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Fa Rida
Fa Rida
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Saturday 01 August 2026 15:24:29 GMT
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16a.fodhil
⚓ FODHIL ⚓ FODHIL ⚓ :
يفرج ربي
2026-08-01 20:09:30
0
user018396341
user018396341 :
وين اهنا؟
2026-08-01 17:10:45
0
ladj67
Абделькадер :
علاش تبكي يا اختي الغالية 💐💐💐
2026-08-01 17:40:18
0
user8735888861392
zohir :
طريق السلامه بنت عمي
2026-08-01 16:46:32
0
fouzifarhat
فوزي فرحات :
🥰🥰🥰
2026-08-01 19:30:33
0
t_k1edrisia
mouharem :
❤️❤️❤️
2026-08-01 17:54:36
0
user3997742869279
kamel :
❤️❤️❤️
2026-08-01 17:09:09
0
ltranger.en.faill2
L'étranger en faillite :
🥰🥰🥰
2026-08-01 15:41:47
0
.zouhir29
explorateur de la nature :
🌹🌹🌹
2026-08-01 19:59:33
0
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Suzane von Richthofen contou sua versão do assassinato dos pais, mais de 20 anos após o crime, em um documentário inédito da Netflix, ainda sem data de lançamento. Condenada a 39 anos de prisão e hoje em regime aberto, ela relembrou a infância e descreveu a família como um lar sem afeto, marcado por cobranças e
Suzane von Richthofen contou sua versão do assassinato dos pais, mais de 20 anos após o crime, em um documentário inédito da Netflix, ainda sem data de lançamento. Condenada a 39 anos de prisão e hoje em regime aberto, ela relembrou a infância e descreveu a família como um lar sem afeto, marcado por cobranças e "silêncio emocional". "Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10... Não tinha demonstração de amor", afirmou. Sobre o pai, disse: "Meu pai era zero afeto", e relatou violência: "Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede. Foi horrível". Ela afirmou que se sentia invisível — "Eu e meu irmão fomos ficando invisíveis dentro de casa" — e que encontrou refúgio em Daniel Cravinhos: “Esse espaço vazio foi ocupado pelo Daniel". Segundo Suzane, o relacionamento agravou os conflitos, que chegaram à agressão: "Ele me deu um tapão na cara tão forte que meu rosto virou pro lado". O ponto de virada, segundo ela, foi quando os pais viajaram e Daniel passou a viver na casa: "Foi um mês de liberdade total... sexo, drogas e rock 'n' roll. Aquele mês mudou tudo". Sobre o crime, disse que a ideia surgiu aos poucos: "A gente dizia que seria muito bom se eles não existissem... Eu aceitei. A culpa é minha. Claro que é minha", mas negou participação direta: “Eu não construí a arma do crime". Na noite, afirmou: "Eu fiquei no sofá, com a mão no ouvido... Eu sabia", descrevendo-se como "um robô, sem sentimento". Ela também negou a versão de que teria feito uma festa após o crime: "Não tinha a menor condição... a casa estava com cheiro de sangue". Hoje, tenta se desvincular do passado: "Aquela Suzane ficou lá no passado... morreu junto com os meus pais", disse, afirmando ser "uma outra pessoa” e vendo no filho redenção: “Quando eu olho para o meu filho, eu tenho a certeza de que Deus me perdoou", embora admita o peso da história: “Você entra num lugar e parece que o ar para. Todo mundo olha". VÃO ASSISTIR???😳😳 #suzanevonrichthofen #casocriminal #foryou #fyyyyyyyyyyyyyyyyyyy #ameninaquematouospais

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