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faizaaanee
Faizaaanee :
I love San Francisco
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thevolvovaledictorian
sambabam :
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asianbaddie667
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_asianlarp
_asian :
2026-08-12 05:41:06
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A onda bolsonarista que varreu o país nas eleições deste domingo (4/10) fez como vítimas também os representantes institucionais de algumas das maiores denominações evangélicas do país, substituídos, nas urnas, por candidatos que, ainda que se apresentem como evangélicos, não têm compromisso institucional com as igrejas que frequentam. Duas denominações representam o fracasso eleitoral histórico. O pastor RR Soares, da líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, tinha quatro filhos buscando a reeleição. Nenhum conseguiu novo mandato. Já o pastor Samuel Ferreira, do Ministério de Madureira da Assembleia de Deus do Brás, pretendia eleger quatro deputados só em São Paulo, mas ficou sem nenhum. Até Cezinha de Madureira (PL), deputado federal da AD Brás e bastante próximo ao ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF), não conseguiu se reeleger. Ele teve 60.596 votos e ficou em 21º lugar entre os candidatos do PL, que elegeu 19 deputados federais em São Paulo. Como segundo suplente, é possível que ele acabe assumindo um mandato durante a legislatura. Por enquanto, está sem mandato. Como mostrou a coluna, o Ministério de Madureira da AD Brás dividiu São Paulo ao meio com um plano ousado de eleger dois deputados federais e dois estaduais sem necessariamente ampliar a votação obtida em 2022. O plano deu completamente errado não só pela divisão, mas principalmente porque os votos encolheram. Na corrida para uma cadeira na Assembleia Legislativa Oseias de Madureira (PL) teve 42 mil votos, e Elias de Madureira (PL), 32 mil. Na eleição de 2022, Oseias teve 137 mil votos – ele fez uma campanha menos intensa desta vez, porque está se tratando de uma doença. Rogério de Madureira (PL), que dobrava com Alex e concorria a federal, teve 31 mil votos como candidato da AD Brás no interior. Também candidata institucional da igreja, a vereadora Pastora Sanda Alves (União) é mais uma que não se elegeu – ela pelo menos é a primeira suplente para deputada federal da Federação União Progressista.
A onda bolsonarista que varreu o país nas eleições deste domingo (4/10) fez como vítimas também os representantes institucionais de algumas das maiores denominações evangélicas do país, substituídos, nas urnas, por candidatos que, ainda que se apresentem como evangélicos, não têm compromisso institucional com as igrejas que frequentam. Duas denominações representam o fracasso eleitoral histórico. O pastor RR Soares, da líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, tinha quatro filhos buscando a reeleição. Nenhum conseguiu novo mandato. Já o pastor Samuel Ferreira, do Ministério de Madureira da Assembleia de Deus do Brás, pretendia eleger quatro deputados só em São Paulo, mas ficou sem nenhum. Até Cezinha de Madureira (PL), deputado federal da AD Brás e bastante próximo ao ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF), não conseguiu se reeleger. Ele teve 60.596 votos e ficou em 21º lugar entre os candidatos do PL, que elegeu 19 deputados federais em São Paulo. Como segundo suplente, é possível que ele acabe assumindo um mandato durante a legislatura. Por enquanto, está sem mandato. Como mostrou a coluna, o Ministério de Madureira da AD Brás dividiu São Paulo ao meio com um plano ousado de eleger dois deputados federais e dois estaduais sem necessariamente ampliar a votação obtida em 2022. O plano deu completamente errado não só pela divisão, mas principalmente porque os votos encolheram. Na corrida para uma cadeira na Assembleia Legislativa Oseias de Madureira (PL) teve 42 mil votos, e Elias de Madureira (PL), 32 mil. Na eleição de 2022, Oseias teve 137 mil votos – ele fez uma campanha menos intensa desta vez, porque está se tratando de uma doença. Rogério de Madureira (PL), que dobrava com Alex e concorria a federal, teve 31 mil votos como candidato da AD Brás no interior. Também candidata institucional da igreja, a vereadora Pastora Sanda Alves (União) é mais uma que não se elegeu – ela pelo menos é a primeira suplente para deputada federal da Federação União Progressista.

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