@satania_mcdowell: Bogotá vs lima

Mr. Satania Mcdowell
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Tuesday 18 August 2026 21:23:28 GMT
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Comments

xazrailxco
XAzRaILX :
Bogota en realidad
2026-08-18 22:11:03
550
pjp292
pjp :
lo mejor de lima vs lo peor de Bogotá
2026-08-18 22:03:48
4944
valentin4.s
Valentina :
la mejor parte de lima vs la peor parte de Bogotá
2026-08-21 01:00:13
1235
sant_amaya3103
Santi!! :
era obligatorio poner Soacha?
2026-08-25 17:33:13
69
olatepicalacola1
JC_archiveStore :
Barranquilla
2026-08-25 16:21:18
13
carloshenrrygonza1
Carlos :
Amor como pones la mejores casas de Perú con las más de bajo recurso de Colombia
2026-08-21 01:20:29
186
oe.nose.que.poner
pepito :
bogota
2026-08-25 20:28:44
80
da_xi_0
kelly :
toda ciudad tiene su parte mala o fea pero es una parte no toda la ciudad
2026-08-25 01:25:28
33
xsteve_isitinx8
❤️‍🔥StevensoN 🇨🇴 :
2026-08-23 15:29:15
5
dark_sword.cr
javiercrack1045 :
Almenos Bogotá tiene vegetación. En marte no crece ni una sola planta
2026-08-25 19:47:32
27
the_jester_4
🪐𝕻𝖆𝖗𝖆𝖓𝖌𝖚𝖎𝖑𝖑𝖔™⚡ :
al menos en Bogotá hay césped
2026-08-25 21:09:35
16
mariajose9555
🌑🕳️Dark_light🕳️🌑 :
y es curioso porque lo peor de Bogotá se sigue viendo mejor que lima ajajajaj
2026-08-25 19:52:15
18
justin_daza3
Justinxx_ :
Desde cuando Soacha es de Bogotá
2026-08-24 02:18:39
165
juju326860
Juli💫 :
al menos Bogotá se ve con más ganas de vivir
2026-08-24 22:20:29
8
vnxzf_
VAL :
Por al menos las d Bogotá se ven construidas
2026-08-25 18:07:20
6
3danidani17
𝒟🇦 ᑎI͟E̺͆𝐋 :
que ganas de desprestigiar la capital de 🇨🇴
2026-08-24 20:24:49
41
gato_azuloficial
Gato azul :
también Bogotá CFFFFFF
2026-08-25 05:59:09
5
isaac.d441
Isaac :D :
N9 compare lobo con huscky
2026-08-25 01:06:58
5
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@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu
@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu

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