@fabriciocoelhoadvogado: 🚨 Enquanto a média do mercado esbarra nos R$ 4.500, gigantes como a Braspress pagam cerca de R$ 11 mil e dão estrutura completa aos motoristas! Essa disparidade de valores escancara uma realidade que muitas transportadoras fingem não enxergar: quem tem profissional bom na frota precisa pagar o preço da valorização. Motorista experiente não busca apenas um caminhão moderno para rodar; ele analisa o pacote completo de dignidade. 🚚⚠️ 🇧🇷 O pilar da valorização estrutural no trecho: Estrutura além do volante: Oferecer alojamentos higienizados e climatizados, refeitórios com alimentação de qualidade e suporte completo antes e depois das viagens não é luxo, é o mínimo para quem vive na estrada.Retenção de talentos: Empresas que tratam o caminhoneiro com respeito e pagam acima da média não sofrem com falta de pessoal. Elas criam uma fila de profissionais qualificados querendo trabalhar.O custo da rotatividade: Perder motoristas experientes por falta de reconhecimento custa muito mais caro em manutenção de frota, sinistros, atrasos em fretes e processos trabalhistas do que investir em um salário justo. ⚖️ O que a legislação exige de suporte ao motorista? A Lei do Motorista estabelece regras claras que servem de base para um ambiente de trabalho profissional: Pontos de parada e descanso: É dever do setor logístico garantir que o condutor cumpra os tempos de repouso obrigatórios em locais adequados e seguros.Jornada controlada: Respeitar os limites de horas extras e o tempo de direção diária preserva a saúde mental do trabalhador e evita a fadiga extrema que causa acidentes nas rodovias. Valorizar quem movimenta mais de 60% da economia do país nas rodovias é uma obrigação moral e comercial do agronegócio e da logística! 💼✨ 👇 Na sua opinião de quem vive o trecho, o que pesa mais na hora de escolher uma empresa: o salário alto ou as boas condições de trabalho? Deixe seu comentário!