@omaigadgusii: baddiee😜#CapCut #4u

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ricky00627
kyy. :
circle mantepp ini mah
2026-08-21 06:55:32
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ndreastito
kopisusugagat :
2026-08-21 09:54:13
0
urus_23
my....... :
pertama
2026-08-21 06:47:52
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user0103102005
user0103102005 :
kek davina 😅
2026-08-21 17:18:16
0
firrryyyawl
firyyyyy :
2026-08-21 09:55:05
0
kardoxadeljkt48
always_kardo:) :
hai
2026-08-21 07:52:30
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keteteb
SOSDRAKHELL :
titisan trio macan
2026-08-21 12:04:39
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dlanfaithah
dapinitunamasy :
25% total save dari likes is crazy, guyss
2026-08-22 06:12:03
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steven26743
steven spqs :
Baddieeh
2026-08-21 10:32:08
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dhoke._
rdhoke :
hohor bngt
2026-08-22 06:56:00
0
l4mine_10
lamin yamal :
yaya stay baddie bcz i enjoy ur body😝
2026-08-21 13:50:59
0
nldo.27
🦎 :
kuning
2026-08-26 01:16:35
0
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Existem lugares na nossa vida que não deveriam ser ocupados por qualquer pessoa. A intimidade é um deles. Nem todo mundo que sorri para você merece conhecer suas fragilidades, seus planos, seus medos ou aquilo que você guarda quando ninguém está olhando. Com o tempo, a gente aprende que confiança não se entrega pela quantidade de tempo que conhece alguém, nem pelas palavras bonitas que essa pessoa diz. Confiança se constrói com atitudes, lealdade, respeito e, principalmente, com a capacidade de permanecer quando seria mais fácil ir embora. Por isso, escolher quem senta à nossa mesa e quem divide a nossa cama é também escolher quem terá acesso a uma parte da nossa vida que não está disponível para todos. Existe uma diferença enorme entre ser uma pessoa acessível e ser uma pessoa disponível para qualquer um. Ter um coração aberto não significa deixar a porta da sua vida escancarada. Algumas pessoas precisam apenas conhecer a sua educação; outras merecem conhecer a sua amizade; poucas conquistam o direito de conhecer a sua intimidade. E não há arrogância nenhuma em estabelecer limites. Pelo contrário, existe maturidade em entender que a nossa paz também depende das pessoas que permitimos permanecer por perto. Porque quando você coloca alguém dentro da sua casa, da sua rotina, dos seus pensamentos e dos seus sentimentos, você também está permitindo que essa pessoa tenha acesso a partes suas que podem ser usadas para construir ou para destruir. No fim das contas, talvez a pergunta mais importante não seja “quantas pessoas eu tenho por perto?”, mas “quantas dessas pessoas realmente merecem estar tão perto de mim?”. Intimidade é privilégio, não obrigação. E quanto mais a vida ensina, mais seletivos nos tornamos com aquilo que antes oferecíamos sem pensar. Afinal, se a sua mesa representa acolhimento e a sua cama representa intimidade, você tem colocado nesses lugares pessoas que realmente cuidam daquilo que você é ou apenas pessoas que você ainda não aprendeu a deixar do lado de fora?
Existem lugares na nossa vida que não deveriam ser ocupados por qualquer pessoa. A intimidade é um deles. Nem todo mundo que sorri para você merece conhecer suas fragilidades, seus planos, seus medos ou aquilo que você guarda quando ninguém está olhando. Com o tempo, a gente aprende que confiança não se entrega pela quantidade de tempo que conhece alguém, nem pelas palavras bonitas que essa pessoa diz. Confiança se constrói com atitudes, lealdade, respeito e, principalmente, com a capacidade de permanecer quando seria mais fácil ir embora. Por isso, escolher quem senta à nossa mesa e quem divide a nossa cama é também escolher quem terá acesso a uma parte da nossa vida que não está disponível para todos. Existe uma diferença enorme entre ser uma pessoa acessível e ser uma pessoa disponível para qualquer um. Ter um coração aberto não significa deixar a porta da sua vida escancarada. Algumas pessoas precisam apenas conhecer a sua educação; outras merecem conhecer a sua amizade; poucas conquistam o direito de conhecer a sua intimidade. E não há arrogância nenhuma em estabelecer limites. Pelo contrário, existe maturidade em entender que a nossa paz também depende das pessoas que permitimos permanecer por perto. Porque quando você coloca alguém dentro da sua casa, da sua rotina, dos seus pensamentos e dos seus sentimentos, você também está permitindo que essa pessoa tenha acesso a partes suas que podem ser usadas para construir ou para destruir. No fim das contas, talvez a pergunta mais importante não seja “quantas pessoas eu tenho por perto?”, mas “quantas dessas pessoas realmente merecem estar tão perto de mim?”. Intimidade é privilégio, não obrigação. E quanto mais a vida ensina, mais seletivos nos tornamos com aquilo que antes oferecíamos sem pensar. Afinal, se a sua mesa representa acolhimento e a sua cama representa intimidade, você tem colocado nesses lugares pessoas que realmente cuidam daquilo que você é ou apenas pessoas que você ainda não aprendeu a deixar do lado de fora?

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