@larsluver: This is them if you even care… #driver #drive2011 #richard #murderbynumbers #fyp

lilly 💫
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Monday 03 August 2026 06:27:31 GMT
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Comments

packet_seasoning
phew :
Richard is the annoying cousin driver gets stuck with at every family gathering
2026-08-03 15:24:56
136
alyx._.in._.wonderland
flaminghotpringles :
wait where did you get this seal video its so fucking adorable
2026-08-03 07:18:57
46
hearts4wrussell
Purple Henry Letham :
Purple Henry Letham
2026-08-03 09:48:13
22
best.hell.lord
Eve :
Richard is such a little instigator and as soon as driver retaliates, richard cries
2026-08-03 14:43:23
12
nitr0glycer1ne
💖 Sarah ✨ :
richard would try to impress his older brother? cousin? driver soooo bad (but try to act nonchalant about it) and fail miserably at it 😭😭
2026-08-04 15:44:47
5
amped.vamp
amped.vamp :
Richard would be annoying as hell 😂 (because he is, but that’s okay I love him anyway)
2026-08-03 13:28:14
3
satincoggun
ᰍ̼ ׅһᥱᥒrᥡ ꒰ ძrі᥎ᥱrs ᑲᥱᥣ᥆᥎ᥱძ 🦂 :
Driver mention ough
2026-08-03 12:25:35
1
queenmmm_
mon :
😭
2026-08-03 16:24:37
1
cutbyleland
jerry :
@kichmarik XD
2026-08-04 16:40:58
2
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Eu abandonei o Power Point e o Google Slides depois que descobri esta forma de criar slides. O fluxo que tenho usado é bem mais próximo de desenvolvimento do que de apresentação tradicional. Primeiro, você monta uma pasta com todos os assets do projeto: imagens, vídeos e qualquer outro arquivo que vá entrar na apresentação. Depois, cria um arquivo de texto ou markdown com o conteúdo bruto dos slides — sem se preocupar com layout nessa etapa. A ideia aqui é definir a estrutura e a narrativa slide a slide. Com isso pronto, você abre o Claude Code e pede para ele gerar um HTML de apresentação com base nesses arquivos. Esse ponto é importante: em vez de gerar um .pptx, você gera uma apresentação em HTML. Isso te dá muito mais controle sobre layout, navegação, transições, atalhos de teclado e comportamento visual no geral. Mesmo com um prompt simples, o resultado já costuma ficar muito bom. Mas o que realmente melhora a qualidade é adicionar um design system no contexto. Ou seja: um arquivo com regras visuais claras sobre tipografia, cores, espaçamentos, componentes e estilo geral da interface. Quando o Claude recebe esse material junto com o rascunho e os assets, ele para de “inventar design” no escuro e passa a seguir uma direção visual consistente. E se quiser escalar ainda mais o processo, dá pra colocar múltiplos design systems numa pasta e pedir para ele gerar várias versões da mesma apresentação em paralelo com subagents. Na prática, você transforma a criação de slides num pipeline: estrutura → assets → design system → geração → comparação de versões. No fim, em vez de passar horas lapidando uma apresentação manualmente, você gera várias opções de alto nível e escolhe a melhor. Se você trabalha com aulas, pitches ou apresentações comerciais, esse fluxo é simplesmente muito mais eficiente.
Eu abandonei o Power Point e o Google Slides depois que descobri esta forma de criar slides. O fluxo que tenho usado é bem mais próximo de desenvolvimento do que de apresentação tradicional. Primeiro, você monta uma pasta com todos os assets do projeto: imagens, vídeos e qualquer outro arquivo que vá entrar na apresentação. Depois, cria um arquivo de texto ou markdown com o conteúdo bruto dos slides — sem se preocupar com layout nessa etapa. A ideia aqui é definir a estrutura e a narrativa slide a slide. Com isso pronto, você abre o Claude Code e pede para ele gerar um HTML de apresentação com base nesses arquivos. Esse ponto é importante: em vez de gerar um .pptx, você gera uma apresentação em HTML. Isso te dá muito mais controle sobre layout, navegação, transições, atalhos de teclado e comportamento visual no geral. Mesmo com um prompt simples, o resultado já costuma ficar muito bom. Mas o que realmente melhora a qualidade é adicionar um design system no contexto. Ou seja: um arquivo com regras visuais claras sobre tipografia, cores, espaçamentos, componentes e estilo geral da interface. Quando o Claude recebe esse material junto com o rascunho e os assets, ele para de “inventar design” no escuro e passa a seguir uma direção visual consistente. E se quiser escalar ainda mais o processo, dá pra colocar múltiplos design systems numa pasta e pedir para ele gerar várias versões da mesma apresentação em paralelo com subagents. Na prática, você transforma a criação de slides num pipeline: estrutura → assets → design system → geração → comparação de versões. No fim, em vez de passar horas lapidando uma apresentação manualmente, você gera várias opções de alto nível e escolhe a melhor. Se você trabalha com aulas, pitches ou apresentações comerciais, esse fluxo é simplesmente muito mais eficiente.

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