@marcelojr277: No dia 21 de julho de 2026, depois de mais de 19 horas de julgamento, a Justiça condenou os ex-patrões de Lethycia Rodrigues de Lima pela morte da ex-funcionária. Moacir João Ariotti recebeu pena de 16 anos e 4 meses de prisão, enquanto Aline Borin foi condenada a 14 anos, ambos em regime fechado. Além disso, os dois não poderão recorrer em liberdade e terão de pagar R$ 350 mil de indenização à família da vítima. A decisão encerra um caso que chocou Santa Catarina pela crueldade e pelo motivo apontado pela acusação. No dia 29 de setembro de 2025, Lethycia Rodrigues de Lima, de 35 anos, trabalhava na limpeza de kitnets em Palmitos, no Oeste catarinense. Segundo o Ministério Público, ela era submetida a jornadas exaustivas, que chegavam a 22 horas de trabalho por dia, sem carteira assinada. Depois de deixar o emprego, Lethycia passou a cobrar dos antigos patrões o pagamento das verbas rescisórias e dos direitos trabalhistas que, segundo a acusação, nunca haviam sido pagos. Foi nesse momento que tudo mudou. De acordo com a denúncia apresentada no Tribunal do Júri, na tarde do dia 29 de setembro de 2025, Moacir João Ariotti foi até a casa da ex-funcionária acompanhado da companheira, Aline Borin. O objetivo da visita rapidamente se transformou em violência. Ainda segundo a acusação, Moacir tentou atirar primeiro contra o marido de Lethycia, mas a arma falhou. Em seguida, voltou-se para a ex-funcionária. Enquanto ela tentava escapar, Aline teria segurado Lethycia pelos cabelos, impedindo sua fuga. Na sequência, Moacir efetuou os disparos que tiraram a vida da vítima. Os filhos de Lethycia teriam presenciado toda a cena. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime foi motivado pela cobrança dos direitos trabalhistas feita pela ex-funcionária. Após analisar as provas e ouvir testemunhas, os jurados reconheceram a responsabilidade dos dois acusados. Ao final de mais de 19 horas de julgamento, encerrado em 21 de julho de 2026, Moacir João Ariotti foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão, e Aline Borin a 14 anos, ambos em regime fechado. Os dois também tiveram negado o direito de recorrer em liberdade e foram condenados ao pagamento de R$ 350 mil de indenização ao marido e aos herdeiros de Lethycia. A condenação representa o desfecho judicial de um caso que ganhou repercussão por reunir denúncias de exploração trabalhista, uma disputa por direitos e um homicídio que, aconteceu diante da própria família da vítima.
sistema corrupto
Region: BR
Wednesday 29 July 2026 12:34:30 GMT
Music
Download
Comments
BrasilHexa2026🇧🇷⭐⭐⭐⭐⭐⭐🇧🇷❤️ :
350 mil? tá brincando era pra ser no mínimo 1 milhão, uma vida de uma mãe não tem preço.
2026-07-29 14:52:09
3
Simonee02 :
O problema não é o valor é o mau caráter da pessoa q não presta
2026-07-29 13:02:18
2
JONASSNEAKERS 🇧🇷 🇵🇾 :
Sou a favor da prisão perpétua e que todos os bens desses dois deveriam ser retirados e entreguem a família da vítima.
2026-07-29 17:14:35
1
Vinny Soares :
Mais a direita fala que dá pra negociar com o patrão.
2026-07-29 16:33:16
1
Gilson Dércoli :
SO 16 E 14 ANOS!!!!!!@ É POUCO!!!!!!! TIRARAM A VIDE DE UMA PESSOA E CONDENARAM OS FILHOS FICAR SEM A MÃE!!!!!!!
2026-07-29 19:08:45
0
tatu :
prisão perpétua no Brasil
2026-07-29 19:15:37
0
wallacerangel5300 :
dinheiro algum trará sua vida de volta🥺
2026-07-29 20:16:07
0
jeanfernando567 :
Achei que justiça foi feita para esses canalhas parabéns aos profissionais que preferiram essa pena em regime fechado e sem progressão assim espero, porque quem peca gravemente, tem que ficar trancafiado até a expiração dos anos de pena.
2026-07-29 23:16:12
0
To see more videos from user @marcelojr277, please go to the Tikwm
homepage.