@its_bayejid7: I wish they understood how much academic pressure hurts. 😓🖤 #fyp #ssc #student #10august #its_bayejid7

𓆩♡𓆪 𝑩𝒂𝒚𝒆𝒋𝒊𝒅 𓆩♡𓆪
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realmadrid.fanpage
🇵🇹Madrid Fan 🇧🇷 :
oije uporer tate ami achi, nicher tate nai 😣
2026-08-09 11:48:41
3
zahedul.islam23
zahedul islam :
tofat ta ki
2026-08-09 12:06:51
0
nahin_35
Nahin ❤️‍🩹 :
উপরের টাতে লাভ আছে নিচের টাতে নাই🙂
2026-08-09 17:37:36
0
jannatshorna7
𝓙𝓾𝓷𝓪𝓾𝓮𝓭 𝓪𝓱𝓶𝓮𝓭 :
😳😳😳
2026-08-09 12:09:46
0
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Quando nasceu, todos na maternidade ficaram em silêncio. A pequena Laura havia nascido sem os dois braços. Sua mãe olhou para ela e, tomada pelo medo, decidiu abandoná-la. — Eu não consigo cuidar de uma criança assim — disse antes de ir embora. Laura foi encaminhada para uma instituição que cuidava de crianças abandonadas. Durante os primeiros anos, quase ninguém acreditava que ela conseguiria ter uma vida independente. Mas uma cuidadora chamada Teresa decidiu nunca tratá-la como incapaz. — Você não precisa fazer tudo como as outras pessoas — dizia. — Precisa descobrir o seu próprio jeito. Laura começou a aprender a fazer pequenas tarefas usando os pés. Primeiro, segurava um lápis. Depois, aprendeu a escrever. Mais tarde, descobriu que conseguia desenhar. E desenhava de maneira impressionante. Aos dez anos, participou de uma exposição escolar. Seu desenho ganhou o primeiro lugar. Mas Laura não queria apenas desenhar. Ela queria mostrar para outras crianças com deficiência que elas também poderiam sonhar. Anos depois, conseguiu uma bolsa de estudos em uma escola de artes. Foi difícil. Alguns alunos duvidavam dela. — Como você vai pintar sem braços? Laura apenas sorria. — Do meu jeito. Ela passou horas treinando. Aprendeu a controlar os pincéis com os pés e desenvolveu uma técnica própria. Pouco tempo depois, seus quadros começaram a chamar atenção. Um deles foi vendido por uma quantia inesperadamente alta. Laura poderia ter guardado todo o dinheiro. Mas decidiu fazer algo diferente. Criou um projeto para oferecer materiais e aulas gratuitas para crianças com deficiência que não tinham condições de estudar arte. Quando uma jornalista perguntou por que fazia aquilo, Laura respondeu: — Porque um dia alguém decidiu que eu não teria futuro. Ela fez uma pausa. — E outra pessoa decidiu acreditar em mim. A notícia se espalhou. Anos depois, Laura já havia ajudado centenas de crianças. Certa manhã, recebeu uma carta. Era da mulher que a havia abandonado. Ela dizia que havia acompanhado sua história e queria pedir perdão. Laura ficou em silêncio por alguns minutos. Teresa perguntou: — Você quer responder? Laura respirou fundo. — Sim. Na carta, escreveu apenas:
Quando nasceu, todos na maternidade ficaram em silêncio. A pequena Laura havia nascido sem os dois braços. Sua mãe olhou para ela e, tomada pelo medo, decidiu abandoná-la. — Eu não consigo cuidar de uma criança assim — disse antes de ir embora. Laura foi encaminhada para uma instituição que cuidava de crianças abandonadas. Durante os primeiros anos, quase ninguém acreditava que ela conseguiria ter uma vida independente. Mas uma cuidadora chamada Teresa decidiu nunca tratá-la como incapaz. — Você não precisa fazer tudo como as outras pessoas — dizia. — Precisa descobrir o seu próprio jeito. Laura começou a aprender a fazer pequenas tarefas usando os pés. Primeiro, segurava um lápis. Depois, aprendeu a escrever. Mais tarde, descobriu que conseguia desenhar. E desenhava de maneira impressionante. Aos dez anos, participou de uma exposição escolar. Seu desenho ganhou o primeiro lugar. Mas Laura não queria apenas desenhar. Ela queria mostrar para outras crianças com deficiência que elas também poderiam sonhar. Anos depois, conseguiu uma bolsa de estudos em uma escola de artes. Foi difícil. Alguns alunos duvidavam dela. — Como você vai pintar sem braços? Laura apenas sorria. — Do meu jeito. Ela passou horas treinando. Aprendeu a controlar os pincéis com os pés e desenvolveu uma técnica própria. Pouco tempo depois, seus quadros começaram a chamar atenção. Um deles foi vendido por uma quantia inesperadamente alta. Laura poderia ter guardado todo o dinheiro. Mas decidiu fazer algo diferente. Criou um projeto para oferecer materiais e aulas gratuitas para crianças com deficiência que não tinham condições de estudar arte. Quando uma jornalista perguntou por que fazia aquilo, Laura respondeu: — Porque um dia alguém decidiu que eu não teria futuro. Ela fez uma pausa. — E outra pessoa decidiu acreditar em mim. A notícia se espalhou. Anos depois, Laura já havia ajudado centenas de crianças. Certa manhã, recebeu uma carta. Era da mulher que a havia abandonado. Ela dizia que havia acompanhado sua história e queria pedir perdão. Laura ficou em silêncio por alguns minutos. Teresa perguntou: — Você quer responder? Laura respirou fundo. — Sim. Na carta, escreveu apenas: "Eu perdoo você. Mas quero que saiba que a menina que você abandonou encontrou pessoas que acreditaram nela." Depois acrescentou: "Hoje, eu não quero provar nada para ninguém. Só quero ajudar outras pessoas a descobrirem o que são capazes de fazer." Laura nunca recuperou os anos que passou sem a mãe. Mas transformou a rejeição em força. E sua maior transformação não foi aprender a pintar sem braços. Foi descobrir que sua vida não precisava ser definida pelaquilo que lhe faltava. Ela seria definida por tudo aquilo que escolheu construir. Se você gostou da história comente "Parte 2". #trending #tiktok #notícias

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