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ammiii444
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2026-08-16 11:02:19
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z112807
عٓنوديـ🎀ـــه :
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2026-07-28 18:36:15
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'Paciente crônico' - Dez anos depois do desastre de Mariana, percorrer as comunidades que estão ao longo da bacia do Rio Doce é se deparar com histórias e tradições interrompidas. Da água saía fonte de trabalho, lazer e criação de memória afetiva de muitas famílias. A pesca ensinada desde criança por gerações hoje não existe mais ou foi adaptada. Agora, a prática é feita em tanques, poços ou se transformou na revenda de peixes retirado de outros locais. Até o consumo da água captada e tratada gera desconfiança. O #g1 percorreu Baixo Guandu, Colatina e Linhares, municípios cortados pelo Rio Doce, nas regiões Noroeste e Norte do Espírito Santo, para mostrar o que as pesquisas indicam sobre a condição ambiental após essa década. Metais ainda estão presentes nas amostras coletadas no rio e no mar e já atingiram animais de toda a cadeia alimentar, desde menores organismos até tartarugas, aves e baleias. A contaminação ocorreu depois que mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério foram despejados no meio ambiente, com o colapso na estrutura da Samarco, no dia 5 de novembro de 2015. Dezenove pessoas morreram. O volume de lama (suficiente para encher 16 mil piscinas olímpicas) contaminou a bacia do Rio Doce e parte do material percorreu cerca de 600 km até alcançar o Oceano Atlântico, no litoral capixaba. A tragédia é a maior catástrofe ambiental na história do país e o maior rompimento envolvendo barragens de rejeitos de mineração do mundo. E, de acordo com pesquisadores, a contaminação segue em atividade no rio e no mar. Clique em 'leia o artigo' para ler a reportagem completa. #riodoce #mariana #espíritosanto #g1local #tiktoknotícias
'Paciente crônico' - Dez anos depois do desastre de Mariana, percorrer as comunidades que estão ao longo da bacia do Rio Doce é se deparar com histórias e tradições interrompidas. Da água saía fonte de trabalho, lazer e criação de memória afetiva de muitas famílias. A pesca ensinada desde criança por gerações hoje não existe mais ou foi adaptada. Agora, a prática é feita em tanques, poços ou se transformou na revenda de peixes retirado de outros locais. Até o consumo da água captada e tratada gera desconfiança. O #g1 percorreu Baixo Guandu, Colatina e Linhares, municípios cortados pelo Rio Doce, nas regiões Noroeste e Norte do Espírito Santo, para mostrar o que as pesquisas indicam sobre a condição ambiental após essa década. Metais ainda estão presentes nas amostras coletadas no rio e no mar e já atingiram animais de toda a cadeia alimentar, desde menores organismos até tartarugas, aves e baleias. A contaminação ocorreu depois que mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério foram despejados no meio ambiente, com o colapso na estrutura da Samarco, no dia 5 de novembro de 2015. Dezenove pessoas morreram. O volume de lama (suficiente para encher 16 mil piscinas olímpicas) contaminou a bacia do Rio Doce e parte do material percorreu cerca de 600 km até alcançar o Oceano Atlântico, no litoral capixaba. A tragédia é a maior catástrofe ambiental na história do país e o maior rompimento envolvendo barragens de rejeitos de mineração do mundo. E, de acordo com pesquisadores, a contaminação segue em atividade no rio e no mar. Clique em 'leia o artigo' para ler a reportagem completa. #riodoce #mariana #espíritosanto #g1local #tiktoknotícias

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