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Tuesday 28 July 2026 16:07:12 GMT
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Comments

leslyhernandez072
Lesly Hernandez :
Fedeeee tiene algo raro una vibra rara
2026-07-28 16:17:34
1288
veracruzbcb
Veracruz🌊 :
QUEREMOS A FEDE COMO JUGADOR
2026-07-28 16:47:15
1976
vickymc88
vIcKy :
El siempre piensa en los niños, dice estamos de vacaciones en estos momentos aca en México jajaja y Karina aaah si jajajaja ni enterada 🤣
2026-07-28 17:44:33
541
noe966o
★noe★ :
quien lo está viendo ahorita pero ahorita 🙂
2026-07-28 16:16:17
612
maxrbx12
@JR👻 :
Queremos a Fede como jugador
2026-07-28 16:21:04
273
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O casal Larissa Monteiro da Costa, de 22 anos, e Bruno Lucas Ribeiro da Silva, de 29 anos — preso no último sábado (25/7), suspeito de m4tar o próprio filho recém-nascido logo após o parto, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ) — confessou o ass4ss1nato da criança em depoimento à Polícia Civil do Estado do #RiodeJaneiro (PCERJ). A coluna Mirelle Pinheiro teve acesso à íntegra dos depoimentos da dupla. Embora ambos tenham confirmado que o bebê foi asf1xi4do, um atribuiu ao outro a autoria direta do crime. Em seu depoimento, Larissa afirmou que a decisão de m4tar a criança ocorreu porque ela não queria o bebê. “Eu pretendia dar a criança ou deixar com o Bruno. Eu já tinha deixado bem claro que eu não queria o neném”, declarou. Ela ainda afirmou que Bruno decidiu participar do crime depois que, mais uma vez, ela disse que não cuidaria da criança. “Ela nasceu com vida, eu escutei ela chorando. Pedi para o Bruno retirar o bebê do local. Ele ficou perdido, não sabia o que fazer. Então, disse que era para a gente ir para o hospital. Eu respondi: ‘Tá bom, mas eu não quero a criança’. Aí ele falou: ‘Então eu também não quero'”, declarou. Na versão de Larissa, Bruno teria usado um pano para impedir que o recém-nascido respirasse, chegando a comentar que a criança era “forte”, pois teria demorado a parar de chorar. Ela afirmou ainda que pediu para Bruno enterrar o corpo do bebê, mas disse aos investigadores que não sabe o que foi feito em seguida, porque teria desmaiado. Já em seu depoimento, Bruno apresentou uma versão diferente. Segundo ele, foi Larissa quem impediu a criança de respirar, enquanto ele assistia à cena em estado de choque. “Quando ele saiu e chorou, ela já abafou de primeira, usando um pano, a minha camisa. Ela botou o pano na cabeça dele e, a princípio, ficou apertando”, declarou.  De acordo com Bruno, o bebê demorou a perder os sentidos. Em seguida, o casal teria ido para o quintal da casa, onde Larissa teria apertado o pescoço do recém-nascido enquanto usava a camiseta dele para impedir que respirasse.  Ainda segundo o suspeito, nesse momento ela teria comentado que o bebê “era muito forte”.  Ele afirmou ainda que colocou o corpo do bebê dentro de dois sacos de lixo. “Depois disso, eu deixei ele lá e fui ver como ela estava. A gente não chegou a conversar sobre o que faria com o bebê. Ela desmaiou, e eu fui socorrer ela. Ele ficou lá”, finalizou. 🤳 Material cedido ao Metrópoles
O casal Larissa Monteiro da Costa, de 22 anos, e Bruno Lucas Ribeiro da Silva, de 29 anos — preso no último sábado (25/7), suspeito de m4tar o próprio filho recém-nascido logo após o parto, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ) — confessou o ass4ss1nato da criança em depoimento à Polícia Civil do Estado do #RiodeJaneiro (PCERJ). A coluna Mirelle Pinheiro teve acesso à íntegra dos depoimentos da dupla. Embora ambos tenham confirmado que o bebê foi asf1xi4do, um atribuiu ao outro a autoria direta do crime. Em seu depoimento, Larissa afirmou que a decisão de m4tar a criança ocorreu porque ela não queria o bebê. “Eu pretendia dar a criança ou deixar com o Bruno. Eu já tinha deixado bem claro que eu não queria o neném”, declarou. Ela ainda afirmou que Bruno decidiu participar do crime depois que, mais uma vez, ela disse que não cuidaria da criança. “Ela nasceu com vida, eu escutei ela chorando. Pedi para o Bruno retirar o bebê do local. Ele ficou perdido, não sabia o que fazer. Então, disse que era para a gente ir para o hospital. Eu respondi: ‘Tá bom, mas eu não quero a criança’. Aí ele falou: ‘Então eu também não quero'”, declarou. Na versão de Larissa, Bruno teria usado um pano para impedir que o recém-nascido respirasse, chegando a comentar que a criança era “forte”, pois teria demorado a parar de chorar. Ela afirmou ainda que pediu para Bruno enterrar o corpo do bebê, mas disse aos investigadores que não sabe o que foi feito em seguida, porque teria desmaiado. Já em seu depoimento, Bruno apresentou uma versão diferente. Segundo ele, foi Larissa quem impediu a criança de respirar, enquanto ele assistia à cena em estado de choque. “Quando ele saiu e chorou, ela já abafou de primeira, usando um pano, a minha camisa. Ela botou o pano na cabeça dele e, a princípio, ficou apertando”, declarou. De acordo com Bruno, o bebê demorou a perder os sentidos. Em seguida, o casal teria ido para o quintal da casa, onde Larissa teria apertado o pescoço do recém-nascido enquanto usava a camiseta dele para impedir que respirasse. Ainda segundo o suspeito, nesse momento ela teria comentado que o bebê “era muito forte”. Ele afirmou ainda que colocou o corpo do bebê dentro de dois sacos de lixo. “Depois disso, eu deixei ele lá e fui ver como ela estava. A gente não chegou a conversar sobre o que faria com o bebê. Ela desmaiou, e eu fui socorrer ela. Ele ficou lá”, finalizou. 🤳 Material cedido ao Metrópoles

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