@melaniewtl: VLOG : aujourd’hui on va manger chez mes parents avec Baby Loan et surprise à la fin je suis trop fière 🤭✨🤍👶🏼🍼 #Vlog #dailyvlog #momlife #grwm #baby

Melanie wtl
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Friday 07 August 2026 18:33:08 GMT
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Comments

chamallow167
Charlène Noah thyago Lhoona 🦁 :
Bravo baby chou 🥰🥰 ça passe trop vite il évolue trop vite ce petit bout 🥰
2026-08-07 18:56:44
3
lunayona
Luna :
Ma fille fais les même réveils que Loan jpp on a trop du mal à se rendormir à 5h du coup on est flingues :(
2026-08-07 18:44:59
2
.l..bzr
🪸L’O U 🌺🥭🪩 :
Trop chou ❤️
2026-08-08 04:43:22
0
clea.longeau
Cléa Longeau :
tu es magnifique et vos tenues matché aussi !!💗
2026-08-07 19:25:23
1
rubydiamant0
Ruby Diamant XIII :
tellement beau ce bébé 🙂
2026-08-07 18:54:03
1
i.lpz5
𝐔𝐬𝐞𝐫𝐫_𝟔𝟗𝐤 🧟‍♀️ :
Le plus beau ♥️🥹
2026-08-07 19:18:06
1
okookokoko5
flookf :
il est trop beau loan
2026-08-08 10:18:52
0
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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga uma nova linha de apuração no caso da recém-nascida de 28 dias que desapareceu em Campo Grande. Após relatar inicialmente um suposto sequestro, a mãe da criança, de 17 anos, e a irmã mudaram a versão dos fatos durante depoimento e afirmaram que a bebê teria sido entregue em razão de uma dívida atribuída ao pai da criança, apontado como integrante de uma facção criminosa. O caso é conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que agora concentra os esforços na localização da recém-nascida, na identificação da pessoa que ficou com a criança e na apuração da responsabilidade de todos os envolvidos. Primeira versão mobilizou forças de segurança Na primeira versão apresentada à polícia, as adolescentes relataram que haviam sido atraídas até uma residência no Bairro Universitário por uma mulher conhecida por meio de um grupo de WhatsApp voltado à venda e doação de roupas infantis. Segundo o boletim de ocorrência, elas afirmaram que, ao chegarem ao imóvel, encontraram cerca de dez homens e foram mantidas sob ameaças durante várias horas. A mãe da bebê declarou que teria sido coagida a entregar a filha e ameaçada de morte caso se recusasse. Ainda conforme o relato, seu telefone celular permaneceu com o grupo. As duas disseram que, durante a madrugada, foram deixadas nas proximidades da UPA Universitário, na Avenida Guaicurus, sem a recém-nascida. Com base nessas informações, a Polícia Militar realizou buscas na região indicada. No entanto, durante as diligências, as adolescentes não conseguiram reconhecer os locais mencionados e os policiais não encontraram elementos que confirmassem a dinâmica inicialmente apresentada. Versão foi alterada durante depoimentos Com o avanço das investigações e das oitivas, as adolescentes admitiram que o suposto sequestro não ocorreu. Segundo a nova versão apresentada à Polícia Civil, a recém-nascida teria sido entregue a outra pessoa como forma de quitar uma dívida atribuída ao pai da criança. A partir dessa mudança, a investigação passou a concentrar esforços para esclarecer como ocorreu a entrega, quem recebeu a bebê e qual seria a relação da dívida mencionada com o pai da recém-nascida. Polícia busca localizar a criança Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é que, conforme apurado até o momento, a bebê ainda não possuía registro civil de nascimento nem CPF. A DEPCA segue realizando diligências para localizar a criança, esclarecer todas as circunstâncias do caso e responsabilizar criminalmente os envolvidos, caso sejam confirmadas irregularidades. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre o paradeiro da recém-nascida nem confirmou prisões relacionadas à investigação. ___ 👉 Siga @ocampograndense Leia: www.ocampograndense.br
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga uma nova linha de apuração no caso da recém-nascida de 28 dias que desapareceu em Campo Grande. Após relatar inicialmente um suposto sequestro, a mãe da criança, de 17 anos, e a irmã mudaram a versão dos fatos durante depoimento e afirmaram que a bebê teria sido entregue em razão de uma dívida atribuída ao pai da criança, apontado como integrante de uma facção criminosa. O caso é conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que agora concentra os esforços na localização da recém-nascida, na identificação da pessoa que ficou com a criança e na apuração da responsabilidade de todos os envolvidos. Primeira versão mobilizou forças de segurança Na primeira versão apresentada à polícia, as adolescentes relataram que haviam sido atraídas até uma residência no Bairro Universitário por uma mulher conhecida por meio de um grupo de WhatsApp voltado à venda e doação de roupas infantis. Segundo o boletim de ocorrência, elas afirmaram que, ao chegarem ao imóvel, encontraram cerca de dez homens e foram mantidas sob ameaças durante várias horas. A mãe da bebê declarou que teria sido coagida a entregar a filha e ameaçada de morte caso se recusasse. Ainda conforme o relato, seu telefone celular permaneceu com o grupo. As duas disseram que, durante a madrugada, foram deixadas nas proximidades da UPA Universitário, na Avenida Guaicurus, sem a recém-nascida. Com base nessas informações, a Polícia Militar realizou buscas na região indicada. No entanto, durante as diligências, as adolescentes não conseguiram reconhecer os locais mencionados e os policiais não encontraram elementos que confirmassem a dinâmica inicialmente apresentada. Versão foi alterada durante depoimentos Com o avanço das investigações e das oitivas, as adolescentes admitiram que o suposto sequestro não ocorreu. Segundo a nova versão apresentada à Polícia Civil, a recém-nascida teria sido entregue a outra pessoa como forma de quitar uma dívida atribuída ao pai da criança. A partir dessa mudança, a investigação passou a concentrar esforços para esclarecer como ocorreu a entrega, quem recebeu a bebê e qual seria a relação da dívida mencionada com o pai da recém-nascida. Polícia busca localizar a criança Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é que, conforme apurado até o momento, a bebê ainda não possuía registro civil de nascimento nem CPF. A DEPCA segue realizando diligências para localizar a criança, esclarecer todas as circunstâncias do caso e responsabilizar criminalmente os envolvidos, caso sejam confirmadas irregularidades. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre o paradeiro da recém-nascida nem confirmou prisões relacionadas à investigação. ___ 👉 Siga @ocampograndense Leia: www.ocampograndense.br

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