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Sueli da Silva foi mais uma vítima do horror do Hospital Colônia de Barbacena, um lugar que ficou conhecido como o ‘Holocausto Brasileiro’. Internada sem diagnóstico médico, Sueli não tinha uma doença mental, mas foi condenada ao sofrimento por uma sociedade que a excluiu. Ela foi abandonada, como milhares de outros, em condições desumanas: amontoada com centenas de pessoas em um ambiente insalubre, sem comida, sem dignidade, sem esperança. Mas, mesmo diante de tanto sofrimento, Sueli resistiu. Em meio ao caos, ela encontrou uma forma de expressar a dor que a consumia: o canto. Seu canto, melancólico e carregado de lamento, ecoava pelos corredores frios do hospital, se tornando um símbolo da resistência daqueles que, apesar de tudo, ainda tentavam encontrar uma forma de ser ouvidos. A voz de Sueli não era apenas um som, mas um grito de liberdade, um lamento que transcendia os muros do Colônia, uma denúncia silenciosa da desumanidade que reinava ali. No entanto, o grito de Sueli foi abafado. Ela nunca saiu do hospital. Sua vida foi perdida entre as paredes sujas e frias do Colônia, como tantas outras vidas que jamais tiveram a chance de ser resgatadas. Mas seu canto, que ainda ressoa nas memórias daqueles que a ouviram, é uma lembrança de que nunca devemos esquecer os que sofreram em silêncio. Sueli da Silva é a voz de milhares de pessoas invisíveis, cujas histórias precisam ser lembradas. #holocaustobrasileiro #história #históriadobrasil #hospitalcoloniabarbacena #psiquiatria #curiosidadeshistoricas
Sueli da Silva foi mais uma vítima do horror do Hospital Colônia de Barbacena, um lugar que ficou conhecido como o ‘Holocausto Brasileiro’. Internada sem diagnóstico médico, Sueli não tinha uma doença mental, mas foi condenada ao sofrimento por uma sociedade que a excluiu. Ela foi abandonada, como milhares de outros, em condições desumanas: amontoada com centenas de pessoas em um ambiente insalubre, sem comida, sem dignidade, sem esperança. Mas, mesmo diante de tanto sofrimento, Sueli resistiu. Em meio ao caos, ela encontrou uma forma de expressar a dor que a consumia: o canto. Seu canto, melancólico e carregado de lamento, ecoava pelos corredores frios do hospital, se tornando um símbolo da resistência daqueles que, apesar de tudo, ainda tentavam encontrar uma forma de ser ouvidos. A voz de Sueli não era apenas um som, mas um grito de liberdade, um lamento que transcendia os muros do Colônia, uma denúncia silenciosa da desumanidade que reinava ali. No entanto, o grito de Sueli foi abafado. Ela nunca saiu do hospital. Sua vida foi perdida entre as paredes sujas e frias do Colônia, como tantas outras vidas que jamais tiveram a chance de ser resgatadas. Mas seu canto, que ainda ressoa nas memórias daqueles que a ouviram, é uma lembrança de que nunca devemos esquecer os que sofreram em silêncio. Sueli da Silva é a voz de milhares de pessoas invisíveis, cujas histórias precisam ser lembradas. #holocaustobrasileiro #história #históriadobrasil #hospitalcoloniabarbacena #psiquiatria #curiosidadeshistoricas

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