@z4ynab21: Daya yi sherinm ♥️.#fyp #fypシ #fyppppppppppppppppppppppp #viral

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nazm981
اكراد العراق :
🤲🤲 الله يرحمها ويغفر لها ويسكنها فسيح جناته ويجعل قبرها روضة من رياض الجنة ونعيمها يارب العالمين
2026-08-19 17:03:47
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nazm981
اكراد العراق :
2026-08-19 17:03:41
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nazm981
اكراد العراق :
2026-08-19 17:03:36
2
nazm981
اكراد العراق :
يارب ارحمها واغفر لها قرت عين كانت
2026-08-19 17:04:01
2
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O depoimento do secretário de Estado da Fazenda, Rogério Gallo, à comissão parlamentar que investiga o acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi, em sessão realizada nessa quarta-feira (01.04), abriu mais dúvidas do que respostas e expôs uma sequência de contradições, lacunas e informações que não se sustentam quando confrontadas com dados apurados. O acordo, que resultou no pagamento de R$ 308 milhões aos cofres públicos, revelou um fluxo atípico dentro da própria estrutura do Estado. O próprio secretário admitiu que a Secretaria de Fazenda não participou das negociações e só foi acionada após a homologação judicial do acordo. “A obrigação de pagamento surgiu com a homologação do acordo”, afirmou Gallo, ao reconhecer que a Sefaz apenas executou financeiramente uma decisão já consolidada por outros órgãos. Na prática, a pasta responsável pelo controle financeiro do Estado foi colocada à margem de um processo que gerou impacto direto nas contas públicas. A Procuradoria-Geral do Estado conduziu as tratativas, firmou o acordo e, apenas posteriormente, acionou a Fazenda para cumprir a obrigação. O salto de valores que ninguém explicou Um dos pontos mais sensíveis da oitiva foi o crescimento expressivo da dívida. O valor inicial de R$ 301 milhões, pleiteado pela Oi, saltou para R$ 574 milhões em um intervalo de 16 meses, antes de ser reduzido ao montante final de R$ 308 milhões no acordo. Questionado sobre os critérios desse aumento, o secretário foi direto ao admitir desconhecimento. “Não conheço os fatores de correção”, declarou. A resposta evidencia uma desconexão relevante. O responsável pela execução financeira do acordo não soube explicar a formação do valor que autorizou pagar. Também não indicou quem elaborou os cálculos ou qual metodologia foi utilizada. 📲 Leia a matéria completa em nosso site www.vgnoticias.com.br (link na bio) #vgnoticias #Gallo #CPI #Sefaz
O depoimento do secretário de Estado da Fazenda, Rogério Gallo, à comissão parlamentar que investiga o acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi, em sessão realizada nessa quarta-feira (01.04), abriu mais dúvidas do que respostas e expôs uma sequência de contradições, lacunas e informações que não se sustentam quando confrontadas com dados apurados. O acordo, que resultou no pagamento de R$ 308 milhões aos cofres públicos, revelou um fluxo atípico dentro da própria estrutura do Estado. O próprio secretário admitiu que a Secretaria de Fazenda não participou das negociações e só foi acionada após a homologação judicial do acordo. “A obrigação de pagamento surgiu com a homologação do acordo”, afirmou Gallo, ao reconhecer que a Sefaz apenas executou financeiramente uma decisão já consolidada por outros órgãos. Na prática, a pasta responsável pelo controle financeiro do Estado foi colocada à margem de um processo que gerou impacto direto nas contas públicas. A Procuradoria-Geral do Estado conduziu as tratativas, firmou o acordo e, apenas posteriormente, acionou a Fazenda para cumprir a obrigação. O salto de valores que ninguém explicou Um dos pontos mais sensíveis da oitiva foi o crescimento expressivo da dívida. O valor inicial de R$ 301 milhões, pleiteado pela Oi, saltou para R$ 574 milhões em um intervalo de 16 meses, antes de ser reduzido ao montante final de R$ 308 milhões no acordo. Questionado sobre os critérios desse aumento, o secretário foi direto ao admitir desconhecimento. “Não conheço os fatores de correção”, declarou. A resposta evidencia uma desconexão relevante. O responsável pela execução financeira do acordo não soube explicar a formação do valor que autorizou pagar. Também não indicou quem elaborou os cálculos ou qual metodologia foi utilizada. 📲 Leia a matéria completa em nosso site www.vgnoticias.com.br (link na bio) #vgnoticias #Gallo #CPI #Sefaz

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