@yakoub16hamour:

Yakoub hamour 16
Yakoub hamour 16
Open In TikTok:
Region: DZ
Tuesday 18 August 2026 15:59:29 GMT
647
83
2
3

Music

Download

Comments

miloud7334
ميلود/03/59🫰🇩🇿 :
بلبراكة الله يسجي أجمل منظر
2026-08-18 17:03:56
0
nacer.mekkaoui
Nacer Mekkaoui :
🥰🥰🥰
2026-08-18 21:55:42
0
To see more videos from user @yakoub16hamour, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

Uma canção de igreja que só virou bandeira depois de atravessar o mundo. • O registro mais antigo de Siyahamba vem de 1952, da cidade de Dundee, no distrito de uMzinyathi, na atual KwaZulu-Natal. Era música devocional, sem nenhuma intenção de protesto. O arranjo que rodou o planeta saiu num cancioneiro com título inteiro bem mais explícito do que o nome curto sugere: Freedom Is Coming, Songs of Protest and Praise from South Africa, ou seja, canções de protesto e louvor da África do Sul. Foi por esse volume que a peça caiu no gosto dos coros de igreja americanos e, de lá, no repertório escolar do mundo inteiro. Vale registrar uma precisão que costuma se perder pelo caminho: a pesquisa acadêmica sobre a canção aponta que ela não teve papel de destaque no repertório dos militantes dentro da África do Sul, e que foi justamente fora do país, na campanha internacional contra o regime, que ela virou símbolo. Quem adotou a canção como bandeira foi o mundo, e não o contrário. • Ouça de novo e repare que há um tambor de mão marcando por baixo das vozes o tempo inteiro. Ele nunca sobe ao primeiro plano, mas é o que mantém todo mundo junto quando o número de vozes começa a crescer. • Quem canta é o Angel City Chorale, de Los Angeles, fundado em 1993 por Sue Fink numa loja de instrumentos com dezenove pessoas, e hoje com mais de cento e sessenta vozes. Ao lado dele está o coro juvenil da Amy Foundation, da Cidade do Cabo, instituição criada pelos pais de Amy Biehl, ativista americana morta na África do Sul no mesmo ano em que o coro americano nascia, e que escolheram o caminho da reconciliação. Os dois grupos se apresentam juntos há mais de uma década. Rege Richard Sibakhulu Mbovane. • 👉 Siga, o melhor da música clássica, diariamente no seu feed. #siyahamba #angelcitychorale #cantocoral #musicaclassica
Uma canção de igreja que só virou bandeira depois de atravessar o mundo. • O registro mais antigo de Siyahamba vem de 1952, da cidade de Dundee, no distrito de uMzinyathi, na atual KwaZulu-Natal. Era música devocional, sem nenhuma intenção de protesto. O arranjo que rodou o planeta saiu num cancioneiro com título inteiro bem mais explícito do que o nome curto sugere: Freedom Is Coming, Songs of Protest and Praise from South Africa, ou seja, canções de protesto e louvor da África do Sul. Foi por esse volume que a peça caiu no gosto dos coros de igreja americanos e, de lá, no repertório escolar do mundo inteiro. Vale registrar uma precisão que costuma se perder pelo caminho: a pesquisa acadêmica sobre a canção aponta que ela não teve papel de destaque no repertório dos militantes dentro da África do Sul, e que foi justamente fora do país, na campanha internacional contra o regime, que ela virou símbolo. Quem adotou a canção como bandeira foi o mundo, e não o contrário. • Ouça de novo e repare que há um tambor de mão marcando por baixo das vozes o tempo inteiro. Ele nunca sobe ao primeiro plano, mas é o que mantém todo mundo junto quando o número de vozes começa a crescer. • Quem canta é o Angel City Chorale, de Los Angeles, fundado em 1993 por Sue Fink numa loja de instrumentos com dezenove pessoas, e hoje com mais de cento e sessenta vozes. Ao lado dele está o coro juvenil da Amy Foundation, da Cidade do Cabo, instituição criada pelos pais de Amy Biehl, ativista americana morta na África do Sul no mesmo ano em que o coro americano nascia, e que escolheram o caminho da reconciliação. Os dois grupos se apresentam juntos há mais de uma década. Rege Richard Sibakhulu Mbovane. • 👉 Siga, o melhor da música clássica, diariamente no seu feed. #siyahamba #angelcitychorale #cantocoral #musicaclassica

About