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KING MARINA
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Saturday 08 August 2026 13:19:00 GMT
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A noite deste sábado (28/02) terminou na delegacia para os líderes de um terreiro de Umbanda localizado no bairro Jardim Europa, no distrito do Jardim Ingá, em Luziânia. Por volta das 20h40, policiais militares interromperam a celebração religiosa após uma denúncia de perturbação do sossego feita por uma vizinha. O caso, registrado em vídeo pelos participantes, gerou forte indignação entre os praticantes, que alegaram terem sofrido preconceito religioso e desrespeito à liberdade de culto. Nas imagens gravadas pelos próprios frequentadores, é possível ver uma conversa entre uma representante do terreiro e um policial. O policial militar afirma que o barulho motivou a intervenção e que lavrará um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), alertando que conduziria os presentes à delegacia caso o som não cessasse. Segundo os fiéis, a interrupção foi recebida como um ato de intolerância religiosa, questionando se a mesma abordagem rigorosa aconteceria caso a denúncia de barulho fosse direcionada a uma igreja evangélica da região. Além da paralisação da cerimônia, o grupo denuncia uma suposta tentativa de censura. De acordo com o jornal Radar Luziânia, testemunhas relatam que, ao perceber que estava sendo filmado pelas câmeras dos celulares, o policial militar teria afirmado que não queria sua imagem circulando nas redes sociais e que
A noite deste sábado (28/02) terminou na delegacia para os líderes de um terreiro de Umbanda localizado no bairro Jardim Europa, no distrito do Jardim Ingá, em Luziânia. Por volta das 20h40, policiais militares interromperam a celebração religiosa após uma denúncia de perturbação do sossego feita por uma vizinha. O caso, registrado em vídeo pelos participantes, gerou forte indignação entre os praticantes, que alegaram terem sofrido preconceito religioso e desrespeito à liberdade de culto. Nas imagens gravadas pelos próprios frequentadores, é possível ver uma conversa entre uma representante do terreiro e um policial. O policial militar afirma que o barulho motivou a intervenção e que lavrará um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), alertando que conduziria os presentes à delegacia caso o som não cessasse. Segundo os fiéis, a interrupção foi recebida como um ato de intolerância religiosa, questionando se a mesma abordagem rigorosa aconteceria caso a denúncia de barulho fosse direcionada a uma igreja evangélica da região. Além da paralisação da cerimônia, o grupo denuncia uma suposta tentativa de censura. De acordo com o jornal Radar Luziânia, testemunhas relatam que, ao perceber que estava sendo filmado pelas câmeras dos celulares, o policial militar teria afirmado que não queria sua imagem circulando nas redes sociais e que "iria dar um jeito no dia seguinte" caso os vídeos fossem, de fato, publicados. Após a discussão, as lideranças do terreiro, Mãe Emanueli e Pai de Santo Samuel, foram encaminhados ao Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS) da Vila Guará para o registro formal da ocorrência e esclarecimentos. #intoleranciareligiosa #notícias

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