@sevinch_394:

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Compartilha com alguém que você quer ver bem. Quando a gente é criança, enxerga muito bem aquilo que falta. O tênis que não ganhou, a viagem que não fez, a roupa que o pai repetia, o passeio que precisou ficar para outro mês. A gente compara com os amigos e, sem entender o que acontece dentro de casa, às vezes transforma limitação em falta de amor. Só depois que cresce, paga as próprias contas e percebe o quanto custa manter uma casa funcionando, algumas memórias começam a mudar de significado. Você lembra que sua mãe dizia que não estava com fome e começa a se perguntar se ela realmente não estava. Lembra do carro que seu pai nunca trocava, das horas extras, das coisas que eles consertavam até não ter mais conserto, das vezes em que disseram “não preciso de nada” quando você perguntava o que queriam ganhar. E aí você percebe uma coisa meio dolorosa sobre crescer: muitas vezes, enquanto a gente estava contando aquilo que não recebeu, nossos pais estavam fazendo conta para descobrir do que eles poderiam abrir mão. Foi isso que aconteceu com a “bermuda domingueira” do meu pai. Eu achava que era só uma bermuda velha que ele gostava de usar. Levei muitos anos para perceber que talvez houvesse vários “eu te amo” escondidos nela. Talvez você também tenha alguma “bermuda domingueira” na sua história, alguma lembrança que hoje significa uma coisa completamente diferente do que significava quando você era criança. Se seus pais ainda estão aqui, não precisa esperar aniversário, dia das Mães ou dia dos Pais. Liga, aparece, manda uma mensagem. Porque amadurecer também é finalmente entender algumas coisas que fizeram por nós quando éramos novos demais para perceber. Só não espera ser tarde demais para dizer que entendeu. Para saber mais sobre o Pense como Forças Especiais, clica no link da bio. #pensecomoforçasespeciais #pais #familia #servidão #Liderança
Compartilha com alguém que você quer ver bem. Quando a gente é criança, enxerga muito bem aquilo que falta. O tênis que não ganhou, a viagem que não fez, a roupa que o pai repetia, o passeio que precisou ficar para outro mês. A gente compara com os amigos e, sem entender o que acontece dentro de casa, às vezes transforma limitação em falta de amor. Só depois que cresce, paga as próprias contas e percebe o quanto custa manter uma casa funcionando, algumas memórias começam a mudar de significado. Você lembra que sua mãe dizia que não estava com fome e começa a se perguntar se ela realmente não estava. Lembra do carro que seu pai nunca trocava, das horas extras, das coisas que eles consertavam até não ter mais conserto, das vezes em que disseram “não preciso de nada” quando você perguntava o que queriam ganhar. E aí você percebe uma coisa meio dolorosa sobre crescer: muitas vezes, enquanto a gente estava contando aquilo que não recebeu, nossos pais estavam fazendo conta para descobrir do que eles poderiam abrir mão. Foi isso que aconteceu com a “bermuda domingueira” do meu pai. Eu achava que era só uma bermuda velha que ele gostava de usar. Levei muitos anos para perceber que talvez houvesse vários “eu te amo” escondidos nela. Talvez você também tenha alguma “bermuda domingueira” na sua história, alguma lembrança que hoje significa uma coisa completamente diferente do que significava quando você era criança. Se seus pais ainda estão aqui, não precisa esperar aniversário, dia das Mães ou dia dos Pais. Liga, aparece, manda uma mensagem. Porque amadurecer também é finalmente entender algumas coisas que fizeram por nós quando éramos novos demais para perceber. Só não espera ser tarde demais para dizer que entendeu. Para saber mais sobre o Pense como Forças Especiais, clica no link da bio. #pensecomoforçasespeciais #pais #familia #servidão #Liderança

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