@m1raxcry: Тактильность — это способность чувствовать и познавать мир через прикосновения и телесный контакт. Это важная часть общения, которая помогает людям выражать эмоции, снижать стресс и чувствовать себя в безопасности. idk #m1raxcry #wlw #ariabdul #ellaboh #elbruso

m1raxcry
m1raxcry
Open In TikTok:
Region: BY
Wednesday 29 July 2026 15:40:04 GMT
2522
450
3
19

Music

Download

Comments

To see more videos from user @m1raxcry, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

Em protesto com urucum e gritos de ordem, indígenas denunciam mais uma vez o projeto de construção da Ferrogrão no Tapajós e falta de consulta às comunidades afetadas. O protesto ocorreu em Santarém (PA), durante Seminário Técnico sobre Viabilidade dos Aspectos Socioambientais da Ferrovia EF-170, realizado pela Subsecretaria de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes. Indígenas dos povos Munduruku, Kayapó, Panará, Xavante, do Tapajós, além de ribeirinhos e agricultores familiares têm realizado diversos protestos contra o projeto. Com 933 quilômetros de extensão, a ferrovia ligará Sinop, em Mato Grosso, ao porto paraense de Miritituba. O projeto prevê passagens por áreas de preservação permanente e terras indígenas, onde vivem aproximadamente 2,6 mil pessoas. “momento de intolerância por parte dos indígenas da região , agredindo parte dos participantes como membros da Aprosoja” “Os parentes denunciaram a ausência de Consulta Prévia Livre e Informada, a fragilidade dos estudos de impacto e os riscos socioambientais da ferrovia”, informou a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira. “Em frente ao Porto da Cargill, em Santarém (PA), os povos fortaleceram sua posição de resistência aos projetos de logística que atingem territórios e ameaçam a vida. Trilho de destruição: Ferrogrão NÃO!”, protesta a organização. A Ferrogrão tem custo estimado de R$ 24 bilhões e prazo de concessão de uso de 69 anos. Em 2017, o governo do ex-presidente Michel Temer editou uma medida provisória, depois convertida em lei, que alterava limites de quatro unidades de Conservação do Pará para a construção da ferrovia.
Em protesto com urucum e gritos de ordem, indígenas denunciam mais uma vez o projeto de construção da Ferrogrão no Tapajós e falta de consulta às comunidades afetadas. O protesto ocorreu em Santarém (PA), durante Seminário Técnico sobre Viabilidade dos Aspectos Socioambientais da Ferrovia EF-170, realizado pela Subsecretaria de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes. Indígenas dos povos Munduruku, Kayapó, Panará, Xavante, do Tapajós, além de ribeirinhos e agricultores familiares têm realizado diversos protestos contra o projeto. Com 933 quilômetros de extensão, a ferrovia ligará Sinop, em Mato Grosso, ao porto paraense de Miritituba. O projeto prevê passagens por áreas de preservação permanente e terras indígenas, onde vivem aproximadamente 2,6 mil pessoas. “momento de intolerância por parte dos indígenas da região , agredindo parte dos participantes como membros da Aprosoja” “Os parentes denunciaram a ausência de Consulta Prévia Livre e Informada, a fragilidade dos estudos de impacto e os riscos socioambientais da ferrovia”, informou a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira. “Em frente ao Porto da Cargill, em Santarém (PA), os povos fortaleceram sua posição de resistência aos projetos de logística que atingem territórios e ameaçam a vida. Trilho de destruição: Ferrogrão NÃO!”, protesta a organização. A Ferrogrão tem custo estimado de R$ 24 bilhões e prazo de concessão de uso de 69 anos. Em 2017, o governo do ex-presidente Michel Temer editou uma medida provisória, depois convertida em lei, que alterava limites de quatro unidades de Conservação do Pará para a construção da ferrovia.

About