@dieuestamour899: Avec JP tu vas rire même dans problème 🤣🤣🤣 #jpnda #pourtoi

Atakabori 🔥🎥🔥 🦜💎
Atakabori 🔥🎥🔥 🦜💎
Open In TikTok:
Region: CI
Friday 21 August 2026 12:12:13 GMT
5668
544
21
25

Music

Download

Comments

kounpay
kounpay :
goumin international
2026-08-21 13:51:16
1
pachademonaco100
Cyrille junior :
Jp pardon reviens plus fort
2026-08-21 12:34:29
8
fragena0
fragena👄 :
🤣🤣🤣🤣il joue tellement bien son rôle
2026-08-21 14:19:42
7
enoush02
Nkem :
Lui la n’a pas goumain 🤣
2026-08-21 14:56:34
7
user40884540725582kanon
kã__nøn👾🇨🇮❤️ :
pfff JP tchiaaa 💔🤣🤣🤣
2026-08-21 12:18:52
4
acholegrd01
Achiraf. D ©🍃 :
est ce qu'il a goumin d'abord Legé t'avais prévenue
2026-08-21 13:52:44
6
ibrahima.mane226
durkio m😤🤙🇪🇦🇸🇳 :
pardon😅😅😅🥰🥰🥰
2026-08-21 12:18:54
1
christian.romaric03
Christian Romaric Koffi Diby :
😂
2026-08-21 19:24:37
0
monneyalex7
monney Alex :
JP Yako mon frère ça allée 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
2026-08-21 21:17:28
0
caporal.niamkey
Caporal italien 🇨🇮 😎🤫 :
Retabli toi vite
2026-08-21 12:28:26
2
angedrougba
Ange.w🧸🌹🦜💎 :
😂🤣😂🤣
2026-08-21 12:26:15
2
gnelnan
gnelnan :
🤣🤣🤣🤣🤣
2026-08-21 23:22:58
0
christelle.meledg
Christelle Meledge la fée 🧚❤️ :
❤️❤️❤️❤️
2026-08-21 17:01:01
0
kamagate844
Kamagate Ali :
💞💞💞
2026-08-21 16:49:32
0
caleb.paqui72
caleb :
😹😹😹
2026-08-21 14:28:13
0
yoxel57
Yoxel..🧚🏼🤍💥 :
JP même vraiment hein on ne court pas derrière une femme qui est déjà déviergée vous êtes fort dèh nonnn 🤣🙈
2026-08-21 17:24:03
1
To see more videos from user @dieuestamour899, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

Lendo o plano de segurança do Renan, ficou evidente que o MBL não está preparado pra cargo executivo. O Capítulo II reúne quinze medidas de combate às facções, e só uma incide sobre o dinheiro deles. As quatorze restantes produzem despesa, sem cifra declarada e sem dizer onde ele vai arrumar esse dinheiro. Disso decorre a minha tese. A dureza que ele anuncia é convertida, pela aritmética, em custo público de dezenas de bilhões com efeito nulo sobre a estrutura financeira das organizações. A única medida plausível é o confisco com inversão do ônus da prova. Só que isso pressupõe presunção de ilicitude patrimonial e fere o artigo 5º, inciso LVII, ou seja, ninguém é culpado até o trânsito em julgado. O item que atinge o caixa do crime é justamente o mais frágil do plano, de modo que a entrega esperada dele tende a zero real. Tudo mais é obra, equipamento e folha. Superpresídios em região remota, drones, reconhecimento facial em tempo real, tribunais especializados, intervenção federal e Forças Armadas em uso de força pesada. Nenhuma cifra em três páginas, porquanto ocupar território custa e tem valor apurado. A intervenção de 2018 no Rio, um estado por um ano, abriu créditos extraordinários de R$ 1,2 bilhão, e o interventor declarou necessidade de R$ 3,1 bilhões. Derivando desse precedente, cinco intervenções simultâneas por um ano ficariam entre R$ 5,9 bilhões, na taxa executada, e R$ 15,5 bilhões, na taxa declarada necessária. O Renan propõe intervenção em estados no plural, por prazo indefinido, e não diz de onde vem o dinheiro. Talvez do contribuinte. Ele vai subir imposto? E o que o Rio comprou com aquilo? A intervenção encerrou em dezembro de 2018 e, em outubro de 2025, a operação em três comunidades da Zona Norte terminou com mais de 120 mortos, com a facção operando ainda. O modelo já foi testado em escala estadual, consumiu mais de um bilhão e devolveu o território igual sete anos depois. Enquanto isso, o caixa segue intacto e fora do documento dele. O Ministério Público de São Paulo estima que o PCC movimenta um bilhão de dólares ao ano, ou seja, seis bilhões de reais, sem contar a lavagem da cúpula. A Operação Carbono Oculto apurou R$ 80 bilhões em combustíveis e R$ 20 bilhões em tráfico. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública estima R$ 146 bilhões anuais no conjunto das facções. Os orçamentos de segurança de São Paulo e Rio somam R$ 2,2 bilhões, e o Ministério da Justiça gastou R$ 18,1 bilhões em 2025 com toda a população carcerária do país. Essa é a conta que o MBL não faz. Cada preso custa R$ 18,7 mil ao ano em custeio permanente. Prender os 40 mil integrantes que o MP atribui ao PCC acrescenta R$ 750 milhões anuais, mais R$ 2 bilhões de construção em vaga comum ou R$ 5 bilhões em segurança máxima, que é o padrão do plano. Do outro lado, a facção perde folha e mantém receita de bilhões, dentro de 23 milhões de pessoas vivendo sob controle armado. Contudo, nem essa perda se sustenta, porque o PCC nasceu dentro da cadeia e se nacionalizou pelo fluxo de transferências entre presídios, de modo que ampliar o encarceramento amplia o recrutamento. Eles vão dizer que asfixia financeira e repressão territorial não são autoexcludentes. É verdade, e reconheço. Ainda assim, um plano que dedica ao tema o capítulo mais extenso do livro e não menciona inteligência financeira, fintechs, combustíveis ou apostas está declarando a quem ele defende. E se o vetor financeiro já opera e entrega resultado, inclusive prendendo gente na Faria Lima, a proposta consiste em gastar dezenas de bilhões reforçando o vetor de menor produtividade demonstrada. E não me venha com El Salvador, que tem população inferior à da região metropolitana de São Paulo e enfrenta gangue de base territorial, ao passo que aqui a estrutura é financeira e transnacional. Reunidos os elementos, o desenho suspende garantia constitucional pra prender e julgar mais rápido, não declara  custo e não ataca a receita das facções que repõe cada preso no mês seguinte
Lendo o plano de segurança do Renan, ficou evidente que o MBL não está preparado pra cargo executivo. O Capítulo II reúne quinze medidas de combate às facções, e só uma incide sobre o dinheiro deles. As quatorze restantes produzem despesa, sem cifra declarada e sem dizer onde ele vai arrumar esse dinheiro. Disso decorre a minha tese. A dureza que ele anuncia é convertida, pela aritmética, em custo público de dezenas de bilhões com efeito nulo sobre a estrutura financeira das organizações. A única medida plausível é o confisco com inversão do ônus da prova. Só que isso pressupõe presunção de ilicitude patrimonial e fere o artigo 5º, inciso LVII, ou seja, ninguém é culpado até o trânsito em julgado. O item que atinge o caixa do crime é justamente o mais frágil do plano, de modo que a entrega esperada dele tende a zero real. Tudo mais é obra, equipamento e folha. Superpresídios em região remota, drones, reconhecimento facial em tempo real, tribunais especializados, intervenção federal e Forças Armadas em uso de força pesada. Nenhuma cifra em três páginas, porquanto ocupar território custa e tem valor apurado. A intervenção de 2018 no Rio, um estado por um ano, abriu créditos extraordinários de R$ 1,2 bilhão, e o interventor declarou necessidade de R$ 3,1 bilhões. Derivando desse precedente, cinco intervenções simultâneas por um ano ficariam entre R$ 5,9 bilhões, na taxa executada, e R$ 15,5 bilhões, na taxa declarada necessária. O Renan propõe intervenção em estados no plural, por prazo indefinido, e não diz de onde vem o dinheiro. Talvez do contribuinte. Ele vai subir imposto? E o que o Rio comprou com aquilo? A intervenção encerrou em dezembro de 2018 e, em outubro de 2025, a operação em três comunidades da Zona Norte terminou com mais de 120 mortos, com a facção operando ainda. O modelo já foi testado em escala estadual, consumiu mais de um bilhão e devolveu o território igual sete anos depois. Enquanto isso, o caixa segue intacto e fora do documento dele. O Ministério Público de São Paulo estima que o PCC movimenta um bilhão de dólares ao ano, ou seja, seis bilhões de reais, sem contar a lavagem da cúpula. A Operação Carbono Oculto apurou R$ 80 bilhões em combustíveis e R$ 20 bilhões em tráfico. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública estima R$ 146 bilhões anuais no conjunto das facções. Os orçamentos de segurança de São Paulo e Rio somam R$ 2,2 bilhões, e o Ministério da Justiça gastou R$ 18,1 bilhões em 2025 com toda a população carcerária do país. Essa é a conta que o MBL não faz. Cada preso custa R$ 18,7 mil ao ano em custeio permanente. Prender os 40 mil integrantes que o MP atribui ao PCC acrescenta R$ 750 milhões anuais, mais R$ 2 bilhões de construção em vaga comum ou R$ 5 bilhões em segurança máxima, que é o padrão do plano. Do outro lado, a facção perde folha e mantém receita de bilhões, dentro de 23 milhões de pessoas vivendo sob controle armado. Contudo, nem essa perda se sustenta, porque o PCC nasceu dentro da cadeia e se nacionalizou pelo fluxo de transferências entre presídios, de modo que ampliar o encarceramento amplia o recrutamento. Eles vão dizer que asfixia financeira e repressão territorial não são autoexcludentes. É verdade, e reconheço. Ainda assim, um plano que dedica ao tema o capítulo mais extenso do livro e não menciona inteligência financeira, fintechs, combustíveis ou apostas está declarando a quem ele defende. E se o vetor financeiro já opera e entrega resultado, inclusive prendendo gente na Faria Lima, a proposta consiste em gastar dezenas de bilhões reforçando o vetor de menor produtividade demonstrada. E não me venha com El Salvador, que tem população inferior à da região metropolitana de São Paulo e enfrenta gangue de base territorial, ao passo que aqui a estrutura é financeira e transnacional. Reunidos os elementos, o desenho suspende garantia constitucional pra prender e julgar mais rápido, não declara custo e não ataca a receita das facções que repõe cada preso no mês seguinte

About