@engenheiromazza: A malandragem com IA está prestes a acabar. “Fui eu que escrevi.” Talvez essa frase fique um pouco mais difícil de sustentar daqui para frente. A Anthropic está implementando watermarking em textos produzidos por novos modelos do Claude. E não estamos falando de uma marca-d’água que aparece na tela. Ela é invisível. A técnica altera discretamente padrões probabilísticos na escolha das palavras, criando uma espécie de assinatura estatística que pode ser identificada posteriormente. Ou seja: para quem lê, é apenas um texto normal. Mas ferramentas apropriadas podem encontrar indícios de que aquele conteúdo foi produzido por IA. A tecnologia é baseada em uma variante do SynthID-Text, desenvolvido pelo Google DeepMind, e não é infalível: reescritas extensas podem dificultar a identificação. Mesmo assim, estamos diante de uma mudança importante. Até agora, discutimos muito como identificar imagens, vídeos e áudios produzidos por IA. Agora a discussão chega com força aos textos. E isso pode ter enormes implicações para universidades, empresas, jornalismo, compliance e propriedade intelectual. Imagine documentos corporativos que, no futuro, indiquem sua proveniência ou quais partes tiveram participação de uma IA. A pergunta deixará de ser apenas: “Quem escreveu isso?” E poderá se tornar: “Quem — ou o que — produziu isso?” Na sua opinião, conteúdos produzidos por IA deveriam obrigatoriamente ser identificados? Comente, salve e compartilhe. #ia #inteligenciaartificial #dicas #chatgpt #tecnologia
William Mazza
Region: BR
Wednesday 19 August 2026 20:01:14 GMT
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