@likeer4ek: фу,он што, моеца? #viral #didgitalart #fup #nicolaspyromaniac #pyromaniac

likeer
likeer
Open In TikTok:
Region: UA
Saturday 01 August 2026 11:32:42 GMT
823
163
16
8

Music

Download

Comments

caxapok_ebobo
𐍃ᥕᥱᥱᴛ 𑀝ᥱⲙᥱᴛᥱry 𝙁𝙇𝘿 :
так у него вроде нету ванны
2026-08-02 13:52:18
3
ruin_your_day
:P :
выбрал мыться
2026-08-01 11:41:50
1
kurator_sinego_kita
куратор синего кита :
скачивать пироманьяк было ошибкой
2026-08-02 06:06:34
1
To see more videos from user @likeer4ek, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

Bom comportamento basta? O preço que a sociedade paga quando o sistema falha O caso que tomou conta das redes sociais não deveria ser tratado apenas como mais uma discussão política. Ele levanta uma pergunta muito mais profunda: quando uma decisão do sistema de Justiça dá errado, quem paga a conta? Um homem de 24 anos foi preso após confessar a morte das próprias filhas, de 3 e 5 anos. O caso ganhou ainda mais repercussão porque ele havia recebido liberdade condicional anteriormente, depois de uma decisão que levou em consideração, entre outros fatores, seu comportamento durante o período em que esteve preso. E foi justamente aí que começou a revolta. A discussão tomou conta das redes sociais e colocou uma pergunta difícil no centro do debate: Bom comportamento basta para determinar que uma pessoa está preparada para voltar ao convívio social? Mas existe uma discussão ainda maior por trás disso. Quanto custa para a sociedade quando uma decisão do sistema falha? Quando falamos de educação financeira, normalmente pensamos em salário, dívidas, investimentos, impostos e inflação. Só que existe uma parte da economia que muita gente ignora: o dinheiro público também é consequência das decisões do Estado. Presídios custam dinheiro. Polícia custa dinheiro. Justiça custa dinheiro. Investigações, processos, assistência social e políticas de segurança também custam dinheiro. E quem financia grande parte dessa estrutura? O contribuinte. Por isso, discutir segurança pública também é discutir economia. Isso não significa colocar preço na vida de uma pessoa. Muito pelo contrário. Significa entender que uma sociedade insegura produz consequências econômicas enormes. Quando uma família é destruída, existe uma consequência humana que nenhum cálculo financeiro consegue medir. Mas também existem consequências para toda a sociedade: famílias que precisam de assistência, investigações que precisam ser realizadas e um sistema público inteiro que precisa responder ao problema. E existe uma pergunta ainda mais desconfortável: O sistema consegue identificar corretamente quem realmente está preparado para voltar ao convívio social? A liberdade condicional não deveria ser resumida simplesmente à ideia de “bom comportamento”. Existem regras, critérios e avaliações que precisam ser considerados. Portanto, o debate não deveria ser simplesmente “solta ou prende”. A discussão deveria ser: Quais critérios são utilizados? Como o risco é avaliado? Quem acompanha essa pessoa depois que ela deixa o sistema prisional? E o que acontece quando as condições determinadas pela Justiça não são cumpridas? Porque, quando alguma coisa dá errado, não é apenas uma questão de esquerda ou direita. É uma questão de Estado. É uma questão de segurança. É uma questão social. E também é uma questão econômica. Talvez essa seja uma das partes mais incômodas dessa história: o cidadão comum paga impostos esperando que o Estado transforme esse dinheiro em segurança, Justiça, educação e serviços públicos eficientes. Quando esses sistemas funcionam, quase ninguém percebe. Quando falham, a sociedade inteira sente. Por isso, esse caso precisa ser discutido com responsabilidade, sem transformar a tragédia em espetáculo e sem usar a dor das vítimas apenas como munição política. O objetivo deveria ser entender onde o sistema pode melhorar e como decisões tão importantes podem ser acompanhadas de maneira mais eficiente. A pergunta que deveria ficar para todos nós é simples: Se uma decisão judicial pode afetar milhares de pessoas, estamos discutindo apenas a punição de um indivíduo ou também estamos discutindo a responsabilidade de todo um sistema? E talvez seja justamente aí que esse assunto deixa de ser apenas política e passa a ser também economia, cidadania e o dinheiro de todos nós.
Bom comportamento basta? O preço que a sociedade paga quando o sistema falha O caso que tomou conta das redes sociais não deveria ser tratado apenas como mais uma discussão política. Ele levanta uma pergunta muito mais profunda: quando uma decisão do sistema de Justiça dá errado, quem paga a conta? Um homem de 24 anos foi preso após confessar a morte das próprias filhas, de 3 e 5 anos. O caso ganhou ainda mais repercussão porque ele havia recebido liberdade condicional anteriormente, depois de uma decisão que levou em consideração, entre outros fatores, seu comportamento durante o período em que esteve preso. E foi justamente aí que começou a revolta. A discussão tomou conta das redes sociais e colocou uma pergunta difícil no centro do debate: Bom comportamento basta para determinar que uma pessoa está preparada para voltar ao convívio social? Mas existe uma discussão ainda maior por trás disso. Quanto custa para a sociedade quando uma decisão do sistema falha? Quando falamos de educação financeira, normalmente pensamos em salário, dívidas, investimentos, impostos e inflação. Só que existe uma parte da economia que muita gente ignora: o dinheiro público também é consequência das decisões do Estado. Presídios custam dinheiro. Polícia custa dinheiro. Justiça custa dinheiro. Investigações, processos, assistência social e políticas de segurança também custam dinheiro. E quem financia grande parte dessa estrutura? O contribuinte. Por isso, discutir segurança pública também é discutir economia. Isso não significa colocar preço na vida de uma pessoa. Muito pelo contrário. Significa entender que uma sociedade insegura produz consequências econômicas enormes. Quando uma família é destruída, existe uma consequência humana que nenhum cálculo financeiro consegue medir. Mas também existem consequências para toda a sociedade: famílias que precisam de assistência, investigações que precisam ser realizadas e um sistema público inteiro que precisa responder ao problema. E existe uma pergunta ainda mais desconfortável: O sistema consegue identificar corretamente quem realmente está preparado para voltar ao convívio social? A liberdade condicional não deveria ser resumida simplesmente à ideia de “bom comportamento”. Existem regras, critérios e avaliações que precisam ser considerados. Portanto, o debate não deveria ser simplesmente “solta ou prende”. A discussão deveria ser: Quais critérios são utilizados? Como o risco é avaliado? Quem acompanha essa pessoa depois que ela deixa o sistema prisional? E o que acontece quando as condições determinadas pela Justiça não são cumpridas? Porque, quando alguma coisa dá errado, não é apenas uma questão de esquerda ou direita. É uma questão de Estado. É uma questão de segurança. É uma questão social. E também é uma questão econômica. Talvez essa seja uma das partes mais incômodas dessa história: o cidadão comum paga impostos esperando que o Estado transforme esse dinheiro em segurança, Justiça, educação e serviços públicos eficientes. Quando esses sistemas funcionam, quase ninguém percebe. Quando falham, a sociedade inteira sente. Por isso, esse caso precisa ser discutido com responsabilidade, sem transformar a tragédia em espetáculo e sem usar a dor das vítimas apenas como munição política. O objetivo deveria ser entender onde o sistema pode melhorar e como decisões tão importantes podem ser acompanhadas de maneira mais eficiente. A pergunta que deveria ficar para todos nós é simples: Se uma decisão judicial pode afetar milhares de pessoas, estamos discutindo apenas a punição de um indivíduo ou também estamos discutindo a responsabilidade de todo um sistema? E talvez seja justamente aí que esse assunto deixa de ser apenas política e passa a ser também economia, cidadania e o dinheiro de todos nós.

About