@formals93: галдаааа #голда #сталкер #stalkergamma #anomalygamma #gamma

私は誰ですか
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Wednesday 05 August 2026 18:33:57 GMT
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xaron4ikneverwillrize
xaron4ik -_- :
так гамму еще не позорили
2026-08-10 08:11:21
7
hue.magnit
¹⁶¹ sentinel 🌹 :
очень смешно
2026-08-07 17:24:22
4
jrets6
Jrets :
Где купить кукри?
2026-08-10 10:41:00
1
egolifter3000
egolifter3000 :
Ахапххахапххпхахаххахах
2026-08-06 00:22:07
1
ilk_noobo
ILk_noobo[Долг] :
он еще и под прикрытием...
2026-08-08 00:07:18
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Em protesto com urucum e gritos de ordem, indígenas denunciam mais uma vez o projeto de construção da Ferrogrão no Tapajós e falta de consulta às comunidades afetadas. O protesto ocorreu em Santarém (PA), durante Seminário Técnico sobre Viabilidade dos Aspectos Socioambientais da Ferrovia EF-170, realizado pela Subsecretaria de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes. Indígenas dos povos Munduruku, Kayapó, Panará, Xavante, do Tapajós, além de ribeirinhos e agricultores familiares têm realizado diversos protestos contra o projeto. Com 933 quilômetros de extensão, a ferrovia ligará Sinop, em Mato Grosso, ao porto paraense de Miritituba. O projeto prevê passagens por áreas de preservação permanente e terras indígenas, onde vivem aproximadamente 2,6 mil pessoas. “momento de intolerância por parte dos indígenas da região , agredindo parte dos participantes como membros da Aprosoja” “Os parentes denunciaram a ausência de Consulta Prévia Livre e Informada, a fragilidade dos estudos de impacto e os riscos socioambientais da ferrovia”, informou a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira. “Em frente ao Porto da Cargill, em Santarém (PA), os povos fortaleceram sua posição de resistência aos projetos de logística que atingem territórios e ameaçam a vida. Trilho de destruição: Ferrogrão NÃO!”, protesta a organização. A Ferrogrão tem custo estimado de R$ 24 bilhões e prazo de concessão de uso de 69 anos. Em 2017, o governo do ex-presidente Michel Temer editou uma medida provisória, depois convertida em lei, que alterava limites de quatro unidades de Conservação do Pará para a construção da ferrovia.
Em protesto com urucum e gritos de ordem, indígenas denunciam mais uma vez o projeto de construção da Ferrogrão no Tapajós e falta de consulta às comunidades afetadas. O protesto ocorreu em Santarém (PA), durante Seminário Técnico sobre Viabilidade dos Aspectos Socioambientais da Ferrovia EF-170, realizado pela Subsecretaria de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes. Indígenas dos povos Munduruku, Kayapó, Panará, Xavante, do Tapajós, além de ribeirinhos e agricultores familiares têm realizado diversos protestos contra o projeto. Com 933 quilômetros de extensão, a ferrovia ligará Sinop, em Mato Grosso, ao porto paraense de Miritituba. O projeto prevê passagens por áreas de preservação permanente e terras indígenas, onde vivem aproximadamente 2,6 mil pessoas. “momento de intolerância por parte dos indígenas da região , agredindo parte dos participantes como membros da Aprosoja” “Os parentes denunciaram a ausência de Consulta Prévia Livre e Informada, a fragilidade dos estudos de impacto e os riscos socioambientais da ferrovia”, informou a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira. “Em frente ao Porto da Cargill, em Santarém (PA), os povos fortaleceram sua posição de resistência aos projetos de logística que atingem territórios e ameaçam a vida. Trilho de destruição: Ferrogrão NÃO!”, protesta a organização. A Ferrogrão tem custo estimado de R$ 24 bilhões e prazo de concessão de uso de 69 anos. Em 2017, o governo do ex-presidente Michel Temer editou uma medida provisória, depois convertida em lei, que alterava limites de quatro unidades de Conservação do Pará para a construção da ferrovia.

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