@arshizbltpp: #tiktok #واریال #foryou #فوریو #tiktok

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hanaiio82
Parvaneh :
گردن نمیگیرم
2026-08-19 07:47:10
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Prólogo    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Há perdas que fazem barulho.  Outras são silenciosas.  As silenciosas são as que mais doem.  Porque continuam ecoando dentro da gente, mesmo quando o mundo insiste em seguir em frente. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~     O Aeroporto Internacional Suvarnabhumi estava tomado pelo movimento típico das férias de fim de ano. Anúncios ecoavam pelos alto-falantes, malas cruzavam os corredores, crianças corriam entre os passageiros e, em meio àquela confusão organizada, a família Kwong parecia viver um daqueles momentos que, sem saber, se transformariam em lembranças eternas.    — Eu disse que essa mala estava pesada!    — resmungou o pai, tentando levantar uma enorme bagagem enquanto arrancava risadas da esposa.    — Porque você insistiu em levar metade do guarda-roupa. — respondeu ela, divertida.    — Eu só estou sendo prevenido.    — Prevenido? Nós vamos passar quatro dias em Phuket, não quatro meses. Os dois riram.    A poucos metros dali, uma garotinha de oito anos corria de um lado para o outro segurando um chapéu de palha muito maior que sua cabeça.    — Mamãe! Papai! Olhem! Eu pareço uma exploradora!    — Você parece um cogumelo ambulante. — respondeu o pai. A menina fez um bico exagerado.       — Papai! Todos caíram na risada.    Foi nesse instante que uma voz conhecida surgiu atrás deles.    — Ainda bem que não embarcaram sem mim. Os três se viraram ao mesmo tempo.    Lingling caminhava apressada pelo saguão, ainda vestindo a roupa social do trabalho, com a bolsa pendurada no ombro e alguns fios do cabelo fora do lugar. Sua mãe abriu um sorriso imediato.   — Eu sabia que você viria se despedir.    Lingling a abraçou demoradamente e depois abraçou o pai e por último, agachou-se diante da irmã mais nova.   — Você vai cuidar da mamãe e do papai por mim? A menina cruzou os braços. — Você que tinha que ir com a gente. Lingling sorriu, apertando delicadamente o nariz da irmã. — Eu sei... — Então vai. Ela respirou fundo. — Eu não posso. A reunião com os investidores foi adiada para hoje. Se eu faltar, podemos perder um contrato muito importante. O pai colocou a mão em seu ombro. — Trabalho sempre fez parte da sua vida.    A mãe, porém, olhava para ela de outro jeito, como se quisesse dizer alguma coisa. — Você trabalha demais, meu amor. Lingling sorriu. — Prometo que pego o próximo voo, mãe.  — Quando? — Em dois dias. A irmã fez uma careta. — Dois dias é muito tempo, Ling. — Vai passar rápido, meu amor. — Não vai. Lingling riu. — Você nem vai perceber que não estarei lá nesses dois dias. A menina continuou emburrada. — Eu vou sentir sua falta. Sem pensar, Lingling a abraçou forte. — Eu também vou sentir a sua.    Sua mãe observava a cena em silêncio, e então tirou do bolso um pequeno envelope branco. — Toma, filha.  — O que é, mãe? — Só abra quando estiver sozinha. — Mãe... — Apenas me obedeça, Lingling.  Prometa que fará o que eu disse.  Lingling sorriu. — Prometo.    O sistema de embarque anunciou o voo para Phuket. Era hora.  A mãe segurou o rosto da filha entre as mãos. Seus olhos brilhavam de um jeito estranho, como se tentassem guardar cada detalhe daquele momento.    — Não demore demais para viver, meu amor. Lingling franziu a testa. — São só dois dias, mãe.  A mãe sorriu com ternura. — Às vezes... dois dias mudam uma vida inteira.     Ela beijou a testa da filha. O pai a abraçou pela última vez. — Nos vemos em Phuket, filha.  — Nos vemos em dois dias, pai.    A irmã acenava enquanto caminhava em direção ao portão de embarque. — Não esquece de levar sorvete quando chegar! Lingling riu. — Fechado!   #lingorm #ormkornnaphat #linglingkwong #gl #fanfic
Prólogo   ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Há perdas que fazem barulho.  Outras são silenciosas.  As silenciosas são as que mais doem.  Porque continuam ecoando dentro da gente, mesmo quando o mundo insiste em seguir em frente. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~     O Aeroporto Internacional Suvarnabhumi estava tomado pelo movimento típico das férias de fim de ano. Anúncios ecoavam pelos alto-falantes, malas cruzavam os corredores, crianças corriam entre os passageiros e, em meio àquela confusão organizada, a família Kwong parecia viver um daqueles momentos que, sem saber, se transformariam em lembranças eternas.    — Eu disse que essa mala estava pesada!    — resmungou o pai, tentando levantar uma enorme bagagem enquanto arrancava risadas da esposa.    — Porque você insistiu em levar metade do guarda-roupa. — respondeu ela, divertida.    — Eu só estou sendo prevenido.    — Prevenido? Nós vamos passar quatro dias em Phuket, não quatro meses. Os dois riram.    A poucos metros dali, uma garotinha de oito anos corria de um lado para o outro segurando um chapéu de palha muito maior que sua cabeça.    — Mamãe! Papai! Olhem! Eu pareço uma exploradora!    — Você parece um cogumelo ambulante. — respondeu o pai. A menina fez um bico exagerado.      — Papai! Todos caíram na risada.    Foi nesse instante que uma voz conhecida surgiu atrás deles.    — Ainda bem que não embarcaram sem mim. Os três se viraram ao mesmo tempo.    Lingling caminhava apressada pelo saguão, ainda vestindo a roupa social do trabalho, com a bolsa pendurada no ombro e alguns fios do cabelo fora do lugar. Sua mãe abriu um sorriso imediato.   — Eu sabia que você viria se despedir.    Lingling a abraçou demoradamente e depois abraçou o pai e por último, agachou-se diante da irmã mais nova.   — Você vai cuidar da mamãe e do papai por mim? A menina cruzou os braços. — Você que tinha que ir com a gente. Lingling sorriu, apertando delicadamente o nariz da irmã. — Eu sei... — Então vai. Ela respirou fundo. — Eu não posso. A reunião com os investidores foi adiada para hoje. Se eu faltar, podemos perder um contrato muito importante. O pai colocou a mão em seu ombro. — Trabalho sempre fez parte da sua vida.    A mãe, porém, olhava para ela de outro jeito, como se quisesse dizer alguma coisa. — Você trabalha demais, meu amor. Lingling sorriu. — Prometo que pego o próximo voo, mãe. — Quando? — Em dois dias. A irmã fez uma careta. — Dois dias é muito tempo, Ling. — Vai passar rápido, meu amor. — Não vai. Lingling riu. — Você nem vai perceber que não estarei lá nesses dois dias. A menina continuou emburrada. — Eu vou sentir sua falta. Sem pensar, Lingling a abraçou forte. — Eu também vou sentir a sua.    Sua mãe observava a cena em silêncio, e então tirou do bolso um pequeno envelope branco. — Toma, filha. — O que é, mãe? — Só abra quando estiver sozinha. — Mãe... — Apenas me obedeça, Lingling.  Prometa que fará o que eu disse. Lingling sorriu. — Prometo.    O sistema de embarque anunciou o voo para Phuket. Era hora.  A mãe segurou o rosto da filha entre as mãos. Seus olhos brilhavam de um jeito estranho, como se tentassem guardar cada detalhe daquele momento.    — Não demore demais para viver, meu amor. Lingling franziu a testa. — São só dois dias, mãe. A mãe sorriu com ternura. — Às vezes... dois dias mudam uma vida inteira.     Ela beijou a testa da filha. O pai a abraçou pela última vez. — Nos vemos em Phuket, filha. — Nos vemos em dois dias, pai.    A irmã acenava enquanto caminhava em direção ao portão de embarque. — Não esquece de levar sorvete quando chegar! Lingling riu. — Fechado!   #lingorm #ormkornnaphat #linglingkwong #gl #fanfic

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