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🎭🎻 Rossini, Mozart e Verdi – três árias num só vídeo Michael Spyres · Pauline Texier · Federica Lombardi e Freddie De Tommaso 🎤 Orkester Nord e Orquestra do Teatro La Fenice • A noite de estreia do Barbeiro de Sevilha, no Teatro Argentina em Roma, em 1816, entrou para a história pelos motivos errados. Rossini havia escrito a ópera inteira em menos de três semanas. O tenor Manuel García resolveu trocar sua ária de entrada por uma melodia espanhola que ele mesmo arranjou, achando que daria cor local, mas o violão estava desafinado e a corda cedeu no meio do canto. Quando Luigi Zamboni entrou em cena carregando outro violão para cantar a apresentação de Fígaro, a plateia caiu na gargalhada e o barulho cobriu a orquestra inteira. • Ouça de novo e repare no que cada voz precisa fazer. A primeira corre em tercinas rápidas, e a graça está em manter a dicção intacta na velocidade. A segunda faz o caminho oposto: sobe em saltos até um fá agudo que quase sai do alcance da voz humana, e Mozart escreveu essas passagens sabendo exatamente quem as cantaria. A terceira não pede proeza nenhuma de nenhuma das duas: é uma valsa de mesa posta, feita para soprano, tenor e coro brindarem juntos. • Michael Spyres cobre uma extensão vocal incomum e transita entre papéis de tenor e de barítono, a ponto de se descrever como baritenor. Pauline Texier canta a Rainha da Noite acompanhada da Orkester Nord, sob direção de Martin Wåhlberg. E o brinde final vem do Concerto de Ano Novo do Teatro La Fenice, com Federica Lombardi e Freddie De Tommaso, orquestra e coro da casa regidos por Daniel Harding. É o mesmo teatro que rejeitou La Traviata na estreia de 1853. • 👉 Siga, o melhor da música clássica, diariamente no seu feed. • #opera #rossini #mozart #musicaclassica
🎭🎻 Rossini, Mozart e Verdi – três árias num só vídeo Michael Spyres · Pauline Texier · Federica Lombardi e Freddie De Tommaso 🎤 Orkester Nord e Orquestra do Teatro La Fenice • A noite de estreia do Barbeiro de Sevilha, no Teatro Argentina em Roma, em 1816, entrou para a história pelos motivos errados. Rossini havia escrito a ópera inteira em menos de três semanas. O tenor Manuel García resolveu trocar sua ária de entrada por uma melodia espanhola que ele mesmo arranjou, achando que daria cor local, mas o violão estava desafinado e a corda cedeu no meio do canto. Quando Luigi Zamboni entrou em cena carregando outro violão para cantar a apresentação de Fígaro, a plateia caiu na gargalhada e o barulho cobriu a orquestra inteira. • Ouça de novo e repare no que cada voz precisa fazer. A primeira corre em tercinas rápidas, e a graça está em manter a dicção intacta na velocidade. A segunda faz o caminho oposto: sobe em saltos até um fá agudo que quase sai do alcance da voz humana, e Mozart escreveu essas passagens sabendo exatamente quem as cantaria. A terceira não pede proeza nenhuma de nenhuma das duas: é uma valsa de mesa posta, feita para soprano, tenor e coro brindarem juntos. • Michael Spyres cobre uma extensão vocal incomum e transita entre papéis de tenor e de barítono, a ponto de se descrever como baritenor. Pauline Texier canta a Rainha da Noite acompanhada da Orkester Nord, sob direção de Martin Wåhlberg. E o brinde final vem do Concerto de Ano Novo do Teatro La Fenice, com Federica Lombardi e Freddie De Tommaso, orquestra e coro da casa regidos por Daniel Harding. É o mesmo teatro que rejeitou La Traviata na estreia de 1853. • 👉 Siga, o melhor da música clássica, diariamente no seu feed. • #opera #rossini #mozart #musicaclassica

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