@chandlrare: akla hemen soner aylin heldı #ayçaayşinturan #muhtemelaşk #ekinkoç #öylebirgeçerzamanki #keşfet fyp kadir defne

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Friday 28 August 2026 01:04:11 GMT
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esilaassuu
esiila :
aynıı sahne gözümün önündn gectiiii
2026-08-28 06:51:35
49
do.do.girl
ro.s.h :
İzlerken aklımdan geçen sahne ayyy🥹
2026-08-28 01:41:30
260
voilare_
voilare_ :
İzlerken aninda aklima geldi yaa
2026-08-28 08:20:55
50
m7559459
ççöm :
Olayı ne peki sahnenin
2026-08-28 07:56:46
18
feyzakoyum
Feyzanız :
Ay biri yapmış sonunda
2026-08-28 07:10:18
9
sarita50539
Sarita🪐 :
Benim de aklima geldi vallahi
2026-08-28 09:25:46
2
dahaeditler
dahaeditler :
bende yaaa🥹
2026-08-28 03:58:40
4
idrissafi91
idrissafi91 :
Benimde aklima geldii
2026-08-28 08:49:25
1
ghdhlms
فراشه :
المقطع الثاني شنو اسم المسلسل عليكم الله
2026-08-28 09:49:55
0
srryblm
srry :
Soner bey bi şirketinizin birinden aradılar
2026-08-28 06:30:54
3
afruzch1k08
afruzch1k08 :
🥰🥰🥰
2026-08-28 01:44:01
0
halil.ibrahim993
halo :
❤️❤️❤️
2026-08-28 11:09:14
0
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📍 SÃO PAULO O #entregador Wesley dos Reis Cordeiro, de 41 anos, voltava para casa após comemorar o #aniversário de 2 anos da neta quando foi m0rto com um t1ro no tórax, disparado pelo soldado da #PolíciaMilitar Héctor Luiz de Macedo, na madrugada de 5 de julho, no Capão Redondo, extremo sul paulistano. Documentos da investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), obtidos pela coluna Alfredo Henrique, indicam divergências entre a versão apresentada pelos policiais e os relatos de familiares e da testemunha que dirigia a motocicleta na qual Wesley ocupava a garupa. Imagens das câmeras corporais, também obtidas pela coluna, mostram que o sinal sonoro da viatura só foi acionado depois do disparo, apesar de os policiais sustentarem que os motociclistas fugiram após desobedecerem a uma ordem de parada. Em depoimento, os soldados Héctor e Lucas Benitelli da Costa afirmaram terem suspeitado de duas motocicletas e, por isso, iniciaram a abordagem. Eles alegaram que Wesley escondia as mãos sob um casaco e teria feito um movimento interpretado como tentativa de sacar uma arm4. O estoquista de 19 anos que dava carona para Wesley apresentou outra dinâmica. Disse ao DHPP que ouviu o barulho de pneus, alguém gritar “para, para” e, praticamente em seguida, o disparo. Tudo aconteceu tão rápido que ele afirmou ter pensado inicialmente que estava sofrendo um assalto. A companheira de Wesley, faxineira de 38 anos, contou que ele estava cansado após a festa e pretendia voltar para casa de aplicativo. Ele acabou aceitando a carona de familiares. A agora viúva acrescentou que Wesley trabalhava havia cerca de três anos com entregas. Outra inconsistência envolve os momentos posteriores ao t1ro. Os policiais disseram que perseguiram os demais motociclistas e, quando retornaram, “diversas pessoas” já estavam próximas de Wesley. Levantaram, então, a possibilidade de alguém ter retirado uma eventual arm4 que estivesse com ele. As imagens da câmera corporal obtidas pela coluna, porém, mostram Wesley caído e sozinho no asfalto, já inconsciente. Nenhuma arm4 atribuída à vítima foi apreendida. #Metrópoles
📍 SÃO PAULO O #entregador Wesley dos Reis Cordeiro, de 41 anos, voltava para casa após comemorar o #aniversário de 2 anos da neta quando foi m0rto com um t1ro no tórax, disparado pelo soldado da #PolíciaMilitar Héctor Luiz de Macedo, na madrugada de 5 de julho, no Capão Redondo, extremo sul paulistano. Documentos da investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), obtidos pela coluna Alfredo Henrique, indicam divergências entre a versão apresentada pelos policiais e os relatos de familiares e da testemunha que dirigia a motocicleta na qual Wesley ocupava a garupa. Imagens das câmeras corporais, também obtidas pela coluna, mostram que o sinal sonoro da viatura só foi acionado depois do disparo, apesar de os policiais sustentarem que os motociclistas fugiram após desobedecerem a uma ordem de parada. Em depoimento, os soldados Héctor e Lucas Benitelli da Costa afirmaram terem suspeitado de duas motocicletas e, por isso, iniciaram a abordagem. Eles alegaram que Wesley escondia as mãos sob um casaco e teria feito um movimento interpretado como tentativa de sacar uma arm4. O estoquista de 19 anos que dava carona para Wesley apresentou outra dinâmica. Disse ao DHPP que ouviu o barulho de pneus, alguém gritar “para, para” e, praticamente em seguida, o disparo. Tudo aconteceu tão rápido que ele afirmou ter pensado inicialmente que estava sofrendo um assalto. A companheira de Wesley, faxineira de 38 anos, contou que ele estava cansado após a festa e pretendia voltar para casa de aplicativo. Ele acabou aceitando a carona de familiares. A agora viúva acrescentou que Wesley trabalhava havia cerca de três anos com entregas. Outra inconsistência envolve os momentos posteriores ao t1ro. Os policiais disseram que perseguiram os demais motociclistas e, quando retornaram, “diversas pessoas” já estavam próximas de Wesley. Levantaram, então, a possibilidade de alguém ter retirado uma eventual arm4 que estivesse com ele. As imagens da câmera corporal obtidas pela coluna, porém, mostram Wesley caído e sozinho no asfalto, já inconsciente. Nenhuma arm4 atribuída à vítima foi apreendida. #Metrópoles

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