@world_unseen_earth: Things Now Vs Then 😳 #fyp #History #interesting

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Monday 10 August 2026 18:11:38 GMT
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Comments

its_hikawa
𝕵𝕰𝖄𝖃🦿 :
First it fake
2026-09-22 01:05:42
2421
mybojetjet
H.M🤬❤️‍🔥 :
no
2026-09-20 13:39:54
4210
shinharam0487
𝑲𝑰𝒀𝑶🐣⭒๋𐙚 :
anjay, bisa nih bab sambil gosip euy🗿
2026-09-21 10:37:47
8201
my_dethuong1
Miedayyy🍒🌷•Đã follow :
ủa mắt kính vậy thì đeo như nào
2026-09-22 09:19:22
1537
kimminji_001
minjí :
udh lama ga lewat bginian lagi...
2026-09-22 08:26:32
22073
vitnek14
﹊ೄྀ𓏲☾𝚟𝚒̣𝚝 𝑐ℎ𝑎𝑛ℎ✧☽𓍯﹊౨ৎ :
cái đầu
2026-09-21 04:26:16
2035
f4hh.m1n4_
𖦹˙—m!nf.ny4 :
kaca mata kaya borgol aja
2026-09-22 04:49:00
1170
capunkkkkkkkkkkk
capunk :
jaman dulu ada mbg ga
2026-09-22 21:46:48
205
hazey.elit
zae :
itu kacamata atau borgol jir 😹
2026-09-22 14:51:06
283
kmh161112
KMH :
ê kéo ngày xương nhìn đẹp hen, gọn á=))
2026-09-22 12:44:13
204
salsa_23883
{ مالا } :
apakah aku sendiri yg indo di sini
2026-09-21 07:20:47
159
user47883047300972
ko tên :
tôi thắc mắc toilet xưa ngồi chung vậy ị xog cầm cần gạc mà lỡ cầm lộn thứ ko phải cần gạc thì s
2026-09-20 08:02:30
100
kittayaneesonsuko
ไอเฟิร์สทั้งจั้ย💞🤟 :
กูพยายามดูว่ามันน่ากลัวเเบบใหน😂
2026-09-21 14:30:09
82
suwandi7763
zidan :
jam jaman dulu udah berasa kaya belajar matematika
2026-09-26 05:47:09
2
its.joss_07
yoss_mxvz🌷 :
entonces ellos si sufrieron
2026-09-25 01:41:46
6
imbacktocamp00
Egiluy :
kacamata dlu malah mirip borgol
2026-09-25 06:23:03
9
priv_at270
N_dino🦖 :
toilet berjamaah
2026-09-26 09:28:35
8
syawalbeer
s :
tapi kalo soal benda benda kaya misalnya jam, justru lebih aesthetic jaman dulu, cuma sekarang lebih canggih aja sih
2026-09-22 05:44:42
116
ggg__027
GGG :
Glasses then...
2026-09-26 10:20:09
129
lnguyn9430
conslay🧺🛍 :
tao thấy cái kéo đẹp mà ta
2026-09-21 14:23:41
20
_pixeel_
݁ ᲘᲘa𝒊🍃 𝄞݁ - .✦👀 :
yang toilet jaman dulu nol privasi banget
2026-09-27 04:09:30
70
naocavang361
DẠD👍 :
cái đầu tiên
2026-08-11 16:45:03
186
bejir69
vlad royyen :
poop × meeting ✓
2026-09-04 16:49:36
42
isal_holic_2006
𝑖𝑠𝑎𝑙 ℎ𝑜𝑙𝑖𝑐🤏 :
𝑜𝑚𝑔
2026-09-21 10:34:24
14
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Maria da Penha Maia Fernandes nasceu em 1º de fevereiro de 1945, em Fortaleza, no Ceará. Formou-se em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal do Ceará e concluiu mestrado em Parasitologia na Universidade de São Paulo. Em 1983, sua vida foi marcada por duas tentativas de homicídio cometidas pelo então marido. Na primeira, Maria da Penha foi atingida por um disparo enquanto dormia e ficou paraplégica. Meses depois, sofreu uma segunda tentativa de homicídio dentro de casa. O processo judicial se prolongou por anos: houve condenações em 1991 e 1996, mas recursos impediram que a punição fosse cumprida de imediato. Diante da demora da Justiça brasileira, o caso chegou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos em 1998. Em 2001, a Comissão responsabilizou o Estado brasileiro pela negligência e pela demora na resposta ao caso. Durante essa trajetória, Maria da Penha decidiu registrar sua experiência no livro Sobrevivi... posso contar, publicado originalmente em 1994. A obra tornou pública sua história e ajudou a ampliar o debate sobre a violência doméstica no Brasil. A repercussão nacional e internacional do caso contribuiu para a elaboração de uma legislação específica para combater esse tipo de violência. Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a Lei nº 11.340, que recebeu o nome de Lei Maria da Penha. A legislação estabeleceu mecanismos de prevenção e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, além de medidas protetivas e mudanças na legislação penal. A lei se tornou um dos principais instrumentos brasileiros de enfrentamento à violência contra as mulheres. Depois da criação da lei, Maria da Penha continuou atuando na defesa dos direitos das mulheres e na conscientização sobre a violência doméstica. Em 2009, fundou o Instituto Maria da Penha, dedicado à educação, à prevenção e ao fortalecimento das políticas de enfrentamento à violência de gênero. Sua trajetória passou a ser contada em livros, entrevistas, palestras e produções audiovisuais, mantendo sua experiência como referência para o debate sobre violência contra a mulher. Nos últimos anos, porém, sua história também passou a ser alvo de versões contestadas. Um documentário lançado em 2023 apresentou uma narrativa favorável ao ex-marido de Maria da Penha e questionou aspectos de seu relato e do processo judicial. A produção passou a ser utilizada nas redes sociais para sustentar a ideia de que ela teria mentido sobre as agressões. Em 2026, investigações e reportagens passaram a apurar uma possível campanha destinada a desacreditá-la e a questionar a própria Lei Maria da Penha. Também circularam vídeos retirados de contexto de entrevistas nas quais Maria da Penha falava sobre não ter sofrido agressões físicas antes das tentativas de homicídio, algo que foi apresentado nas redes como se contradissesse sua história. As verificações disponíveis apontam que sua declaração se referia ao período anterior aos crimes e não negava as duas tentativas de homicídio documentadas. A trajetória de Maria da Penha transformou uma experiência pessoal de violência em uma mobilização que alcançou instituições brasileiras e internacionais e contribuiu diretamente para uma mudança na legislação. Seu nome permanece associado à defesa das mulheres vítimas de violência e a uma lei que estabeleceu mecanismos específicos de proteção e prevenção no país. . . . Tags: #mariadapenha #leimariadapenha #direitosdasmulheres #direitoshumanos #mulheresnahistória
Maria da Penha Maia Fernandes nasceu em 1º de fevereiro de 1945, em Fortaleza, no Ceará. Formou-se em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal do Ceará e concluiu mestrado em Parasitologia na Universidade de São Paulo. Em 1983, sua vida foi marcada por duas tentativas de homicídio cometidas pelo então marido. Na primeira, Maria da Penha foi atingida por um disparo enquanto dormia e ficou paraplégica. Meses depois, sofreu uma segunda tentativa de homicídio dentro de casa. O processo judicial se prolongou por anos: houve condenações em 1991 e 1996, mas recursos impediram que a punição fosse cumprida de imediato. Diante da demora da Justiça brasileira, o caso chegou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos em 1998. Em 2001, a Comissão responsabilizou o Estado brasileiro pela negligência e pela demora na resposta ao caso. Durante essa trajetória, Maria da Penha decidiu registrar sua experiência no livro Sobrevivi... posso contar, publicado originalmente em 1994. A obra tornou pública sua história e ajudou a ampliar o debate sobre a violência doméstica no Brasil. A repercussão nacional e internacional do caso contribuiu para a elaboração de uma legislação específica para combater esse tipo de violência. Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a Lei nº 11.340, que recebeu o nome de Lei Maria da Penha. A legislação estabeleceu mecanismos de prevenção e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, além de medidas protetivas e mudanças na legislação penal. A lei se tornou um dos principais instrumentos brasileiros de enfrentamento à violência contra as mulheres. Depois da criação da lei, Maria da Penha continuou atuando na defesa dos direitos das mulheres e na conscientização sobre a violência doméstica. Em 2009, fundou o Instituto Maria da Penha, dedicado à educação, à prevenção e ao fortalecimento das políticas de enfrentamento à violência de gênero. Sua trajetória passou a ser contada em livros, entrevistas, palestras e produções audiovisuais, mantendo sua experiência como referência para o debate sobre violência contra a mulher. Nos últimos anos, porém, sua história também passou a ser alvo de versões contestadas. Um documentário lançado em 2023 apresentou uma narrativa favorável ao ex-marido de Maria da Penha e questionou aspectos de seu relato e do processo judicial. A produção passou a ser utilizada nas redes sociais para sustentar a ideia de que ela teria mentido sobre as agressões. Em 2026, investigações e reportagens passaram a apurar uma possível campanha destinada a desacreditá-la e a questionar a própria Lei Maria da Penha. Também circularam vídeos retirados de contexto de entrevistas nas quais Maria da Penha falava sobre não ter sofrido agressões físicas antes das tentativas de homicídio, algo que foi apresentado nas redes como se contradissesse sua história. As verificações disponíveis apontam que sua declaração se referia ao período anterior aos crimes e não negava as duas tentativas de homicídio documentadas. A trajetória de Maria da Penha transformou uma experiência pessoal de violência em uma mobilização que alcançou instituições brasileiras e internacionais e contribuiu diretamente para uma mudança na legislação. Seu nome permanece associado à defesa das mulheres vítimas de violência e a uma lei que estabeleceu mecanismos específicos de proteção e prevenção no país. . . . Tags: #mariadapenha #leimariadapenha #direitosdasmulheres #direitoshumanos #mulheresnahistória

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