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#SãoPaulo - O Ministério Público de São Paulo e a Corregedoria da Polícia Civil deflagraram, na manhã desta sexta-feira, uma operação contra um grupo suspeito de cobrar propina para liberar cargas ilegais de celulares e outros eletrônicos interceptadas por policiais civis. Ao todo, a Justiça decretou sete prisões preventivas, sendo quatro contra policiais civis de São Paulo. Também são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. Segundo os investigadores, um dos procurados está no Paraguai. De acordo com a investigação, os policiais interceptavam cargas de eletrônicos de origem irregular e, em vez de apreender integralmente as mercadorias, exigiam dos responsáveis pagamentos equivalentes a cerca de 70% do valor da carga para liberá-la total ou parcialmente. Em pelo menos quatro episódios documentados desde 2024, o esquema teria cobrado cerca de R$ 2,35 milhões em propina, de acordo com a investigação. Um advogado é apontado como intermediário do esquema e dois suspeitos de comandar o contrabando das mercadorias. A Justiça ainda determinou o afastamento de um outro policial civil de 1ª classe da função pública, o recolhimento de suas credenciais de acesso aos sistemas policiais e a proibição de manter contato com investigados e testemunhas. Batizada de Operação Merx, a ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Corregedoria da Polícia Civil e do Departamento de Operações Estratégicas da Polícia Civil (Dope). Leia mais no #g1 #g1local #tiktoknotícias
#SãoPaulo - O Ministério Público de São Paulo e a Corregedoria da Polícia Civil deflagraram, na manhã desta sexta-feira, uma operação contra um grupo suspeito de cobrar propina para liberar cargas ilegais de celulares e outros eletrônicos interceptadas por policiais civis. Ao todo, a Justiça decretou sete prisões preventivas, sendo quatro contra policiais civis de São Paulo. Também são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. Segundo os investigadores, um dos procurados está no Paraguai. De acordo com a investigação, os policiais interceptavam cargas de eletrônicos de origem irregular e, em vez de apreender integralmente as mercadorias, exigiam dos responsáveis pagamentos equivalentes a cerca de 70% do valor da carga para liberá-la total ou parcialmente. Em pelo menos quatro episódios documentados desde 2024, o esquema teria cobrado cerca de R$ 2,35 milhões em propina, de acordo com a investigação. Um advogado é apontado como intermediário do esquema e dois suspeitos de comandar o contrabando das mercadorias. A Justiça ainda determinou o afastamento de um outro policial civil de 1ª classe da função pública, o recolhimento de suas credenciais de acesso aos sistemas policiais e a proibição de manter contato com investigados e testemunhas. Batizada de Operação Merx, a ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Corregedoria da Polícia Civil e do Departamento de Operações Estratégicas da Polícia Civil (Dope). Leia mais no #g1 #g1local #tiktoknotícias

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