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A Organização não governamental internacional Human Rights Watch (HRW) identificou indícios de manipulação generalizada das câmeras corporais dos policiais, uso excessivo da força e problemas na preservação dos locais onde as vítimas foram mortas na ação policial que deixou 122 mortos no Rio de Janeiro, há 1 ano. O relatório foi divulgado nesta quarta-feira (28). A operação foi realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da capital fluminense. Entre os mortos, cinco eram policiais. A ONG realizou 41 entrevistas com familiares das vítimas e autoridades e analisou 4.4 mil horas de gravações de câmeras corporais dos policiais, laudos de necropsia, autos de procedimentos investigatórios criminais, processos judiciais e mais de 600 vídeos e fotografias. Apesar do volume de material, a organização afirmou não ter encontrado registros em vídeo das mortes e questiona a atuação dos agentes e a condução das investigações. Até a publicação do relatório, os comandantes que tomaram as decisões sobre a operação e os comandantes de unidades específicas envolvidas não foram responsabilizados. O Ministério Público denunciou 19 policiais, que aguardam julgamento, por invasão de domicílio, furto, manipulação de câmeras corporais, entre outros crimes, mas nenhum por uso ilegal da força. 📰 Beatriz Nogueira 💻 Confira a reportagem completa. Link na bio. 📸 Agência Brasil/Arquivo #sbtnews #notícias #jornalismosbt #rj #violência
A Organização não governamental internacional Human Rights Watch (HRW) identificou indícios de manipulação generalizada das câmeras corporais dos policiais, uso excessivo da força e problemas na preservação dos locais onde as vítimas foram mortas na ação policial que deixou 122 mortos no Rio de Janeiro, há 1 ano. O relatório foi divulgado nesta quarta-feira (28). A operação foi realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da capital fluminense. Entre os mortos, cinco eram policiais. A ONG realizou 41 entrevistas com familiares das vítimas e autoridades e analisou 4.4 mil horas de gravações de câmeras corporais dos policiais, laudos de necropsia, autos de procedimentos investigatórios criminais, processos judiciais e mais de 600 vídeos e fotografias. Apesar do volume de material, a organização afirmou não ter encontrado registros em vídeo das mortes e questiona a atuação dos agentes e a condução das investigações. Até a publicação do relatório, os comandantes que tomaram as decisões sobre a operação e os comandantes de unidades específicas envolvidas não foram responsabilizados. O Ministério Público denunciou 19 policiais, que aguardam julgamento, por invasão de domicílio, furto, manipulação de câmeras corporais, entre outros crimes, mas nenhum por uso ilegal da força. 📰 Beatriz Nogueira 💻 Confira a reportagem completa. Link na bio. 📸 Agência Brasil/Arquivo #sbtnews #notícias #jornalismosbt #rj #violência

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