@cortiuus: cry baby jju 🐇🪽😢😭 so cute u so cute please dont die…#cortiuus #cortis #kimjuhoon #kpopfyp #crybaby puppy juhoon crying juhoon cortis debut party cute

puppykeon
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Wednesday 19 August 2026 22:23:27 GMT
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jetaimeliv
🐶 ݁𓈒ּּ݂݂ :
the prettiest crier
2026-08-21 07:29:57
14
percys.petpillow
Lynn .ᐟ UNIQUE AND WILD ˖Ი𐑼⋆ :
He’s too cute omggg
2026-08-20 00:17:25
1
chxrol3ieee
Yuna❤︎ :
Why am I starting to cry:(☹️☹️☹️
2026-09-22 11:12:16
0
adoreeom
𝙭𝙚𝙤𝙬 :
2026-08-20 02:13:40
11
mimi_68910
mimi_68910 :
Watching this makes me cry
2026-08-28 12:47:13
1
taeyongluvr0
BigDaddyViviBoogie :
oh my cuteness
2026-08-22 06:23:08
0
bru_teec
Bu1in :
2026-09-22 09:07:24
0
vziryyx
𝖨𝗋𝗂𝗌🦇 :
2026-09-07 18:46:51
0
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Durante muito tempo, a população LGBT foi empurrada para uma existência condicionada. Ou seja, você pode existir, desde que não apareça demais; pode amar, desde que não demonstre; pode estar na família, no trabalho, na escola ou na política, desde que a sua presença não confronte aquilo que foi considerado “normal”. Quando Erika Hilton diz que pessoas LGBTs vão continuar existindo e ocupando espaços, ela luta por algo além da representatividade. Nós entendemos porque ocupar espaços tem tanto peso. Não se trata apenas de chegar a lugares que antes pareciam inacessíveis. Tem muito a ver com romper uma lógica em que a pessoa LGBT precisava diminuir a própria presença para ser tolerada. E quando essa lógica é reforçada por figuras públicas, por discursos políticos ou por projetos que tratam direitos básicos como ameaça, o impacto não fica restrito ao campo institucional. Uma pessoa que cresce ouvindo que sua existência representa um problema pode passar a construir a própria vida tentando antecipar rejeições. Nisso, ela entender que deve medir o quanto mostra de si e até o quanto acredita que merece estar em determinados lugares.   Esse tipo de violência não começa somente quando há uma agressão física. Ela também se instala quando a pessoa entende, repetidamente, que precisa justificar por que deveria ter os mesmos direitos, a mesma segurança e a mesma possibilidade de futuro que qualquer outra. Pessoas LGBTs não estão tentando tomar o espaço de ninguém. Elas estão reivindicando o direito de não serem empurradas de volta para a invisibilidade. Nessa fala, Erika Hilton expõe a diferença entre ser apenas tolerado e poder existir com dignidade. Isabelle de Freitas Acácio Psicóloga para mulheres e LGBT+ CRP 11/20722 #psicologia #saudemental #lgbt #lgbtqiapn #diversidade
Durante muito tempo, a população LGBT foi empurrada para uma existência condicionada. Ou seja, você pode existir, desde que não apareça demais; pode amar, desde que não demonstre; pode estar na família, no trabalho, na escola ou na política, desde que a sua presença não confronte aquilo que foi considerado “normal”. Quando Erika Hilton diz que pessoas LGBTs vão continuar existindo e ocupando espaços, ela luta por algo além da representatividade. Nós entendemos porque ocupar espaços tem tanto peso. Não se trata apenas de chegar a lugares que antes pareciam inacessíveis. Tem muito a ver com romper uma lógica em que a pessoa LGBT precisava diminuir a própria presença para ser tolerada. E quando essa lógica é reforçada por figuras públicas, por discursos políticos ou por projetos que tratam direitos básicos como ameaça, o impacto não fica restrito ao campo institucional. Uma pessoa que cresce ouvindo que sua existência representa um problema pode passar a construir a própria vida tentando antecipar rejeições. Nisso, ela entender que deve medir o quanto mostra de si e até o quanto acredita que merece estar em determinados lugares. Esse tipo de violência não começa somente quando há uma agressão física. Ela também se instala quando a pessoa entende, repetidamente, que precisa justificar por que deveria ter os mesmos direitos, a mesma segurança e a mesma possibilidade de futuro que qualquer outra. Pessoas LGBTs não estão tentando tomar o espaço de ninguém. Elas estão reivindicando o direito de não serem empurradas de volta para a invisibilidade. Nessa fala, Erika Hilton expõe a diferença entre ser apenas tolerado e poder existir com dignidade. Isabelle de Freitas Acácio Psicóloga para mulheres e LGBT+ CRP 11/20722 #psicologia #saudemental #lgbt #lgbtqiapn #diversidade

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