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dewibeuty
dewibeuty :
bgus
2026-08-22 14:44:54
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rlin1999
Arlin 1999 :
ckep
2026-08-22 13:35:18
0
afriana.trifanka
Afriana Trifanka :
cantikk
2026-08-22 12:43:21
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b6bygirl__1
b6bygirl__1 :
Izin
2026-08-22 12:52:39
0
almalisa30
Lisa Almahyra❤︎ :
cakep
2026-08-22 13:42:36
0
evayani122
。゚NauᏪ🍓 :
wajib beli guys
2026-08-22 10:54:39
0
rizkijuniarti_
kiki🌷 :
cakepp bgt
2026-08-22 11:31:05
0
ussikayla05
Ussikayla05 :
cakep sandalnya ihh
2026-08-22 10:12:13
0
ayasiisemoxx
Mama zaini :
cakep nya
2026-08-22 10:52:12
0
abizarazzahra
azzahra abizar :
Mampir yuk kak 🥰
2026-08-22 10:15:22
0
wongblesak085
wong blesak085 :
keren banget kk
2026-08-22 09:07:32
0
miftahuljannah0669
Miftahuljnnh :
Mau
2026-08-22 09:48:06
0
nikaa.m26
Nikaa M :
izin ninggalin jejak yaa kak 🥰💗
2026-08-22 11:30:13
0
sher.shopp
s.shopp :
affiliate pemula, pasti di fb ko💗
2026-08-22 11:14:52
0
atttaki.hanan
bag lucu🎀 :
cakep bgt
2026-08-22 06:02:45
0
olsshopp1
🎀spal_spil 🎗🎀 :
ssmangattt saling follow yukkk🥰🥰
2026-08-22 10:27:43
0
user402025095
inrum :
BACK KK
2026-08-22 11:37:54
0
atikarec
atikarec :
Semangat kak, mampir juga ke akun saya yuk
2026-08-22 06:35:18
0
fastabiq222
Njeng_store :
🥰🥰🥰
2026-08-22 05:48:35
0
unaaa_olshop
unaaa olshoppp :
🥰
2026-08-22 05:49:24
0
anggrainiput1
spill by anggi🌸 :
🥰🥰🥰
2026-08-22 05:46:40
0
bloodagaming
Tiia🛍️🛒 :
haii kak, izin ninggalin jejak ya kak🙏🏻🥰
2026-08-22 11:27:22
0
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Siga @ocampograndense | O influenciador fitness conhecido como Marombeiro Pobre Loco se envolveu em uma nova polêmica após o encerramento de sua loja de suplementos em Campo Grande. Dias depois de publicar um vídeo em que aparece quebrando móveis do estabelecimento a marretadas, ele foi acusado pelo empresário Plínio, ligado à Cowboy dos Suplementos, de retirar cerca de R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. A acusação foi apresentada por Plínio em um vídeo publicado no YouTube, no qual ele relata os acontecimentos e afirma ter registrado um boletim de ocorrência sobre o caso. Segundo o empresário, os produtos teriam sido retirados no dia 6 de agosto de um estabelecimento ligado à sua operação. De acordo com Plínio, a relação comercial com Pobre Loco começou em março de 2026, quando a loja administrada pelo influenciador estaria enfrentando dificuldades financeiras. Ele afirma que passou a auxiliar na operação, fornecendo produtos, participando de negociações com fornecedores e assumindo despesas para ajudar a manter o negócio funcionando. Ainda segundo o empresário, a parceria chegou ao fim em 21 de julho. Dois dias depois, teria sido realizada uma conferência do estoque e parte das mercadorias pertencentes à operação de Plínio teria sido retirada de forma acordada entre as partes. Segundo Plínio, o conflito teria se agravado no dia 6 de agosto, quando Pobre Loco teria ido acompanhado de outras pessoas até uma de suas lojas e retirado aproximadamente R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. Um dos principais pontos da discussão envolve a propriedade dos produtos. Plínio afirma que parte das mercadorias teria sido adquirida utilizando o CNPJ da empresa ligada a Pobre Loco, mas sustenta que os pagamentos foram realizados com recursos próprios. Por isso, segundo sua versão, os produtos pertenceriam à sua operação comercial. A definição sobre a propriedade das mercadorias e eventual responsabilidade das partes depende da análise de contratos, comprovantes, registros de pagamento e demais documentos relacionados à parceria. No vídeo publicado no YouTube, Plínio também afirma possuir imagens e outros documentos relacionados ao episódio. Ele relata ainda ter sofrido ameaças durante o conflito. O registro de um boletim de ocorrência não significa, por si só, que as acusações tenham sido comprovadas. Os fatos ainda podem ser apurados pelas autoridades competentes. A acusação ocorre poucos dias depois de Pobre Loco anunciar o encerramento da loja de suplementos e a mudança para São Paulo. Nas redes sociais, o influenciador publicou um vídeo em que aparece destruindo móveis e parte da estrutura que permanecia no estabelecimento. Segundo ele, os itens foram colocados à venda antes da mudança, mas não houve interessados. Pobre Loco afirmou que chegou a oferecer alguns móveis por aproximadamente 20% do valor pago originalmente, sem conseguir realizar as vendas. “Não consegui vender toda mercadoria, nem os móveis... nem a preço de custo eu estou conseguindo vender”, afirmou. Em seguida, o influenciador relatou as dificuldades que, segundo ele, enfrentou durante os cerca de dois anos e meio em que administrou o negócio. “Vou quebrar tudo. Só eu sei o que eu passei nesses últimos dois anos e meio, as noites que fiquei sem dormir, as dores de cabeça que tive com imposto, funcionário, conta...”, declarou. No vídeo, ele aparece usando uma marreta para destruir móveis que permaneciam na antiga loja. A reportagem procurou Pobre Loco para que apresentasse sua versão sobre as acusações, mas não obteve resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação. _____ 👉 Siga @ocampograndense 🌐 Leia: www.ocampograndense.br
Siga @ocampograndense | O influenciador fitness conhecido como Marombeiro Pobre Loco se envolveu em uma nova polêmica após o encerramento de sua loja de suplementos em Campo Grande. Dias depois de publicar um vídeo em que aparece quebrando móveis do estabelecimento a marretadas, ele foi acusado pelo empresário Plínio, ligado à Cowboy dos Suplementos, de retirar cerca de R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. A acusação foi apresentada por Plínio em um vídeo publicado no YouTube, no qual ele relata os acontecimentos e afirma ter registrado um boletim de ocorrência sobre o caso. Segundo o empresário, os produtos teriam sido retirados no dia 6 de agosto de um estabelecimento ligado à sua operação. De acordo com Plínio, a relação comercial com Pobre Loco começou em março de 2026, quando a loja administrada pelo influenciador estaria enfrentando dificuldades financeiras. Ele afirma que passou a auxiliar na operação, fornecendo produtos, participando de negociações com fornecedores e assumindo despesas para ajudar a manter o negócio funcionando. Ainda segundo o empresário, a parceria chegou ao fim em 21 de julho. Dois dias depois, teria sido realizada uma conferência do estoque e parte das mercadorias pertencentes à operação de Plínio teria sido retirada de forma acordada entre as partes. Segundo Plínio, o conflito teria se agravado no dia 6 de agosto, quando Pobre Loco teria ido acompanhado de outras pessoas até uma de suas lojas e retirado aproximadamente R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. Um dos principais pontos da discussão envolve a propriedade dos produtos. Plínio afirma que parte das mercadorias teria sido adquirida utilizando o CNPJ da empresa ligada a Pobre Loco, mas sustenta que os pagamentos foram realizados com recursos próprios. Por isso, segundo sua versão, os produtos pertenceriam à sua operação comercial. A definição sobre a propriedade das mercadorias e eventual responsabilidade das partes depende da análise de contratos, comprovantes, registros de pagamento e demais documentos relacionados à parceria. No vídeo publicado no YouTube, Plínio também afirma possuir imagens e outros documentos relacionados ao episódio. Ele relata ainda ter sofrido ameaças durante o conflito. O registro de um boletim de ocorrência não significa, por si só, que as acusações tenham sido comprovadas. Os fatos ainda podem ser apurados pelas autoridades competentes. A acusação ocorre poucos dias depois de Pobre Loco anunciar o encerramento da loja de suplementos e a mudança para São Paulo. Nas redes sociais, o influenciador publicou um vídeo em que aparece destruindo móveis e parte da estrutura que permanecia no estabelecimento. Segundo ele, os itens foram colocados à venda antes da mudança, mas não houve interessados. Pobre Loco afirmou que chegou a oferecer alguns móveis por aproximadamente 20% do valor pago originalmente, sem conseguir realizar as vendas. “Não consegui vender toda mercadoria, nem os móveis... nem a preço de custo eu estou conseguindo vender”, afirmou. Em seguida, o influenciador relatou as dificuldades que, segundo ele, enfrentou durante os cerca de dois anos e meio em que administrou o negócio. “Vou quebrar tudo. Só eu sei o que eu passei nesses últimos dois anos e meio, as noites que fiquei sem dormir, as dores de cabeça que tive com imposto, funcionário, conta...”, declarou. No vídeo, ele aparece usando uma marreta para destruir móveis que permaneciam na antiga loja. A reportagem procurou Pobre Loco para que apresentasse sua versão sobre as acusações, mas não obteve resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação. _____ 👉 Siga @ocampograndense 🌐 Leia: www.ocampograndense.br

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