@kai_cuak: Lumine solo quiere que Vodyanitsa cante una canción de pura cultura #GenshinImpact #genshin #lumine #vodyanitsa #humor

Kai
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Saturday 15 August 2026 19:06:26 GMT
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zadvierlsvt
ZadvierlsVT🖍️🔥 :
bajo del maaaar 🗣️🗣️
2026-08-17 18:02:50
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waldo.e.c.p
Waldo.E.C.P :
🤣🤣🤣
2026-08-15 19:56:01
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fullclip7
fullclip7 :
🤣🤣🤣🤣🤣
2026-08-15 19:27:45
0
juancarlosrome695
🐻® Jefe Osito/ :
🤣🤣🤣😂😂🤣🤣😂
2026-08-26 23:49:51
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@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu
@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu

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