@orlandoh_07: así esssss! #tiktok #paratiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii #fyp #omarcourtz

orlandoh.07🕷️
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Wednesday 26 August 2026 06:31:00 GMT
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Comments

crxxsanchz_
الصينية :
Nos vemos los de Monterrey 💞
2026-08-27 05:01:54
35
andresflores755
Andres Flores :
y no cantara serio con ese q ni una noti😔
2026-08-27 05:16:23
0
go4t_11
RealDawg :
Esa rola estará en el setlist?
2026-08-26 22:36:37
6
ana_yulan23
A N A H Í • :
Ay Diosssss necesito en Ecuador 💔
2026-08-27 15:33:43
0
agusmgomez_
𝒜𝓰𝓊𝓈🏹 :
Manifiesto 😭😭
2026-08-26 23:31:55
2
herx.fl
Fernando :
Ahí nos vemosss
2026-08-26 23:30:58
2
bg17n
:)Gris 🖤 :
Yo lo vi
2026-08-27 04:24:01
0
bg17n
:)Gris 🖤 :
2026-08-27 04:24:15
0
sktonthebeat1
Skt on the beat :
con todo
2026-08-27 01:43:28
0
cettyherreraa
CETTY❤️‍🔥 :
Se logró gente✨🧚🏼‍♀️☺️
2026-08-27 02:28:27
0
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@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu
@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu

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