@malangposcomedia: Laga uji coba antara Arema FC melawan RANS Nusantara berakhir dengan skor 2-0 untuk keunggulan Singo Edan. Bermain di Stadion Kanjuruhan, Kabupaten Malang, Sabtu (22/8) sore, kedua tim saling menampilkan permainan terbuka. Pertandingan yang dipimpin oleh wasit Yeni Krisdianto asal Kabupaten Tulungagung ini, langsung panas sejak babak pertama. Pada laga ini, pelatih kepala Arema FC, Marcos Vinicius Santos, menerapkan skema permainan menyerang sejak menit awal. Berita selengkapnya di malangposcomedia.id #malangposcomedia #beritatiktok #aremafc #rans

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Saturday 22 August 2026 11:41:25 GMT
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khoirulmustofa554
iLuENk Must0Fa :
wes gabung arema ta iki sam
2026-08-22 12:34:13
0
dayuharianto
samday :
ngendi maneh seng tekan negria wes teko rung sam
2026-08-22 15:13:28
0
dwip_97
Toping Dunia :
stiker bapuk+lemes di tuku. vinicius kurang gembleng aja itu.
2026-08-22 12:41:45
0
user2568485450500
Rohman87 :
Julian Guevara OUT
2026-08-22 13:15:16
0
user2568485450500
Rohman87 :
Guevara Out
2026-08-22 13:15:22
0
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Eu abandonei o Power Point e o Google Slides depois que descobri esta forma de criar slides. O fluxo que tenho usado é bem mais próximo de desenvolvimento do que de apresentação tradicional. Primeiro, você monta uma pasta com todos os assets do projeto: imagens, vídeos e qualquer outro arquivo que vá entrar na apresentação. Depois, cria um arquivo de texto ou markdown com o conteúdo bruto dos slides — sem se preocupar com layout nessa etapa. A ideia aqui é definir a estrutura e a narrativa slide a slide. Com isso pronto, você abre o Claude Code e pede para ele gerar um HTML de apresentação com base nesses arquivos. Esse ponto é importante: em vez de gerar um .pptx, você gera uma apresentação em HTML. Isso te dá muito mais controle sobre layout, navegação, transições, atalhos de teclado e comportamento visual no geral. Mesmo com um prompt simples, o resultado já costuma ficar muito bom. Mas o que realmente melhora a qualidade é adicionar um design system no contexto. Ou seja: um arquivo com regras visuais claras sobre tipografia, cores, espaçamentos, componentes e estilo geral da interface. Quando o Claude recebe esse material junto com o rascunho e os assets, ele para de “inventar design” no escuro e passa a seguir uma direção visual consistente. E se quiser escalar ainda mais o processo, dá pra colocar múltiplos design systems numa pasta e pedir para ele gerar várias versões da mesma apresentação em paralelo com subagents. Na prática, você transforma a criação de slides num pipeline: estrutura → assets → design system → geração → comparação de versões. No fim, em vez de passar horas lapidando uma apresentação manualmente, você gera várias opções de alto nível e escolhe a melhor. Se você trabalha com aulas, pitches ou apresentações comerciais, esse fluxo é simplesmente muito mais eficiente.
Eu abandonei o Power Point e o Google Slides depois que descobri esta forma de criar slides. O fluxo que tenho usado é bem mais próximo de desenvolvimento do que de apresentação tradicional. Primeiro, você monta uma pasta com todos os assets do projeto: imagens, vídeos e qualquer outro arquivo que vá entrar na apresentação. Depois, cria um arquivo de texto ou markdown com o conteúdo bruto dos slides — sem se preocupar com layout nessa etapa. A ideia aqui é definir a estrutura e a narrativa slide a slide. Com isso pronto, você abre o Claude Code e pede para ele gerar um HTML de apresentação com base nesses arquivos. Esse ponto é importante: em vez de gerar um .pptx, você gera uma apresentação em HTML. Isso te dá muito mais controle sobre layout, navegação, transições, atalhos de teclado e comportamento visual no geral. Mesmo com um prompt simples, o resultado já costuma ficar muito bom. Mas o que realmente melhora a qualidade é adicionar um design system no contexto. Ou seja: um arquivo com regras visuais claras sobre tipografia, cores, espaçamentos, componentes e estilo geral da interface. Quando o Claude recebe esse material junto com o rascunho e os assets, ele para de “inventar design” no escuro e passa a seguir uma direção visual consistente. E se quiser escalar ainda mais o processo, dá pra colocar múltiplos design systems numa pasta e pedir para ele gerar várias versões da mesma apresentação em paralelo com subagents. Na prática, você transforma a criação de slides num pipeline: estrutura → assets → design system → geração → comparação de versões. No fim, em vez de passar horas lapidando uma apresentação manualmente, você gera várias opções de alto nível e escolhe a melhor. Se você trabalha com aulas, pitches ou apresentações comerciais, esse fluxo é simplesmente muito mais eficiente.

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