@andreavermont: Ter um filho não pode ser uma decisão pautada em utilidade ou expectativas egoístas. A única razão legítima para colocar uma vida no mundo é o transbordamento do afeto, um amor visceral, incondicional e quase metafísico, que não exige nada em troca a não ser a oportunidade de cuidar e formar outro ser humano. Por outro lado, o cenário atual impõe novos desafios ao desenvolvimento das novas gerações. Mudar a perspectiva sobre o comportamento dos jovens de hoje exige compreender a neurociência: em um mundo saturado de telas, algoritmos e dopamina barata a um clique de distância, os prazeres primitivos e as conexões reais vão sendo anestesiados. Compreender essa dinâmica é o primeiro passo para resgatar o que realmente importa nas relações humanas. Pronta para entender a psicologia por trás das dinâmicas familiares e transformar sua visão sobre o comportamento humano? Esteja comigo nos dias 29 e 30 de agosto na imersão ao vivo Tradutor de Almas! Link na bio.