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carlos.barrera969
🤘😎🇻🇪Carlos Barrera🇻🇪😎🤘 :
guaoo asi o mas hermossaaa
2026-08-05 08:01:59
2
nanygrina
❤️‍🔥🅽🅰🅽🆈🅶🆁🅸🅽🅰❤️‍🔥 :
fabuloso corazón lindo día 💋💋💋🔁
2026-08-05 05:22:08
2
myattashuili4
shai :
2026-08-05 05:54:06
2
shennysierra
ᔕᕼᗴᑎᑎƳ ᔕᏆᗴᖇᖇᗩ :
Hola hola
2026-08-06 05:27:54
0
robinsonpaez635
👿diablito Black 🔥 :
😈💕
2026-08-07 15:05:38
1
tavourdada
tavourdada :
❤️❤️❤️❤️
2026-08-05 11:10:23
2
patitamercedesc6
Patitamercedesc6 :
buenas tardes mi querida amiga cariños 🎵🎶🎼💃
2026-08-05 19:01:03
1
andresdansce1
andresdance😎 :
reina ✨️
2026-08-05 05:40:12
2
roberto.cortez60
Roberto Cortez :
apoyando,ando, saludos amiga
2026-08-07 16:08:48
0
rcap1262qqt
cesar :
saludos
2026-08-07 23:26:42
0
myattashuili4
shai :
sexyyyyyy
2026-08-05 05:54:21
2
primolar12
Papichulo :
mamasitaaaa🥰🥰
2026-08-05 02:38:10
2
laloto351
torres lalo :
🥰🥰🥰
2026-08-05 02:28:57
2
fermontfort
FerMontfort :
👌👌👌
2026-08-05 20:24:19
1
blacksoul1202
miguelangel hidalgo :
😍🥰😍🥰😍🥰😍🥰
2026-08-05 22:08:19
1
andresdansce1
andresdance😎 :
❤️❤️❤️
2026-08-05 05:40:01
2
joserocki.fiel0
Jose.rocki.el más fiel :
❤️❤️❤️
2026-08-08 15:08:30
0
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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga uma nova linha de apuração no caso da recém-nascida de 28 dias que desapareceu em Campo Grande. Após relatar inicialmente um suposto sequestro, a mãe da criança, de 17 anos, e a irmã mudaram a versão dos fatos durante depoimento e afirmaram que a bebê teria sido entregue em razão de uma dívida atribuída ao pai da criança, apontado como integrante de uma facção criminosa. O caso é conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que agora concentra os esforços na localização da recém-nascida, na identificação da pessoa que ficou com a criança e na apuração da responsabilidade de todos os envolvidos. Primeira versão mobilizou forças de segurança Na primeira versão apresentada à polícia, as adolescentes relataram que haviam sido atraídas até uma residência no Bairro Universitário por uma mulher conhecida por meio de um grupo de WhatsApp voltado à venda e doação de roupas infantis. Segundo o boletim de ocorrência, elas afirmaram que, ao chegarem ao imóvel, encontraram cerca de dez homens e foram mantidas sob ameaças durante várias horas. A mãe da bebê declarou que teria sido coagida a entregar a filha e ameaçada de morte caso se recusasse. Ainda conforme o relato, seu telefone celular permaneceu com o grupo. As duas disseram que, durante a madrugada, foram deixadas nas proximidades da UPA Universitário, na Avenida Guaicurus, sem a recém-nascida. Com base nessas informações, a Polícia Militar realizou buscas na região indicada. No entanto, durante as diligências, as adolescentes não conseguiram reconhecer os locais mencionados e os policiais não encontraram elementos que confirmassem a dinâmica inicialmente apresentada. Versão foi alterada durante depoimentos Com o avanço das investigações e das oitivas, as adolescentes admitiram que o suposto sequestro não ocorreu. Segundo a nova versão apresentada à Polícia Civil, a recém-nascida teria sido entregue a outra pessoa como forma de quitar uma dívida atribuída ao pai da criança. A partir dessa mudança, a investigação passou a concentrar esforços para esclarecer como ocorreu a entrega, quem recebeu a bebê e qual seria a relação da dívida mencionada com o pai da recém-nascida. Polícia busca localizar a criança Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é que, conforme apurado até o momento, a bebê ainda não possuía registro civil de nascimento nem CPF. A DEPCA segue realizando diligências para localizar a criança, esclarecer todas as circunstâncias do caso e responsabilizar criminalmente os envolvidos, caso sejam confirmadas irregularidades. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre o paradeiro da recém-nascida nem confirmou prisões relacionadas à investigação. ___ 👉 Siga @ocampograndense Leia: www.ocampograndense.br
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga uma nova linha de apuração no caso da recém-nascida de 28 dias que desapareceu em Campo Grande. Após relatar inicialmente um suposto sequestro, a mãe da criança, de 17 anos, e a irmã mudaram a versão dos fatos durante depoimento e afirmaram que a bebê teria sido entregue em razão de uma dívida atribuída ao pai da criança, apontado como integrante de uma facção criminosa. O caso é conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que agora concentra os esforços na localização da recém-nascida, na identificação da pessoa que ficou com a criança e na apuração da responsabilidade de todos os envolvidos. Primeira versão mobilizou forças de segurança Na primeira versão apresentada à polícia, as adolescentes relataram que haviam sido atraídas até uma residência no Bairro Universitário por uma mulher conhecida por meio de um grupo de WhatsApp voltado à venda e doação de roupas infantis. Segundo o boletim de ocorrência, elas afirmaram que, ao chegarem ao imóvel, encontraram cerca de dez homens e foram mantidas sob ameaças durante várias horas. A mãe da bebê declarou que teria sido coagida a entregar a filha e ameaçada de morte caso se recusasse. Ainda conforme o relato, seu telefone celular permaneceu com o grupo. As duas disseram que, durante a madrugada, foram deixadas nas proximidades da UPA Universitário, na Avenida Guaicurus, sem a recém-nascida. Com base nessas informações, a Polícia Militar realizou buscas na região indicada. No entanto, durante as diligências, as adolescentes não conseguiram reconhecer os locais mencionados e os policiais não encontraram elementos que confirmassem a dinâmica inicialmente apresentada. Versão foi alterada durante depoimentos Com o avanço das investigações e das oitivas, as adolescentes admitiram que o suposto sequestro não ocorreu. Segundo a nova versão apresentada à Polícia Civil, a recém-nascida teria sido entregue a outra pessoa como forma de quitar uma dívida atribuída ao pai da criança. A partir dessa mudança, a investigação passou a concentrar esforços para esclarecer como ocorreu a entrega, quem recebeu a bebê e qual seria a relação da dívida mencionada com o pai da recém-nascida. Polícia busca localizar a criança Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é que, conforme apurado até o momento, a bebê ainda não possuía registro civil de nascimento nem CPF. A DEPCA segue realizando diligências para localizar a criança, esclarecer todas as circunstâncias do caso e responsabilizar criminalmente os envolvidos, caso sejam confirmadas irregularidades. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre o paradeiro da recém-nascida nem confirmou prisões relacionadas à investigação. ___ 👉 Siga @ocampograndense Leia: www.ocampograndense.br

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