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sapslapdown
Sap Snap :
me gustaría que me regalen uno
2026-08-29 11:46:16
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sapslapdown
Sap Snap :
es realmente genial
2026-08-27 01:38:38
0
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O Brasil encerrou neste domingo mais um ciclo eleitoral e, ao contrário do que deveria ocorrer, desta vez o protagonismo não ficou com o eleitor. Luiz Inácio Lula da Silva também não foi o protagonista desta eleição a despeito de ter alcançado um feito histórico com a virada no segundo turno e a conquista do quarto mandato como presidente da República. O candidato da oposição, Flavio Bolsonaro, tampouco protagonizou este pleito, mesmo tendo aglutinado em torno de si – e da herança política que o sobrenome lhe garantiu – toda a Direita brasileira num movimento que atraiu metade do eleitorado do país. Tristemente para a jovem República do Brasil o verdadeiro protagonista desta eleição foi justamente aquele que deveria cumprir com seu papel de forma serena, pacífica, concreta e uniforme. A eleição, que deveria ter sido analisada sob a ótica da disputa política e das narrativas criadas pelos candidatos e suas campanhas, se tornou pauta de debate jurídico sobre a legalidade de uma decisão de um ministro do STF. Não há discordância sobre o resultado do pleito. Lula está reeleito e agora terá de governar não mais um país herdado de um outro presidente. Ele governará em seu quarto mandato com o peso de todas as decisões que tomou para chegar até aqui. É preciso, diante deste cenário, reforçar a confiança nas instituições que sustentam nossa República para que elas sejam cada vez menos sinônimos de indivíduos e que reflitam de fato o papel destinado a elas na Constituição. A Democracia tão falada de lado a lado nesta eleição espera agora ações concretas, da esquerda, da direita e do centro. O Brasil precisa de estabilidade jurídica, de respeito aos freios e contrapesos que cada Poder representa, de firmeza e clareza na condução da economia e de um projeto de país que independa de partidos. O Brasil é maior do que qualquer figura individualmente, só não é maior do que o povo. E o povo espera um projeto viável de país, independentemente de paixões políticas. ▶️ Assista ao #JornalJovemPan na íntegra no canal da Jovem Pan News no YouTube 📺 Confira na JP News 📌 Siga o nosso perfil @jovempannews #JovemPanNews
O Brasil encerrou neste domingo mais um ciclo eleitoral e, ao contrário do que deveria ocorrer, desta vez o protagonismo não ficou com o eleitor. Luiz Inácio Lula da Silva também não foi o protagonista desta eleição a despeito de ter alcançado um feito histórico com a virada no segundo turno e a conquista do quarto mandato como presidente da República. O candidato da oposição, Flavio Bolsonaro, tampouco protagonizou este pleito, mesmo tendo aglutinado em torno de si – e da herança política que o sobrenome lhe garantiu – toda a Direita brasileira num movimento que atraiu metade do eleitorado do país. Tristemente para a jovem República do Brasil o verdadeiro protagonista desta eleição foi justamente aquele que deveria cumprir com seu papel de forma serena, pacífica, concreta e uniforme. A eleição, que deveria ter sido analisada sob a ótica da disputa política e das narrativas criadas pelos candidatos e suas campanhas, se tornou pauta de debate jurídico sobre a legalidade de uma decisão de um ministro do STF. Não há discordância sobre o resultado do pleito. Lula está reeleito e agora terá de governar não mais um país herdado de um outro presidente. Ele governará em seu quarto mandato com o peso de todas as decisões que tomou para chegar até aqui. É preciso, diante deste cenário, reforçar a confiança nas instituições que sustentam nossa República para que elas sejam cada vez menos sinônimos de indivíduos e que reflitam de fato o papel destinado a elas na Constituição. A Democracia tão falada de lado a lado nesta eleição espera agora ações concretas, da esquerda, da direita e do centro. O Brasil precisa de estabilidade jurídica, de respeito aos freios e contrapesos que cada Poder representa, de firmeza e clareza na condução da economia e de um projeto de país que independa de partidos. O Brasil é maior do que qualquer figura individualmente, só não é maior do que o povo. E o povo espera um projeto viável de país, independentemente de paixões políticas. ▶️ Assista ao #JornalJovemPan na íntegra no canal da Jovem Pan News no YouTube 📺 Confira na JP News 📌 Siga o nosso perfil @jovempannews #JovemPanNews

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