteger e regenerar tecidos sensíveis do corpo humano. Ele é mais leve, mais líquido e mais puro que o mel comum, o que facilitava sua aplicação direta, principalmente em regiões delicadas como os olhos. Naquela época, não existiam cirurgias, colírios industrializados ou clínicas sofisticadas. Existia algo muito mais poderoso: a observação da natureza. O homem aprendia com as abelhas, com as plantas e com o próprio corpo. E assim, o mel de jataí se tornou um aliado precioso, respeitado não como alimento apenas, mas como medicina sagrada. Nas comunidades rurais e tradicionais, esse conhecimento atravessou gerações. O mel não era visto como algo simples — era considerado um “ouro líquido”, reservado muitas vezes mais para curar do que para adoçar. Hoje, a ciência começa a enxergar o que os antigos já sabiam: esse mel possui substâncias com ação semelhante a antibióticos naturais, combatendo bactérias e ajudando na regeneração do organismo. Mas é importante entender: a sabedoria ancestral não vinha da pressa, vinha do respeito. Tudo era feito com cuidado, com orientação, com conexão com a natureza. E assim, fica a reflexão… Enquanto o mundo moderno corre atrás de soluções rápidas, os antigos já conheciam caminhos simples — porque quem escuta a natureza, não precisa gritar por cura. 🌿 **“A natureza sempre ensinou… o homem é que, às vezes, esqueceu de ouvir.”**

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