@certifiedsoycel: The Challenger is a family of British main battle tanks developed to provide the British Army with heavily protected, powerful armored vehicles. The family includes the Challenger 1, Challenger 2, and the newer Challenger 3, with each generation introducing improvements in armor, firepower, mobility, and electronics. Challenger tanks are known for their strong protection and excellent long-range gunnery, and they have seen combat in conflicts including the Gulf War and Iraq War. Over time, the Challenger family has evolved from a Cold War-era tank into a modern platform designed to remain effective against increasingly advanced armored threats.#britain #challengertank #tanks #warthunder #military

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jippysmola
𝙅𝙄𝙋𝙋𝙔® :
Holy peakkkk
2026-08-22 17:49:59
2
milu_90a
𝙈𝙞𝙡𝙪 :
yooo so peak
2026-08-22 18:21:02
2
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A crise das Casas Bahia ganhou um novo capítulo, e agora a Justiça do Trabalho entrou no jogo. A empresa protocolou pedido de recuperação judicial com R$ 17,3 bilhões em dívidas. Segundo a companhia, juros elevados, crédito restrito, aumento do custo financeiro e pressão sobre o consumo e o capital de giro contribuíram para a deterioração financeira. Mas olha o que aconteceu depois: Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), as Casas Bahia teriam fechado 298 lojas entre os dias 13 e 14 de agosto. No mesmo período, cerca de 1.900 funcionários teriam sido demitidos, segundo a entidade. A discussão chegou à Justiça do Trabalho porque, segundo a CNTC, as dispensas coletivas ocorreram sem intervenção sindical prévia. O TRT da 10ª Região decidiu suspender provisoriamente as demissões coletivas e restringiu novos cortes sem a participação das entidades sindicais. A empresa recebeu prazo de 5 dias para restabelecer provisoriamente os vínculos jurídicos e econômicos dos trabalhadores atingidos. Isso não significa que as 298 lojas precisarão reabrir, nem que os funcionários retornarão automaticamente aos antigos postos de trabalho. Em caso de descumprimento, foi estabelecida multa de R$ 500 por dia, por trabalhador atingido. O caso mostra uma realidade dura do mundo empresarial: Quando uma empresa desse tamanho entra em recuperação judicial, o problema não fica apenas no balanço. Chega nos funcionários, fornecedores, credores e em toda a operação. Agora quero saber sua opinião: A Justiça fez certo ao suspender as demissões ou uma empresa em recuperação judicial precisa ter liberdade para cortar custos e tentar sobreviver? Comenta aqui embaixo. E siga @adv.ingridcoutinho para acompanhar mais conteúdos como esse.  #CasasBahia #RecuperacaoJudicial #JusticaDoTrabalho #DemissaoColetiva #DireitoEmpresarial
A crise das Casas Bahia ganhou um novo capítulo, e agora a Justiça do Trabalho entrou no jogo. A empresa protocolou pedido de recuperação judicial com R$ 17,3 bilhões em dívidas. Segundo a companhia, juros elevados, crédito restrito, aumento do custo financeiro e pressão sobre o consumo e o capital de giro contribuíram para a deterioração financeira. Mas olha o que aconteceu depois: Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), as Casas Bahia teriam fechado 298 lojas entre os dias 13 e 14 de agosto. No mesmo período, cerca de 1.900 funcionários teriam sido demitidos, segundo a entidade. A discussão chegou à Justiça do Trabalho porque, segundo a CNTC, as dispensas coletivas ocorreram sem intervenção sindical prévia. O TRT da 10ª Região decidiu suspender provisoriamente as demissões coletivas e restringiu novos cortes sem a participação das entidades sindicais. A empresa recebeu prazo de 5 dias para restabelecer provisoriamente os vínculos jurídicos e econômicos dos trabalhadores atingidos. Isso não significa que as 298 lojas precisarão reabrir, nem que os funcionários retornarão automaticamente aos antigos postos de trabalho. Em caso de descumprimento, foi estabelecida multa de R$ 500 por dia, por trabalhador atingido. O caso mostra uma realidade dura do mundo empresarial: Quando uma empresa desse tamanho entra em recuperação judicial, o problema não fica apenas no balanço. Chega nos funcionários, fornecedores, credores e em toda a operação. Agora quero saber sua opinião: A Justiça fez certo ao suspender as demissões ou uma empresa em recuperação judicial precisa ter liberdade para cortar custos e tentar sobreviver? Comenta aqui embaixo. E siga @adv.ingridcoutinho para acompanhar mais conteúdos como esse. #CasasBahia #RecuperacaoJudicial #JusticaDoTrabalho #DemissaoColetiva #DireitoEmpresarial

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