@noyashevach1:

Noya_shevach
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Monday 03 August 2026 15:32:05 GMT
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daniielaspammmm
Daniela :
פשוט הבן אדם האהוב עליי
2026-08-03 15:40:29
0
linoy.mokadi
Linoy :
יפהפהפהפ
2026-08-03 17:26:08
0
daniielaspammmm
Daniela :
חחחחחחחחחחחחחחחחח!
2026-08-03 15:40:33
0
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Tem frases que a gente ouviu a vida inteira e repete sem perceber. “A mamãe fica triste”, “a vovó vai chorar”, “olha o que você fez comigo”. Isso é tão comum que parece inofensivo, mas quando a criança cresce achando que é responsável pelo sentimento do adulto, algo muito importante se perde ali. Ela não aprende o que é certo ou errado, aprende a agradar o adulto, aprende a se calar, a ceder, a ignorar o próprio corpo para manter o outro bem. O cérebro infantil faz essa associação rápido: segurança vem da aprovação, se eu agrado eu fico segura, se eu desagrado eu corro risco. E isso molda crianças que obedecem por medo, não porque aprenderam o que é o certo a ser feito.  Quando ensinamos limite com clareza “bater machuca”, “isso não pode”, “vou ficar aqui até a raiva passar”, a criança aprende o que é certo e que tem um adulto disponível para ensinar, colocar limites e acompanhar sentimentos. Quando usamos a culpa “você me deixou triste”, “olha o que você fez comigo”, o que ela aprende é preciso fazer o adulto feliz, eu sou culpado por ele estar triste.  E tem algo ainda mais sério nisso. Crianças que não aprendem a respeitar seus próprios limites corporais, que crescem acreditando que precisam ceder para não desagradar o adulto, ficam mais vulneráveis a abusadores. Porque a lógica é a mesma que o abusador usa: “se você não fizer, eu fico triste”, “se você contar, eu vou chorar”. Limite corporal não é falta de educação, é proteção. Então fica a primeira pergunta para reflexão: estou ensinando meu filho a entender o que é certo e errado… ou a se adaptar para agradar o adulto? E a segunda é pra você que está lendo: Você é um adulto que tenta agradar todo mundo, que sente culpa ao dizer não, que se responsabiliza pelo sentimento dos outros?  É, não é de agora… vem la da sua infância  Consciência não é culpa. É chance de fazer diferente. Me segue aqui
Tem frases que a gente ouviu a vida inteira e repete sem perceber. “A mamãe fica triste”, “a vovó vai chorar”, “olha o que você fez comigo”. Isso é tão comum que parece inofensivo, mas quando a criança cresce achando que é responsável pelo sentimento do adulto, algo muito importante se perde ali. Ela não aprende o que é certo ou errado, aprende a agradar o adulto, aprende a se calar, a ceder, a ignorar o próprio corpo para manter o outro bem. O cérebro infantil faz essa associação rápido: segurança vem da aprovação, se eu agrado eu fico segura, se eu desagrado eu corro risco. E isso molda crianças que obedecem por medo, não porque aprenderam o que é o certo a ser feito. Quando ensinamos limite com clareza “bater machuca”, “isso não pode”, “vou ficar aqui até a raiva passar”, a criança aprende o que é certo e que tem um adulto disponível para ensinar, colocar limites e acompanhar sentimentos. Quando usamos a culpa “você me deixou triste”, “olha o que você fez comigo”, o que ela aprende é preciso fazer o adulto feliz, eu sou culpado por ele estar triste. E tem algo ainda mais sério nisso. Crianças que não aprendem a respeitar seus próprios limites corporais, que crescem acreditando que precisam ceder para não desagradar o adulto, ficam mais vulneráveis a abusadores. Porque a lógica é a mesma que o abusador usa: “se você não fizer, eu fico triste”, “se você contar, eu vou chorar”. Limite corporal não é falta de educação, é proteção. Então fica a primeira pergunta para reflexão: estou ensinando meu filho a entender o que é certo e errado… ou a se adaptar para agradar o adulto? E a segunda é pra você que está lendo: Você é um adulto que tenta agradar todo mundo, que sente culpa ao dizer não, que se responsabiliza pelo sentimento dos outros? É, não é de agora… vem la da sua infância Consciência não é culpa. É chance de fazer diferente. Me segue aqui

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