@fafi__love_3: አሞቼ Ⓢ🦋Ⓗ

ግደለሿ 🇹🇷✌️
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Thursday 06 August 2026 01:18:51 GMT
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mdkhan648719122721
ሰላም :
የኔዋ❤️❤️❤️❤️❤️❤️
2026-08-06 01:26:59
0
nacira.nasira8
nasira :
🥰🥰
2026-08-06 01:30:26
0
.fs6337
የናቷ ልጅ ነኝ🦋Turkawitua🇹🇷🕊️ :
የኔ ♥️♥️♥️
2026-08-06 01:40:15
0
one.day11099
my mother is my queen 👑👑🤱🥀 :
🥰🥰
2026-08-06 11:24:58
0
bemni304
𝐁𝐞𝐦𝐧𝐢🇹🇷𝐁𝐭𝐬⁷Ⓥ🐯🦋 :
🥰🥰🥰
2026-08-06 08:34:51
0
.fs6337
የናቷ ልጅ ነኝ🦋Turkawitua🇹🇷🕊️ :
🥰🥰🥰
2026-08-06 01:40:06
0
alishawolloo
🔐 ሳጃር✌️ 🇪🇹🇹🇷🇸🇦🖇 :
🥰🥰🥰
2026-08-07 10:20:07
0
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A maioria das crianças não sofre por ter pais separados. Sofre quando os adultos se separam também delas. E isso acontece muito mais do que a gente imagina. O IBGE mostra que, em cerca de 76% das separações no Brasil, a criança passa a viver apenas com um dos pais no cotidiano. E é nesse espaço entre casas, rotinas e afetos que o silêncio vira ferida. Quando o adulto não fala, a criança cria explicação. E nenhuma criança preenche silêncio com paz. Ela preenche com culpa, com fantasia e com medo de ser a causa da mudança. O corpo dela interpreta ausência como rejeição, mesmo quando o amor continua ali. É por isso que conversar é tão urgente. Explicar protege. Dar nome ao que está acontecendo devolve chão. A criança que entende que a separação é entre os adultos, e não com ela, respira de um jeito diferente. Ela não precisa adivinhar. Não precisa escolher lado. Não precisa se sentir metade de nada. O que sustenta a saúde emocional dela não é perfeição. É presença. É acesso. É rotina afetiva. É alguém que pergunta como ela está, o que ela entendeu e o que ainda dói. Quando existe espaço para falar, a ferida não vira segredo. Vira vínculo. Famílias mudam de forma. Mas quando a criança continua incluída, vista e amada, ela não se perde no meio da mudança. Ela atravessa. Se isso te atravessou, comenta: “Conversa é cuidado”. E compartilha com quem ainda acha que proteger é evitar o assunto, quando, na verdade, proteger é incluir a criança na própria história. Referência do dado de 76%: IBGE. Estatísticas do Registro Civil 2022. Tabela: Filhos menores – responsável pela guarda – segundo tipo de dissolução conjugal. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?view=detalhes&id=719&tit=estatisticas-do-registro-civil  #ConversaÉCuidado #SeparaçãoComRespeito #Parentalidade
A maioria das crianças não sofre por ter pais separados. Sofre quando os adultos se separam também delas. E isso acontece muito mais do que a gente imagina. O IBGE mostra que, em cerca de 76% das separações no Brasil, a criança passa a viver apenas com um dos pais no cotidiano. E é nesse espaço entre casas, rotinas e afetos que o silêncio vira ferida. Quando o adulto não fala, a criança cria explicação. E nenhuma criança preenche silêncio com paz. Ela preenche com culpa, com fantasia e com medo de ser a causa da mudança. O corpo dela interpreta ausência como rejeição, mesmo quando o amor continua ali. É por isso que conversar é tão urgente. Explicar protege. Dar nome ao que está acontecendo devolve chão. A criança que entende que a separação é entre os adultos, e não com ela, respira de um jeito diferente. Ela não precisa adivinhar. Não precisa escolher lado. Não precisa se sentir metade de nada. O que sustenta a saúde emocional dela não é perfeição. É presença. É acesso. É rotina afetiva. É alguém que pergunta como ela está, o que ela entendeu e o que ainda dói. Quando existe espaço para falar, a ferida não vira segredo. Vira vínculo. Famílias mudam de forma. Mas quando a criança continua incluída, vista e amada, ela não se perde no meio da mudança. Ela atravessa. Se isso te atravessou, comenta: “Conversa é cuidado”. E compartilha com quem ainda acha que proteger é evitar o assunto, quando, na verdade, proteger é incluir a criança na própria história. Referência do dado de 76%: IBGE. Estatísticas do Registro Civil 2022. Tabela: Filhos menores – responsável pela guarda – segundo tipo de dissolução conjugal. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?view=detalhes&id=719&tit=estatisticas-do-registro-civil #ConversaÉCuidado #SeparaçãoComRespeito #Parentalidade

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