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Kyar Pouk_10
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Wednesday 29 July 2026 03:25:56 GMT
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O problema de usar Design System em Markdown é que ele explica o design… mas não mostra o design funcionando. Você até consegue passar para a IA a fonte, as cores e o tamanho dos espaçamentos. Mas como ela vai entender o background animado? O efeito de mouse? A transição de um card? O hover de um botão? Aquele detalhe visual que torna uma interface genérica em algo com personalidade? É por isso que eu monto meus Design Systems em HTML. O passo a passo é simples: Primeiro, pego uma referência visual e entrego a pasta inteira para a IA analisar: estrutura, CSS, componentes, imagens, SVGs, animações e assets. Depois, ela cria uma página de Overview navegável. Essa é a etapa para enxergar a direção visual completa antes de transformar tudo em regra. Quando aprovo, peço para separar o sistema em blocos: - tipografia e hierarquia de texto; - cores, superfícies, bordas e sombras; - backgrounds e texturas; - ícones; - motion, transições e hovers; - botões, menus, formulários e cards; - componentes maiores, como headers, tabelas, seções e dashboards. E não basta listar esses elementos. Cada componente precisa ser exibido visualmente e com seus estados: default, hover, ativo, responsivo e animações. O resultado vira uma espécie de site-guia vivo. Quando preciso criar uma nova tela, não mando para a IA um prompt vago como “faz algo moderno e premium”. Eu anexo o Design System e peço para ela construir a partir dele. A diferença é enorme: menos tentativa e erro, menos vícios do modelo e muito mais consistência entre as telas.
O problema de usar Design System em Markdown é que ele explica o design… mas não mostra o design funcionando. Você até consegue passar para a IA a fonte, as cores e o tamanho dos espaçamentos. Mas como ela vai entender o background animado? O efeito de mouse? A transição de um card? O hover de um botão? Aquele detalhe visual que torna uma interface genérica em algo com personalidade? É por isso que eu monto meus Design Systems em HTML. O passo a passo é simples: Primeiro, pego uma referência visual e entrego a pasta inteira para a IA analisar: estrutura, CSS, componentes, imagens, SVGs, animações e assets. Depois, ela cria uma página de Overview navegável. Essa é a etapa para enxergar a direção visual completa antes de transformar tudo em regra. Quando aprovo, peço para separar o sistema em blocos: - tipografia e hierarquia de texto; - cores, superfícies, bordas e sombras; - backgrounds e texturas; - ícones; - motion, transições e hovers; - botões, menus, formulários e cards; - componentes maiores, como headers, tabelas, seções e dashboards. E não basta listar esses elementos. Cada componente precisa ser exibido visualmente e com seus estados: default, hover, ativo, responsivo e animações. O resultado vira uma espécie de site-guia vivo. Quando preciso criar uma nova tela, não mando para a IA um prompt vago como “faz algo moderno e premium”. Eu anexo o Design System e peço para ela construir a partir dele. A diferença é enorme: menos tentativa e erro, menos vícios do modelo e muito mais consistência entre as telas.

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