@_26_.madrid_.42: #CapCut #الشعب_الصيني_ماله_حل💪💪💪

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kamel.kamel716
Kamel Kamel :
احسنت نشر 💪💪💪
2026-08-19 15:49:34
1
habiba.kr79
habiba :
2026-08-19 17:22:57
1
bakouchefouaz
Fōüãz Šôlõ :
وي
2026-08-19 17:13:27
1
user2983861669170
يارب اني مغلوب فانتصر :
صدقت
2026-08-19 13:12:58
1
z.z43206
Žتفآغيـﮯسـت✌Ž :
صدقت
2026-08-19 22:02:05
1
yahya.yahya3628
Yahya Yahya :
لذلك قال الله تعالى في القران الكريم واضرب بجلابيهن حتى لا يظهرن من زينتهن
2026-08-19 14:35:16
2
amira.mira1341
Amira mira :
✌✌✌✌✌✌✌
2026-08-19 13:55:53
1
user3516548356134
user3516548356134 :
👍👍😸
2026-08-19 14:27:03
1
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A Nebulosa do Coração, catalogada como IC 1805, é uma das regiões de formação estelar mais fotografadas do céu noturno, localizada na constelação de Cassiopeia, a cerca de 7.500 anos-luz da Terra. Seu nome vem justamente do formato que lembra um coração, resultado da distribuição de gás ionizado que se espalha por uma área enorme do céu, equivalente a mais de cinco luas cheias lado a lado. Essa nebulosa é do tipo emissão, o que significa que o gás que a compõe — principalmente hidrogênio — brilha com luz própria por ser ionizado pela radiação ultravioleta intensa de estrelas jovens e quentes em seu interior. É justamente essa emissão de hidrogênio alfa que dá à nebulosa sua característica cor vermelha profunda nas imagens de longa exposição, embora a olho nu ela seja invisível, já que sua luz está concentrada em comprimentos de onda que nossos olhos captam mal em condições de baixa luminosidade. No coração da nebulosa (o trocadilho é praticamente inevitável) existe um aglomerado estelar aberto chamado Melotte 15, formado por estrelas jovens e massivas, algumas com mais de 50 vezes a massa do Sol. Esse aglomerado é o motor que esculpe toda a estrutura ao redor: os ventos estelares e a radiação dessas estrelas gigantes erodem o gás e a poeira circundantes, criando cavidades, pilares e filamentos escuros que contrastam com o brilho avermelhado do fundo. Esses pilares densos de poeira, visíveis em imagens de alta resolução, são frequentemente locais onde novas estrelas continuam a se formar, comprimidas pela pressão da radiação vinda do centro. A Nebulosa do Coração costuma aparecer no céu ao lado de sua
A Nebulosa do Coração, catalogada como IC 1805, é uma das regiões de formação estelar mais fotografadas do céu noturno, localizada na constelação de Cassiopeia, a cerca de 7.500 anos-luz da Terra. Seu nome vem justamente do formato que lembra um coração, resultado da distribuição de gás ionizado que se espalha por uma área enorme do céu, equivalente a mais de cinco luas cheias lado a lado. Essa nebulosa é do tipo emissão, o que significa que o gás que a compõe — principalmente hidrogênio — brilha com luz própria por ser ionizado pela radiação ultravioleta intensa de estrelas jovens e quentes em seu interior. É justamente essa emissão de hidrogênio alfa que dá à nebulosa sua característica cor vermelha profunda nas imagens de longa exposição, embora a olho nu ela seja invisível, já que sua luz está concentrada em comprimentos de onda que nossos olhos captam mal em condições de baixa luminosidade. No coração da nebulosa (o trocadilho é praticamente inevitável) existe um aglomerado estelar aberto chamado Melotte 15, formado por estrelas jovens e massivas, algumas com mais de 50 vezes a massa do Sol. Esse aglomerado é o motor que esculpe toda a estrutura ao redor: os ventos estelares e a radiação dessas estrelas gigantes erodem o gás e a poeira circundantes, criando cavidades, pilares e filamentos escuros que contrastam com o brilho avermelhado do fundo. Esses pilares densos de poeira, visíveis em imagens de alta resolução, são frequentemente locais onde novas estrelas continuam a se formar, comprimidas pela pressão da radiação vinda do centro. A Nebulosa do Coração costuma aparecer no céu ao lado de sua "irmã", a Nebulosa da Alma (IC 1848 ou Westerhout 5), formando um par famoso entre astrofotógrafos. As duas estão fisicamente próximas uma da outra e são frequentemente capturadas no mesmo enquadramento em fotografias de campo amplo, unidas por uma ponte tênue de gás e poeira que sugere uma origem comum na mesma nuvem molecular gigante. Do ponto de vista observacional, IC 1805 é um alvo desafiador. Por ter baixo brilho superficial, ela é praticamente imperceptível em telescópios visuais comuns e exige fotografia de longa exposição para revelar sua estrutura. Filtros de banda estreita, como o H-alpha, são amplamente usados por astrofotógrafos para isolar a emissão do hidrogênio e destacar os contornos da nebulosa contra o fundo do céu, especialmente em locais com poluição luminosa. Câmeras modificadas ou astronômicas dedicadas, sensíveis ao vermelho profundo, também ajudam bastante, já que sensores comuns tendem a subexpor essa faixa do espectro. A melhor época para observar e fotografar a Nebulosa do Coração no hemisfério norte é durante o outono e o inverno, quando Cassiopeia está bem posicionada no céu noturno. Do hemisfério sul, a visibilidade é mais limitada, já que a constelação fica baixa no horizonte norte, o que aumenta a interferência atmosférica e dificulta ainda mais a captura de detalhes finos. Cientificamente, o estudo de regiões como IC 1805 ajuda astrônomos a entender melhor os processos de formação estelar em larga escala, incluindo como o feedback de estrelas massivas — por meio de ventos, radiação e eventual explosão em supernova — regula o ritmo em que novas estrelas nascem dentro de uma nuvem molecular. Esses "berçários estelares" são verdadeiros laboratórios naturais para observar, em tempo cósmico, o ciclo de vida da matéria interestelar sendo reciclada em novas gerações de estrelas e, eventualmente, sistemas planetários. CRÉDITOS: Aladin Lite (Site) DSS colored - Digitized Sky Survey - STScI/NASA, Colored & Healpixed by CDS (Imagens sem uso comercial e sem fins lucrativos, apenas para uso educacional.) #universe #cosmos #Astronomy #fyp #ciencia

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