@wnba: Can they punch their ticket tonight? 🎟️ Last season, the @Valkyries became the first expansion team in WNBA history to reach the postseason in their inaugural year. Tonight, Golden State can clinch a second straight playoff berth with a win. Tune in at 10pm/ET to see if they get it done. 📺 NBCSN | Peacock #WNBA #postseason #gsv #valkyries #bayarea

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buttnaked811
buttnaked :
2026-08-18 16:28:29
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aiz281
丰ehhtz_izzhaa :
earlyyy
2026-08-18 01:34:25
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dagoat_67..0
$įßśÿ🌫️ :
3rddd
2026-08-18 01:31:24
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victorrrrrriaaaaa
victorrrrrriaaaaa :
4th
2026-08-18 01:31:34
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penny.the.coin
PENNY‼️ :
FIRSTTT
2026-08-18 01:30:08
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marmarandmaddy
~MarMar~🏉 :
Second
2026-08-18 01:30:53
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jessicalopez320
Jessica Lopez :
Early
2026-08-18 03:18:47
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hannako895
hanako :
❤️❤️❤️❤️❤️👍👍👍👍
2026-08-18 02:09:29
0
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Gilbson Cutrim, condenado confesso pelo homicídio ocorrido no edifício Tech Office em 2022, divulgou um vídeo no qual faz graves acusações contra integrantes do grupo político do governador Carlos Brandão. No material, ele alega que sua manifestação busca esclarecer fatos à população maranhense e afirma que o núcleo político atuaria de forma ilícita. Nas declarações, Gilbson relata suposta atuação pregressa com o grupo e cita diretamente os nomes de Orleans Brandão e Marcus Brandão. Segundo seu relato, haveria um esquema de desvio de recursos públicos e pagamento de propinas operado a partir de um escritório no bairro Renascença, em São Luís. O declarante aponta o governador Carlos Brandão como líder da organização, além de citar Marcus Brandão, Orleans Brandão, Zé Henrique, Daniel Brandão e o ex-secretário Raimundo Cutrim, a quem descreve como parente com o qual não mantém contato. Gilbson afirma ainda ter sido alvo de duas supostas tentativas de homicídio, diz ter recebido recados dentro do sistema penitenciário para não prestar depoimentos e sustenta que o grupo exerceria influência sobre órgãos públicos. No vídeo, ele também cita a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, associando repasses financeiros a episódios de violência no estado, além de mencionar o ex-secretário Murilo Andrade e servidores estaduais, alegando já ter disponibilizado elementos à Polícia Federal. As acusações partem exclusivamente de Gilbson Cutrim, réu confesso que cumpre pena pelo crime, e os relatos estão sob apuração pelas autoridades competentes. O governador Carlos Brandão negou veementemente qualquer relação com o condenado, classificando as alegações como mentirosas e sem respaldo probatório. O caso segue sob investigação da Polícia Federal, com inquéritos sob relatoria do ministro Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal (STF). #orleans #brandao #maranhao #brasil #braide
Gilbson Cutrim, condenado confesso pelo homicídio ocorrido no edifício Tech Office em 2022, divulgou um vídeo no qual faz graves acusações contra integrantes do grupo político do governador Carlos Brandão. No material, ele alega que sua manifestação busca esclarecer fatos à população maranhense e afirma que o núcleo político atuaria de forma ilícita. Nas declarações, Gilbson relata suposta atuação pregressa com o grupo e cita diretamente os nomes de Orleans Brandão e Marcus Brandão. Segundo seu relato, haveria um esquema de desvio de recursos públicos e pagamento de propinas operado a partir de um escritório no bairro Renascença, em São Luís. O declarante aponta o governador Carlos Brandão como líder da organização, além de citar Marcus Brandão, Orleans Brandão, Zé Henrique, Daniel Brandão e o ex-secretário Raimundo Cutrim, a quem descreve como parente com o qual não mantém contato. Gilbson afirma ainda ter sido alvo de duas supostas tentativas de homicídio, diz ter recebido recados dentro do sistema penitenciário para não prestar depoimentos e sustenta que o grupo exerceria influência sobre órgãos públicos. No vídeo, ele também cita a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, associando repasses financeiros a episódios de violência no estado, além de mencionar o ex-secretário Murilo Andrade e servidores estaduais, alegando já ter disponibilizado elementos à Polícia Federal. As acusações partem exclusivamente de Gilbson Cutrim, réu confesso que cumpre pena pelo crime, e os relatos estão sob apuração pelas autoridades competentes. O governador Carlos Brandão negou veementemente qualquer relação com o condenado, classificando as alegações como mentirosas e sem respaldo probatório. O caso segue sob investigação da Polícia Federal, com inquéritos sob relatoria do ministro Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal (STF). #orleans #brandao #maranhao #brasil #braide

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